Blog destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. Que os alunos escrevam por prazer, com criatividade e imaginação. Desde 25 de outubro de 2011.
Blog destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. Que os alunos escrevam por prazer, com criatividade e imaginação. Desde 25 de outubro de 2011.
Num dia de primavera, o Sr. Joaquim decidiu arranjar um emprego, procurando num jornal, no jardim municipal. O Sr. Joaquim era elegante, saudável, alto, bonito, bondoso e idoso. Também tinha cabelos curtos loiros, pestanas aloiradas, olhos esverdeados, nariz e orelhas pequenas, bigode branco acinzentado, bochechas coradas e lábios vermelhos. Ele era rico, tinha uma grande herança familiar, era dorminhoco, estava desempregado, tinha poucos amigos e era infeliz porque não tinha família. Certo dia, reparou que havia uma fonte no jardim e decidiu pedir um desejo atirando uma moeda para dentro dela. Viu que a moeda tinha desaparecido e, então, para ver o que tinha acontecido à moeda, colocou a sua mão na água da fonte. Como esta também desapareceu, decidiu entrar na fonte. Ao entrar, deparou-se com uma dimensão nova e diferente tendo caído no topo de uma árvore. Observou que a árvore tinha um placar que dizia o seguinte:
Precisamos de um empregado
963 728 562
O Sr. Joaquim ficou muito feliz e perguntou à árvore: - Por favor, pode-me emprestar um telemóvel? A árvore, que era robótica, abriu-se e deu-lhe um telemóvel. O Sr. Joaquim, como era bondoso, retirou um maço de notas e deixou uma nota de 500€. No cimo da árvore, uma abelha estava a ouvir a conversa e ligou logo para o chefe Rei Olho, para o informar que havia na dimensão um homem rico. O grande segredo do Sr. Joaquim era ter uma grande herança de família que estava guardada na sua tartaruga à qual se tinha acesso com toque e impressão digital. - Não pude deixar de ouvir a sua conversa! – exclamou a abelha descendo da árvore. No fim da conversa, a abelha referiu também que se o Sr. Joaquim quisesse emprego teria de ir com ela conhecer o chefe da empresa. - Sra. Abelha! – exclamou ele. - Sr., sr. acorde! – exclamou a abelha. - Perdi alguma coisa? – gritou o Sr. Joaquim. - Não, adormeceu de repente, mas vamos então conhecer a empresa e o seu novo chefe. Depois de conhecerem a empresa, foram conhecer o chefe. Enquanto esperava pelo chefe, leu num jornal.
MALVADO DO ANO Rei Olho
Quando conheceu o chefe estava meio dorminhoco, por isso não reparou que ele era o Rei Olho. Ele decidiu chamar a sua assistente, a abelha, para espetar o ferrão no Sr. Joaquim. Este gritou de dor e, ao abrir os olhos, viu quem era o seu novo chefe e saiu a correr pela porta fora. - Ó abelha vai ter com a árvore e diz-lhe para ir contigo espiar o Sr. Joaquim e depois tragam-me toda a informação que conseguiam. - Sim, claro! – afirmou ela. Seguiram-no até à sua casa e a abelha, sorrateiramente, entrou no bolso do casaco do Sr. Joaquim e conseguiu ficar dentro da casa. Quando o Sr. Joaquim foi ao sótão procurar um jornal, a abelha saiu do bolso e abriu a porta à árvore. O Sr. Joaquim foi ao quarto ver o cofre e reparou que já não tinha lá nada dentro.Nervoso, o Sr. Joaquim desceu as escadas a correr e viu a porta aberta. Chegando junto dela, reparou num rasto de folhas e segui-o. Deu conta que o rasto ia dar à outra dimensão, e exclamou: - Raios parta o Rei Olho! Na outra dimensão pediu para falar com o Rei Olho e perguntou-lhe: - Foste tu que me tiraste o dinheiro? - Sim! - exclamou o rei. - Como? – berrou o Sr. Joaquim. - Com os meus poderes da mente. – ripostou ele. - Não queres ser bondoso? – interrogou-o. - Sim, até queria – disse ele tímido. Saíram os dois a correr da dimensão, destruíram a fonte e criaram a empresa: Cuecas e Boxers Lda.
Na minha opinião, o zero é dos números com mais mérito da numeração árabe, porque é o número que define as classes para além das dezenas, também promove a entreajuda entre os números e também nos ajuda a tomar decisões como por exemplo: "Tenho que fazer zero asneiras." Também os maiores números valem aquilo que valem por causa do zero, pois esses números, sem os zeros ficariam reduzidos a uma unidade. Como por exemplo: se nós tirarmos quatro zeros ao número dez mil, fica apenas um. Outra razão é que as pessoas à face da terra estão cada vez mais gananciosas e para além de se esquecerem do zero também se esquecem da sua inportância no euro, ou seja, se nós a um euro acrescentarmos um zero ficam dez euros. E não há ninguém que não goste de ter dez euros na mão em vez de um euro. Outra razão é que, por exemplo, as pessoas sem o zero não conseguiam distinguir a fronteira dos graus positivos e dos graus negativos Assim, eu posso concluir que o zero é dos números com mais mérito da numeração, mas ninguém lhe dá grande importância.
