Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cais da Escrita

Blog destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. Que os alunos escrevam por prazer, com criatividade e imaginação. Desde 25 de outubro de 2011.

Cais da Escrita

Blog destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. Que os alunos escrevam por prazer, com criatividade e imaginação. Desde 25 de outubro de 2011.

Carolina Beatriz Ângelo

Carolina Beatriz Ângelo

beatriz.jpg

(retirada de Unsplash)

Carolina Beatriz Ângelo nasceu a 16 de abril de 1878, em S. Vicente, no distrito da Guarda.

Carolina era médica cirurgiã, a primeira cirurgiã portuguesa e também foi ela a primeira a operar no Hospital de S. José.

Em 1909 fez parte de um grupo de mulheres que lutava pelos seus direitos.

No âmbito da associação que dirigiu e fundou em conjunto com outras mulheres (Associação de Propaganda Feminista) projetou a escola de enfermagem.

Por toda a Europa, já há muito tempo, que os grupos de mulheres manifestavam o direito ao voto. A Nova Zelândia foi o primeiro país no mundo a conceder o direito ao voto às mulheres em 1893 e a Finlândia, na Europa, em 1911.

A primeira lei eleitoral portuguesa dizia que as pessoas que soubessem ler e escrever com mais de 21 anos e fossem chefes de família podiam votar. Então, Carolina, como era viúva, viu nessa lei uma oportunidade para votar, tornando-se a primeira mulher portuguesa a exercer o direito ao voto.

A 28 de abril de 1911, o juiz João Baptista de Castro proferiu uma frase que ficaria para a História: ”Excluir a mulher só por ser mulher é simplesmente absurdo.”!!!

 

Laura Bonifácio, 6.º A

Professora Lina Marques, Cidadania e Desenvolvimento

Navegar com a Biblioteca Escolar - Uma Mensagem Para Marte

Uma Mensagem Para Marte

terra.jpg

(retirada de Unsplash)

Olá!

Não sei quem és nem como és, só sei que vives em Marte. No planeta onde eu vivo, a Terra, chamamos às criaturas de outros planetas extraterrestres e, como eu não sei o teu nome, espero que não te importes que te chame assim.

Como já te disse, vivo no planeta Terra e sou um ser humano. Os seres humanos ou pessoas são idênticos uns aos outros. Normalmente, todos têm cabelo, uma cara com dois olhos, duas orelhas, um nariz e uma boca, dois braços e duas mãos, cada uma com cinco dedos, duas pernas e dois pés, também cada um com cinco dedos. Depois há pessoas altas, baixas, magras, gordas, pessoas com o cabelo mais comprido do que outras…

Já te descrevi como são as pessoas fisicamente, mas ninguém é só a aparência, toda a gente tem uma personalidade. Isto é, as pessoas gostam de coisas diferentes, veem as coisas de forma diferente e isso depende da personalidade de cada um. Existem pessoas que estão muitas vezes chateadas e existem pessoas que tentam sempre ser felizes. No planeta Terra, há de tudo.

Agora já deves saber mais ou menos como é que são as pessoas, só falta mais um pormenor que eu acho que devias saber, o ser humano é um animal racional e os outros animais que vivem neste planeta são animais irracionais, como por exemplo, os cães, os gatos, os leões, as galinhas…

A ideia que te estou a dar das pessoas é que elas são perfeitas e é claro que existem pessoas muito boas, mas também existem pessoas muito más no planeta e isso tem trazido grandes consequências. Por exemplo, o ser humano tem transformado cada vez mais o planeta, porque, ao contrário dos outros animais, as pessoas não se adaptam ao sítio onde estão, adaptam o sítio onde estão para poderem lá viver e por isso têm “estragado” o planeta ou, dizendo doutra maneira, têm poluído o planeta.

No entanto, as pessoas não são só más para o planeta, também são más umas com as outras. Quero muito acreditar que tem vindo a diminuir, mas ao longo da História, as pessoas têm sido discriminadas pela cor da pele, pelo género…

Todos estes males e muitos outros são ainda uma realidade por todo o planeta.

Na minha opinião, ninguém é obrigado a gostar de ninguém, mas temos todos o dever de ter respeito, seja por outra pessoa, por um animal ou pelo planeta Terra.

Antes de me despedir, só te queria dizer mais uma coisa, a NASA (National Aeronautics and Space Administration), que é uma agência responsável pela exploração espacial, está a fazer uma exploração a Marte. Espero que este planeta seja melhor tratado do que tem sido a Terra.

