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Cais da Escrita

Blog destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. Que os alunos escrevam por prazer, com criatividade e imaginação. Desde 25 de outubro de 2011.

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HELEN KELLER

HELEN KELLER

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(imagem retirada de https://revistagalileu.globo.com)

“Aquilo que eu procuro não está lá fora, mas sim dentro de mim.”

Hellen Adams Keller nasceu no dia 27 de junho de 1880 em Alabama, nos Estados Unidos da América. Esta mulher norte-americana era escritora, conferencista e ativista social. Helen era filha de Kate Adams Keller e do coronel Arthur Keller. Tinha 4 irmãos, Mildred Keller, James Keller, William Simpson Keller  e Phillips  Keller.

Aos 18 meses de vida, Helen ficou cega e surda devido a uma doença designada de “Febre Cerebral”, mas agora pensa-se que poderá ter sido derivado de Escarlatina ou até Meningite.

Com 7 Anos, Hellen já conseguia comunicar com a família através de 60 sinais.

Em 1886, os pais de Helen tomaram a decisão de a levar ao médico, que tomou a iniciativa de os encaminhar para outro colega de profissão, Graham Bell, que recomendou que Hellen frequentasse uma escola especial.

Anne Sullivan passou a ser a nova professora de Hellen, também ela tinha uma deficiência visual. Começaram a trabalhar juntas a 3 de março de 1887. Anne começou por ensinar Hellen a soletrar palavras com as suas mãos. A primeira palavra dita por Hellen foi boneca. Hellen aprendeu rapidamente todas as letras e na ordem correta. No início, Hellen ficava frustrada,  porque não percebia que cada objeto possuía uma palavra única para o identificar.

A grande evolução na sua aprendizagem deu- se no dia 5 de abril de 1887. Nesse mesmo dia, Hellen aprendeu 30 palavras e a partir de então passou a entender o alfabeto, tanto o manual como o imprimido em folha de relevo, o que lhe facilitou a leitura e a escrita. Hellen Keller tornou-se escritora e ativista.

Depois de uma vida complicada, Hellen faleceu a 1 de junho de 1968 em Westport, com 87 anos.

Em 1964 recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade, um dos mais prestigiados prémios civis dos Estados Unidos e, em 1965, foi incluída no Nacional Women´s Hall of Fame durante a Feira Mundial de Nova Iorque.

 

Inês Cruz, 6.º A

Professora Lina Marques, Cidadania e Desenvolvimento

GRACE O’MALLEY

GRACE O’MALLEY

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(imagem retirada de Unsplash)

Grace O´Malley nasceu em 1530, em Connacht, na Irlanda.  Foi pirata, tendo-se tornado uma figura histórica muito conhecida no século XVI, antecipando a atuação de outras piratas famosas.

Grace era filha de Eoghan Dubhdara O’Maille, lorde da dinastia O’Maille. A mãe de Grace chamava-se Margaret. Embora Grace fosse a única filha do seu pai com sua mulher, ela tinha um meio irmão chamado Dónal an Phíopa O’Mhaille, filho de seu pai com outra mulher.

O nome de Grace foi registado de muitas formas diferentes como Gráinne O'Maly, Graney O'Mally, Granny ni Maille, Grany O'Mally, Grayn Ny Mayle, Grane ne Male, Grainy O'Maly e Granee O'Maillie, sendo todos eles versões de seu nome gaélico, Gráinne Ní Mháille. Após a morte do pai, Grace assumiu as terras da família e as atividades marítimas.

O seu casamento com Dónal an Chogaidh Ó Flaithbheartaigh trouxe-lhe mais fortuna e influência, tendo cerca de mil cabeças de gado e cavalos.

Em 1593, quando os seus filhos e o seu meio irmão foram feitos reféns pelo governador inglês de Connacht (Irlanda), ela navegou até Inglaterra para pedir a sua libertação pessoalmente à rainha Elizabeth I na sua corte, no Palácio de Placentia.