O Lobo Mau, depois de tantas participações em vários acontecimentos, decidiu tentar mudar a sua maneira de ser, porque assim tornar - se - ia admirado por todos e não conhecido pelo mal. O Lobo passeava sozinho a pensar naquilo que podia fazer, para que começassem a acreditar nele. Havia um senhor, já velho de idade, que tinha um quintal, onde nele estavam galinhas, um rebanho, uma vara, vacas e bois. Apesar de o senhor já ser velho, tinha uma boa aparência. Tinha cabelo branco, tinha um aspeto de fazer muito exercício físico e tinha uma vida saudável. No dia seguinte, o Lobo passou pelo velho rapidamente e viu que o velho tinha galinhas numa gaiola, que estavam a ser transportadas num carrinho de mão, pois o velho iria vendê - las no mercado. De repente, apareceram uns ladrões que tentaram roubar as galinhas ao velho.Vendo esse acontecimento, o Lobo atacou - os, mas eles conseguiram fugir. Vendo o Lobo, o velho ficou assustado, mas depois ele entendeu que este fez uma boa ação e agradeceu - lhe dizendo: -Obrigado! Tu salvaste as minhas galinhas, se quiseres podes tomar conta do meu quintal! -Obrigado! Eu aceito! - respondeu o Lobo entusiasmado. Era primavera e o Lobo já se havia habituado ao trabalho com bastante facilidade e até já tinha impedido vários assaltos. O velho contou a toda gente o que o Lobo havia feito por ele. Então, o Lobo foi nomeado o defensor da aldeia. E assim conseguiu aquilo que mais queria.
Era uma vez um Lobo muito mau, negro, muito grande e gordo, com os olhos sempre muito arregalados e com um grande nariz. Esse Lobo, todos os dias, comia uma pessoa ou um animal à refeição. Numa tarde de verão estava tudo normal até que o Lobo decidiu fazer uma coisa que nunca tinha feito, comer uma mãe de uma menina. A mãe da menina Maria que tinha quatro anos, tinha um cabelo liso e preto e uma cara redonda. Então, enquanto elas estavam a passear no jardim, o Lobo apareceu e disse: -Prepara-te para ficares sem mãe! A menina começou a chorar e a soluçar e disse: -Larga a minha mãe! Senão o meu pai vai matar-te. -Ai que medo! Também te como a ti e ao teu pai, se for preciso!!! Ela desatou a chorar e o Lobo sem saber o que fazer começou a pensar no que realmente andava a fazer, e nas famílias que tinha estragado. Afinal, ele também não gostou quando a sua mãe morreu. Então, ele largou a mãe da menina. E pela primeira vez pediu desculpa a alguém.A família da menina adotou o Lobo e ele foi ajudar a polícia e os bombeiros.
Hoje é o dia de aniversário do Lobo. Ele não gosta de festas... mal sabiam os seus amigos! O Lobo era um animal péssimo, um animal que era capaz de deitar o dente e a garra a galinhas, rebanhos inteiros de ovelhas, meninas pequenas e crescidas, entre outros, mas os seus amigos eram muito bondosos para com ele. -Olá Rouxinol! Sabias que hoje é o dia de aniversário do Lobo? –perguntou o porco-espinho. -Sei! Nós estamos a preparar-lhe uma festa de aniversário. Queres vir? -Sim, quero. Onde é que vai ser? -Vai ser ao pé do lago, na floresta. -Está bem, até logo! Mais tarde, já estava tudo pronto para se dar início à festa. Os convidados já tinham chegado e estavam escondidos atrás das árvores. Finalmente, o Lobo tinha chegado. Quandos os seus amigos saltaram de trás das árvores, ele ficou tão irritado que destruíu tudo! Desde essa altura, os seus amigos passaram a dizer só parabéns e nunca mais lhe fizeram uma festa surpresa.
“Num velho palacete abandonado onde haviam pregado uma tabuleta a dizer VENDE-SE, morava uma família de ratos…”
Certo dia, apareceu um rei que comprou o palacete para viver.
O rei entrou para ver se estava tudo em ordem e ouviu um barulho estranho, que vinha do sótão. Dirigiu-se para lá e descobriu a família de ratos, muito assustada.
O rato mais velho pediu ao rei para não os mandar embora, porque não tinham sítio para morar e que, se ele quisesse, podiam ajudá-lo na reconstrução do palacete.
Meteram mãos à obra e transformaram aquele velho espaço, num palácio de encantar.
Para celebrar esta amizade, organizaram uma grande festa no jardim e os ratos ficaram a morar com o rei.