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Cais da Escrita

Blog destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. Que os alunos escrevam por prazer, com criatividade e imaginação. Desde 25 de outubro de 2011.

Cais da Escrita

Blog destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. Que os alunos escrevam por prazer, com criatividade e imaginação. Desde 25 de outubro de 2011.

Pela turma do 1.º A, da EB de Albergaria.

A escola

Escola.jpg

A é o afia que engole os lápis.

B é a borracha que só ri e ganha a tacha.

C é a cola que cola o papel.

D é o dedo que pomos no ar quando temos dúvida.

E é de ervilha que comemos ao almoço.

F é de férias que temos no verão.

G é de gato que vejo quando saio da aula de ginástica.

H é de história que lemos nos livros.

I é de inglês que vou aprender para o ano.

J é de janela que temos na sala.

K é de kiwi que vejo na árvore no intervalo.

L é de livro que levo na mochila.

M é de mão que pega no lápis.

N é de número que aprendo na matemática.

O é de óculos que me ajudam a ver melhor.

P é de pai que me leva à escola.

Q é de quadro onde a professora e nós escrevemos.

R é de régua que uso para medir.

S é de sala de aula onde aprendemos.

T é de tesoura que uso para recortar.

U é de uno que os meninos do segundo ano jogam.

V é de vermelho que é a cor do meu estojo.

W é de waffle que os meus amigos comem.

X é de xadrez que podemos jogar no apoio.

Y é de Yolanda que é a minha professora.

Z é de zangada que a professora fica quando nos portamos mal.

 

Gabriel Vieira – 1ºA

Da turma do 1.º A, da EB de Albergaria-a-Velha

Professora Titular de Turma: Yolanda Martinho Cruz

Da turma do 4º A, da EB de Albergaria.

Produção Textual: Texto Informativo (Expositivo)

 

O Sobreiro

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Sobreiro é o nome vulgar pelo qual é conhecido o Quercus Suber (nome científico). A área ocupada no país por esta árvore, corresponde aproximadamente a 719400 hectares, ou seja, 23% da totalidade da floresta. Esta árvore, juntamente com o pinheiro bravo, é uma das espécies mais predominantes do nosso país, sendo mais comum no Alentejo e serras Algarvias. O sobreiro é uma árvore de médio porte que pode atingir 20 metros de altura.

Esta árvore fornece madeira para lenha, bolota (o seu fruto) para os porcos e, sobretudo, cortiça. É a casca da árvore que dá a cortiça que só fica pronta a ser retirada quando a árvore tem 30 anos. Depois, retira-se de 9 em 9 anos.

O conjunto de sobreiros novos, a que nunca se tirou cortiça chama-se chaparral.

Esta árvore é oriunda da região Mediterrânica. 

Texto coletivo da turma do 4º A

da EB de Albergaria-a-Velha

Professora Titular de Turma: Helena Pais

Pela turma do 4.º A, da EB de Albergaria.

   Produção Textual: Texto Informativo (Expositivo)

 

A Caravela

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A Caravela Portuguesa era uma embarcação feita com madeira de carvalho, com 2 ou 3 mastros que suportavam velas triangulares, de seu nome latinas. A sua tripulação era constituída por 20 a 25 homens, chegando mesmo a transportar 50. 

Estes barcos foram aperfeiçoados pelos Portugueses, nos séculos XV e XVI e atravessavam os oceanos com alguma rapidez, visto serem embarcações rápidas e fáceis de manobrar, mesmo com 25 metros de comprimento e 7 metros de largura.

Nas suas viagens, era utilizada a arte de bolinar, ou seja, navegar contra o vento, tendo também a possibilidade de, na ausência de vento, ser movida a remos.

Algumas das viagens mais importantes realizadas com caravelas foram a de Bartolomeu Dias, em 1487, que ficou célebre por ter sido o primeiro Europeu a navegar, para além do Extremo Sul de África, contornando o Cabo da Boa Esperança, chegando ao Oceano Índico, a partir do Atlântico; a de Cristóvão Colombo, navegador responsável por liderar uma frota que alcançou o Continente Americano a 12 de outubro de 1492, descobrindo assim a América; a de Pedro Álvares Cabral, navegador e explorador português que descobriu o Brasil, em 1500.