Grace O’Malley morreu em Rockfleet Casttel (Irlanda) em 1603.

Inês Cruz, 6.º A

Professora Lina Marques, Cidadania e Desenvolvimento

Florence Nightingale

Florence Nightingale

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(imagem retirada de Wikipedia)

Certo dia, um casal inglês decidiu ir visitar Itália e decidiu ficar a morar na cidade de Florença e, no dia 12 de maio de 1820, tiveram uma filha. Eles apaixonaram-se pela cidade onde estavam, então, concordaram em chamar à bebé Florence (o nome inglês da cidade italiana de Florença ou Firenze). A sua irmã mais velha, Frances Parthenope, também tinha recebido o nome em homenagem ao seu local de nascimento, Parthenope, um povoado grego que agora pertence à cidade de Nápoles.

A família mudou-se de volta para a Inglaterra em 1821. Florence Nigthingale e a sua família passaram a residir em Embley Park, em Hampshire (que atualmente é uma escola).

O pai de Florence chamava-se William Edward Nigthingale, apesar de nascido William Edward Shore. A sua mãe, Mary Evans, era sobrinha de Peter Nightingale, por isso, quando William herdou a sua propriedade em Derbyshire assumiu o nome Nightingale. A mãe de Florence era Frances “Fanny” Smith.

Em jovem, Florence foi descrita como magra e graciosa. Embora o seu comportamento fosse frequentemente árduo, dizia-se que ela era muito charmosa e possuía um sorriso radiante.

O pai de Florence e Parthenope era a favor da educação feminina, por isso elas estudaram história, matemática, italiano, literatura clássica e filosofia. Desde pequena que Florence era a mais empenhada das duas irmãs nos estudos. Ela adorava números e adorava reunir informações.  E tinha muito jeito para analisar dados.

Florence passou pela primeira de muitas experiências que ela acreditava serem chamados de Deus em fevereiro de 1837. Quando se encontrava em Embley Park, ela percebeu que queria dedicar a sua vida a ajudar os outros.

Apesar de todos os cuidados que a família tinha com a educação de Nigthingale, eles não concordavam que ela fosse enfermeira, por isso, apenas tomou uma verdadeira decisão em 1844, informando a família de que queria seguir enfermagem. Não foi uma decisão fácil, pois naquele tempo uma mulher estava simplesmente destinada ao papel de esposa e de mãe.

Florence trabalhou muito para se formar em ciências e, como mais tarde diria, na arte da enfermagem, apesar da oposição da sua família e do código social restritivo para mulheres inglesas ricas.

Em 1847, em Roma, Florence conheceu Sidney Herbert, um político que tinha sido Secretário da Guerra. Ele e Nightingale tornaram-se amigos para toda a vida. Ela tornou-se a principal conselheira de Herbert ao longo da sua carreira política.

Em1850, Florence visitou a comunidade religiosa de Kaiserswerth, em Düsseldorf, na Alemanha, e o que viu foi um lugar sem condições para os doentes. Ela considerou a experiência um momento decisivo da sua vida e, em 1851, divulgou as suas descobertas anonimamente. Foi o seu primeiro trabalho publicado.

No dia 22 de agosto de 1853, ela assumiu o cargo de superintendente (pessoa que tem o cargo de direção num trabalho) no Instituto para o Cuidado de Mulheres Doentes, localizado em Upper Harley Street, em Londres, cargo que ocupou até outubro do ano seguinte. O pai dela financiava-a com uma renda anual de 500 libras, o que na época tinha um grande valor e lhe permitia levar uma vida em condições, continuando a sua carreira.

A carreira de enfermeira de Florence estava a correr-lhe bem, dentro dos possíveis, mas a sua contribuição mais famosa e mais admirada hoje em dia ocorreu durante a Guerra da Crimeia, que opôs o Império Russo a uma aliança formada pelo Império Otomano, o Reino Unido, a França e o reino da Sardenha.