Pode ser que um dia nos encontremos pessoalmente.

 

Madalena Machado Seixas, 6ºA nº12

Carla Araújo, professora bibliotecária

Medo II

Medo

fear2.jpg

(retirado de Unsplash)

Por vezes escondemo-nos

Por detrás de uma sombra de escuridão,

Com medo do senão.

E com a escuridão a passar

Sem lhe poder pôr a mão.

Com medo de que vão

E sem medo do que já está

Ficamos presos no presente

E no passado que está lá

Com medo do sim e do não

Com medo do que mete medo

E a temer o que não conheço

Fico no meu canto

E não me mexo 

Vivo a tremer

E durmo a gritar

Acordo com desagrado

E deito parado

Sempre a desesperar

Sem tratar

Do meu medo

Sem fim

Nem fim nem início

É um malefício

Doí-me tudo

Sendo que não me dói nada

Sem nada com que fazer

Só porque o meu medo é maior

Do que a minha coragem

Ela tem de desenvolver

E assim não vou mais viver.

                                                                                                                                                                                                        Mara Pinhão, 6.º A

Medo I

Medo

medo.jpg

(imagem retirada de Unsplash)

Medo de sentir

Medo do escuro

Medo de partir

Medo até do futuro

 

Ai, este medo

Há quem ache que é fatal

Pode aparecer cedo

Mas ter medo é normal

 

Medo de temer

Medo de avançar

Medo de crescer

Medo de falar

 

Vamos lá amigos

O medo não é mais forte

Temos é de ficar bem protegidos

E ter sorte

 

Medo de aranhas

Medo de ratos

Medo de ratazanas

Medo de sapos

 

Como o medo é invisível

Vai ser difícil de o superar

Mas vai ser possível

Com a tua força, o medo deixar!

 

Laura Bonifácio, 6ºA

 

Brenda Chapman

Brenda Chapman

bela e monstro.jpg

(imagem retirada de Unsplash)

Brenda Chapman nasceu a 1 de novembro de 1962, em Beason, Illinois. É casada com Kevin Lima e tem uma filha chamada Emma Rose Lima.

Estudou na CalArts (California Institute of the Arts), onde conheceu o seu marido Kevin. Começou a sua carreira profissional com animação na televisão.

Quando conseguiu o seu emprego na Disney, inicialmente, ela estava focada em desenhar, mas o animador e realizador Joe Ranft (Carros) apontou-lhe o caminho do storytelling.

Brenda é uma escritora, artista de histórias e realizadora da Walt Disney Animation Studios e da Pixar Animation Studios. Em 1998 tornou-se na primeira mulher a dirigir um filme de animação de um grande estúdio.

Brenda participou em todos estes filmes, de diversas formas: Beauty and the Beast, Brave, The Prince of Egypt, The Lion King, Who Framed Roger Rabbit, The Little Mermaid, The Rescuers Down Under, The Hunchback of Notre Dame, Fantasia 2000, The Road to El Dorado, Chicken Run e Strange Magic.

Recebeu um Óscar de Melhor Filme de Animação e Prémio BAFTA de Cinema: Melhor Animação. Também recebeu um Globo de Ouro, em 2013.Todos estes prémios foram graças ao filme ‘‘Brave - Indomável’’.

No filme ‘‘Brave - Indomável’’, a sua filha, Emma Rose Lima, serviu de inspiração para a princesa Mérida.

Em 2015, Brenda desenvolveu projetos para Chapman Lima Promoções com o seu marido, Kevin.

 

Inês Silva, 6.ºA

Professora Lina Marques, Cidadania e Desenvolvimento

 

Uma história com Frida Kahlo

Uma história com Frida Kahlo

frida.jpg

(imagem retirada de Unsplash)

            Era uma vez no México, mais especificamente em Coyoacá, na casa de seus pais, uma menina chamada Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón, ou só Frida, que vivia com seu pai, Guillermo Kahlo, e com sua mãe, Matilde Calderón.

            Frida começou a pintar bem tarde. Apesar de o pai pintar como passatempo, Frida não pensava nisso como uma carreira. A sua primeira pintura foi um autorretrato dedicado a Alejandro Gómez Arias, seu ex-noivo.

           Em 17 de setembro de 1925, Frida sofreu um grave acidente. Um autocarro, no qual viajava, chocou com um comboio. O para-choques de um dos veículos perfurou-lhe as costas, causando uma fratura. Frida ficou muitos meses entre a vida e a morte no hospital, teve que ser operada diversas vezes e reconstruir por inteiro seu corpo, que estava todo perfurado.