As Caravelas foram muito importantes para os portugueses por terem sido o meio de transporte utilizado na conquista de novos territórios e de novos mercados, na divulgação da língua e na expansão da cultura portuguesa pelo mundo.

Ana Rita Branco Pereira

Da turma do 4.º A da EB de Albergaria-a-Velha

Professora Titular de Turma: Helena Pais

Pela turma do 4.º A, da EB de Albergaria.

Visita de estudo a Lisboa

visita.jpg

A visita de estudo da turma do 4º A, da Escola Básica de Albergaria-a-Velha a Lisboa, foi no dia 30 de Abril.

Todos nós tivemos de estar muito cedo na escola, pois tínhamos que partir para a capital do país às 6 horas e 30 minutos.

Na viagem parámos na estação de serviço de Leiria, por volta das 8 horas, para um breve lanche.

Chegámos a Lisboa cerca das 10 horas e 30 minutos e às 11 horas entrámos na Assembleia da República, onde fomos recebidos por um guia e um deputado, que se costuma sentar ao lado do Presidente da República para o ajudar em tudo o que ele necessita quando está na Assembleia.

Neste local, eu vi as duas salas onde os deputados dos vários partidos discutem e decidem as leis para melhor governar o país.

A Assembleia da República tinha muitas pinturas, estátuas e imagens nos tetos que representavam os brasões de todos os distritos de Portugal. O guia também nos mostrou um canhão de metal que se transformava numa casa.

Saímos de lá às 13 horas e fomos almoçar ao Parque das Nações, por volta das 13 horas e 30 minutos. Depois de almoçarmos, fomos visitar o Oceanário de Lisboa, que é considerado o maior da Europa.

Neste local eu vi muitas espécies de animais aquáticos e alguns que, para além de conseguirem viver na água, também vivem em terra.

Os animais que me lembro ter visto foram: raias, tubarões, pinguins, peixes-lua, peixes-palhaço, estrelas-do-mar, cirurgiões-patelas, alforrecas, peixes que se escondiam na areia, pássaros do mar, lontras, tartarugas e muitos tipos de algas.

No fim da visita, fomos à loja das recordações do Oceanário, onde comprámos lembranças sobre este local para mais tarde nos lembrarmos desta visita.

 Saímos do Oceanário por volta das 17 horas e parámos na estação de serviço de Santarém para lanchar.

A chegada a Albergaria-a-Velha ocorreu por volta das 20 horas e 30 minutos.

Gostei muito desta visita, porque me permitiu aprender imenso sobre o funcionamento da Assembleia da República e sobre a fauna e flora que existem no Oceanário de Lisboa.

Filipa Sofia Araújo

Da turma do 4.º A da EB de Albergaria-a-Velha

Professora Titular de Turma: Helena Pais

Da turma do 4.º A, da EB de Albergaria.

Preparação do “Relvinhas”

A.jpg

Para celebrar a chegada da primavera, a nossa turma - o 4ºA, da Escola Básica de Albergaria-a-Velha, decidiu passar algum tempo ao ar livre.

Assim, de copo de iogurte na mão, fomos para o exterior, onde encontrámos um lugar apropriado para os encher de terra.

Seguidamente, voltámos à sala onde cada um colocou as suas sementes de relva dentro do copinho de terra e, por isso, lhes chamámos “Relvinhas”. No fim, regámos abundantemente.

Todos os copos foram colocados no parapeito da janela da sala de aula para que não lhes faltasse a luz solar e todos os dias continuámos a regar e a cuidar deles com dedicação.

Passado alguns dias, as sementes começaram a brotar e pudemos observar a relva a crescer dia após dia.

Mais tarde, quando a relva já estava bem alta, cada um de nós levou o seu “Relvinhas” para casa, onde continuámos a cuidar deles e até lhes fizemos penteados.

Adorámos esta atividade!

Texto Coletivo

Da turma do 4.º A da EB de Albergaria-a-Velha

Professora Titular de Turma: Helena Pais

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