 Sidney Herbert, chefe do Departamento de Guerra do governo do Lorde Aberdeen, sabia dos problemas de saúde do exército, por isso pediu a Nightingale e a um grupo de enfermeiras para irem para a zona do conflito. Em outubro de 1854, Florence e uma equipa de 38 enfermeiras voluntárias treinadas por ela e 15 freiras partiram para os campos de Scutari, no Império Otomano.

Chegaram nos primeiros dias de novembro de 1854. Florence percebeu de imediato que o problema da maioria das mortes de soldados não eram os ferimentos, mas sim infeções ou doenças contraídas no próprio hospital.

Ela não ficou nada contente com aquilo que viu. “A primeira obrigação de qualquer hospital é não fazer mal aos doentes”, disse ela. Então, fez com que toda a gente que lá trabalhava lavasse as mãos frequentemente e certificou-se de que todos os espaços estavam sempre limpos.

À noite andava pelo hospital para se certificar de que todos os pacientes estavam bem, falava com eles e dava-lhes alento. Como levava sempre uma lanterna para lhe iluminar o caminho ficou conhecida como “A Senhora da Lanterna”.

No início do século XX, a forma que Florence arranjou para cuidar dos soldados reduziu a taxa de mortalidade de 42% para 2%.

Florence Nightingale morreu com 90 anos, a dormir no quarto de sua casa em Mayfair, em Londres, no dia 13 de agosto de 1910. Era suposto ela ser sepultada na Abadia de Westminster, no entanto, a oferta foi rejeitada pela família. Ela acabou sepultada no cemitério da Igreja de Santa Margarida em East Wellow, em Hampshire, no Reino Unido.

Florence Nigthingale foi uma das pessoas que mostrou ao mundo que mesmo que ninguém, nem sequer a família a apoie, uma mulher pode ser o que e quem ela quiser!

Madalena Machado Seixas, 6ºA

Professora Lina Marques, Cidadania e Desenvolvimento

Coco Chanel

Coco Chanel

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(imagem retirada de Unsplash)

     Coco Chanel nasceu a 19 de agosto de 1883 em Saumur e faleceu em Paris, no dia 10 de janeiro de 1971, com 87 anos.

     O seu verdadeiro nome é Gabrielle Bonheur Chanel, mas ficou conhecida como Coco Chanel.

     Em 1895, quando Gabrielle tinha apenas doze anos, sua mãe morreu de tuberculose com trinta e um anos. O seu pai colocou as duas filhas num colégio interno católico, enquanto os dois filhos trabalhavam com ele numa quinta.

     Coco Chanel foi uma estilista francesa e uma inovadora no campo de moda. Foi a fundadora da marca “Chanel S.A.”, um grande império de roupas, bolsas, sapatos, perfumes, acessórios, etc.

     Trabalhou como balconista numa loja de tecidos, onde aprendeu a costurar. Foi cantora de cabaré e passou a adotar o nome “Coco Chanel”, tirado da canção "Qui qu'a vu Coco dans l'Trocadéro", que ela interpretava.

     Coco Chanel teve um envolvimento com um rico militar e depois, em 1910, passou a viver com o industrial inglês, Arthur Capel, que a ajudou a abrir a sua primeira loja.

     Em 1920 criou o perfume que iria torná-la famosa, o Chanel Nº 5.

     Durante a Segunda Guerra Mundial, Coco Chanel trabalhou como enfermeira e envolveu-se com um oficial nazista e acabou exilada na Suíça. Em 1954 voltou a Paris e retomou os seus negócios na alta costura.

 

Inês Melo, 6.º A

Professora Lina Marques, Cidadania e Desenvolvimento

Carolina Beatriz Ângelo

Carolina Beatriz Ângelo

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(retirada de Unsplash)

Carolina Beatriz Ângelo nasceu a 16 de abril de 1878, em S. Vicente, no distrito da Guarda.

Carolina era médica cirurgiã, a primeira cirurgiã portuguesa e também foi ela a primeira a operar no Hospital de S. José.