           Em 1928, entrou no Partido Comunista Mexicano e conheceu Diego Rivera, com quem se casou no ano seguinte (1929). Sob a influência da obra do marido, usou nas suas pinturas zonas de cor amplas e simples, num estilo reconhecido como ingénuo. Procurou na sua arte afirmar a identidade nacional mexicana.

           Em 1930 engravidou e foi com o marido para os Estados Unidos, passando o tempo em Detroit, São Francisco e Nova Iorque. Nesse período pintou vários autorretratos. Viveu nos Estados Unidos até 1934, voltando novamente ao México.

           Frida separou-se de Rivera em 1935 e algum tempo depois voltaram a viver juntos.

           Em 1938, André Breton qualifica a sua obra de surrealista em um ensaio que escreveu para a exposição de Kahlo na galeria Julien Levy de Nova Iorque. No entanto, ela mesma declarou mais tarde: Pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade. Em 1939, expõe em Paris, na galeria Renón et Colle.

          A partir de 1943, começou a dar aulas na escola La Esmeralda, no D.F. (México).

          Em 1953, a Galeria de Arte Contemporânea desta mesma cidade organizou uma importante exposição em sua honra.

           Quatro anos após a sua morte, a sua casa familiar, conhecida como "Casa Azul", transformou-se no Museu Frida Kahlo. A “Casa Azul” é a oportunidade dos fãs e curiosos conhecerem de perto o local onde Frida viveu, ver os objetos, fotografias e adereços da pintora, assim como algumas das suas obras. Frida Kahlo é reconhecida tanto pela sua obra quanto pela sua vida pessoal.

           Algumas das obras de Frida Kahlo:

Unos cuantos piquetitos - 1935 (tinta a óleo)

O que a água me deu - 1938 (tinta a óleo)

Autoretrato com macaco - 1938 (tinta a óleo e tela de fibras)

A mesa ferida - 1940 (tinta a óleo)

Autorretrato com colar de espinhos e beija-flor  -1940 (tinta a óleo)

Árvore da esperança, mantenha-se firme - 1946 (tinta a óleo e tela de fibras)

Cocos chorando - 1951 (tinta a óleo)

Pitaias - 1938 (tinta a óleo e alumínio)

 

                Mara Pinhão, 6.º A

Professora Lina Marques, Cidadania e Desenvolvimento

Malala Yousafzai

Malala Yousafzai

mulher deserto.jpg

(foto retirada de Unsplash)

Hoje vou contar-vos a história de uma jovem que mudou o mundo.

Num vale pacífico, no Paquistão, vivia uma menina chamada Malala Yousafzai. Malala era uma criança que adorava ir à escola e acreditava em magia. Todas as noites, dizia:

-“Quem me dera ter um lápis mágico, capaz de mudar o mundo!”

Um dia, terríveis homens, os talibãs, tomaram posse do vale, onde ela vivia e declararam em voz alta:

-As raparigas estão proibidas de frequentar a escola, para sempre!  

Malala ficou muito triste e também frustrada e chegou mesmo a divulgar essa situação injusta na internet e, mais tarde, na televisão.

-Os talibãs querem fechar as escolas femininas e tirar às mulheres o direito à educação, mas eu não vou deixar!      

No dia 9 de outubro de 2012, com 15 anos, Malala entrou no autocarro da escola, como se fosse um dia normal.

De repente, o autocarro foi mandado parar por dois talibãs que perguntaram:

-Qual de vocês é a Malala? Ninguém respondeu, mas, quando as amigas olharam para ela, os homens dispararam e acertaram-lhe na cabeça.

Malala foi levada para um hospital, onde permaneceu em estado grave.

Ela sobreviveu ao atentado e tornou-se o rosto da causa pelo direito à educação.

Aos 16 anos discursou:

«Os nossos livros e as nossas canetas são as armas mais poderosas. Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo. A educação é a única solução!» 

Malala foi a pessoa mais jovem da história a receber o Prémio Nobel da Paz pelo seu esforço e coragem na defesa dos direitos humanos das mulheres.

André Domingues, 6.ºA

Professora Lina Marques, Cidadania e Desenvolvimento

Pág. 1/2

Mais sobre este Cais

Selo BloguesEDU

Dica do dia

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2015
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2014
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2013
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2012
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2011
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D