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Cais da Escrita

Blog destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. Que os alunos escrevam por prazer, com criatividade e imaginação. Desde 25 de outubro de 2011.

Cais da Escrita

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Educação Literária pela turma do 4.º A, da EB de Albergaria.

Reconto do texto dramático

“Serafim e Malacueco

na corte do rei Escama”,

de António Torrado

 

Um dia, os vagabundos Serafim e Malacueco andavam pela rua. A certa altura, ficaram com muita fome, mas não tinham dinheiro. Então, decidiram bater à porta de uma casa e ofereceram-se para regar o jardim, em troca de comida. Porém, o dono da casa era o Pirata da Perna de Pau, que os obrigou a entrar no seu barco e a remar pelo mar dentro.

Passado algum tempo, chegaram a uma ilha onde estava um rei. Logo o pirata exigiu que lhe desse todo o dinheiro e os tesouros. No entanto, o rei não o entendeu e delicadamente apresentou-se. O Serafim e o Malacueco prostraram-se com respeito. Enquanto o Pirata fazia exigências, o seu barco foi levado pela corrente. Assim, o Pirata ficou muito aflito, mas o rei ofereceu-se, prontamente, para lhe dar guarida até se arranjar outro transporte. Depois nomeou o Serafim, como Duque das Águas Claras,  o Malacueco, como Marquês das Águas Turvas. Ambos ficaram radiantes, pois já não precisariam de trabalhar. Entretanto o Pirata foi nomeado Almirante-Mor. Como o Rei e o Pirata ficaram com fome, obrigaram o Serafim e o Malacueco a ir pescar um peixe de grande porte, enquanto iam passear pela ilha. Passado algum tempo, eles pescaram um peixe muito pequeno, mas decidiram atirá-lo ao mar. Pediram-lhe para lhes trazer um barco que os tirasse daquela ilha. Voltaram a lançar a linha e começaram a puxar, porque pensavam que era um peixe grande. Então o Serafim foi buscar uma grande sertã. Foram puxando, puxando, mas cada vez mais iam sendo arrastados, até que caíram na sertã. O Malacueco que não sabia nadar, disse:

- Agarra-te! Vamos de sertã aquática.

Após algum tempo chegaram à sua terra, mesmo em frente à casa do Pirata.

Depois de viverem essa aventura, o Serafim e o Malacueco continuaram sem querer trabalhar, porque não queriam ter patrões, nem donos, nem criados, nem mordomos. E voltaram a pedir esmola para arranjar comida!

Trabalho colaborativo – Turma  da EB / 4º A,

da EB de Albergaria-a-Velha

Professora Titular: Carmo Delgado

 

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