Em 1909 fez parte de um grupo de mulheres que lutava pelos seus direitos.

No âmbito da associação que dirigiu e fundou em conjunto com outras mulheres (Associação de Propaganda Feminista) projetou a escola de enfermagem.

Por toda a Europa, já há muito tempo, que os grupos de mulheres manifestavam o direito ao voto. A Nova Zelândia foi o primeiro país no mundo a conceder o direito ao voto às mulheres em 1893 e a Finlândia, na Europa, em 1911.

A primeira lei eleitoral portuguesa dizia que as pessoas que soubessem ler e escrever com mais de 21 anos e fossem chefes de família podiam votar. Então, Carolina, como era viúva, viu nessa lei uma oportunidade para votar, tornando-se a primeira mulher portuguesa a exercer o direito ao voto.

A 28 de abril de 1911, o juiz João Baptista de Castro proferiu uma frase que ficaria para a História: ”Excluir a mulher só por ser mulher é simplesmente absurdo.”!!!

 

Laura Bonifácio, 6.º A

Professora Lina Marques, Cidadania e Desenvolvimento

Navegar com a Biblioteca Escolar - Uma Mensagem Para Marte

Uma Mensagem Para Marte

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(retirada de Unsplash)

Olá!

Não sei quem és nem como és, só sei que vives em Marte. No planeta onde eu vivo, a Terra, chamamos às criaturas de outros planetas extraterrestres e, como eu não sei o teu nome, espero que não te importes que te chame assim.

Como já te disse, vivo no planeta Terra e sou um ser humano. Os seres humanos ou pessoas são idênticos uns aos outros. Normalmente, todos têm cabelo, uma cara com dois olhos, duas orelhas, um nariz e uma boca, dois braços e duas mãos, cada uma com cinco dedos, duas pernas e dois pés, também cada um com cinco dedos. Depois há pessoas altas, baixas, magras, gordas, pessoas com o cabelo mais comprido do que outras…

Já te descrevi como são as pessoas fisicamente, mas ninguém é só a aparência, toda a gente tem uma personalidade. Isto é, as pessoas gostam de coisas diferentes, veem as coisas de forma diferente e isso depende da personalidade de cada um. Existem pessoas que estão muitas vezes chateadas e existem pessoas que tentam sempre ser felizes. No planeta Terra, há de tudo.

Agora já deves saber mais ou menos como é que são as pessoas, só falta mais um pormenor que eu acho que devias saber, o ser humano é um animal racional e os outros animais que vivem neste planeta são animais irracionais, como por exemplo, os cães, os gatos, os leões, as galinhas…

A ideia que te estou a dar das pessoas é que elas são perfeitas e é claro que existem pessoas muito boas, mas também existem pessoas muito más no planeta e isso tem trazido grandes consequências. Por exemplo, o ser humano tem transformado cada vez mais o planeta, porque, ao contrário dos outros animais, as pessoas não se adaptam ao sítio onde estão, adaptam o sítio onde estão para poderem lá viver e por isso têm “estragado” o planeta ou, dizendo doutra maneira, têm poluído o planeta.

No entanto, as pessoas não são só más para o planeta, também são más umas com as outras. Quero muito acreditar que tem vindo a diminuir, mas ao longo da História, as pessoas têm sido discriminadas pela cor da pele, pelo género…

Todos estes males e muitos outros são ainda uma realidade por todo o planeta.

Na minha opinião, ninguém é obrigado a gostar de ninguém, mas temos todos o dever de ter respeito, seja por outra pessoa, por um animal ou pelo planeta Terra.

Antes de me despedir, só te queria dizer mais uma coisa, a NASA (National Aeronautics and Space Administration), que é uma agência responsável pela exploração espacial, está a fazer uma exploração a Marte. Espero que este planeta seja melhor tratado do que tem sido a Terra.

Pode ser que um dia nos encontremos pessoalmente.

 

Madalena Machado Seixas, 6ºA nº12

Carla Araújo, professora bibliotecária

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