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Cais da Escrita

Blog destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. Que os alunos escrevam por prazer, com criatividade e imaginação. Desde 25 de outubro de 2011.

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A verdadeira história do Capuchinho Vermelho - versão do Lobo Mau.

lobomau2.jpg

 por Eduardo Matveenko, nº8, 6º E

Vou contar-vos aquilo que me lembro…
Eu estava na floresta e tive muita fome, não comia há três dias. Depois eu vi uma rapariga. Achei estranho... Uma rapariga na floresta?
Primeiro ponderei comer aquela humana, mas depois pensei: "E se ela não está sozinha? Se calhar está com lenhador!"
Eu não sabia o que fazer.
Pensei, pensei, e depois gritei com voz alta:
- Já sei! Vou perguntar onde é que ela vai!
Quando eu chamei a rapariga e lhe perguntei onde ia, ela disse que ia visitar a avó que estava doente, e disse que tinha que ir embora. Correu rapidamente.
Eu não achei nada estranho que ela tivesse corrido rapidamente, porque eu sou um lobo e todos têm medo de mim.
Então, pensei em comer a avó dela e depois comê-la.
Fui a correr pelo caminho mais curto para a casa da avó da menina, enganei avó e entrei na casa, como ela estava muita fraca, comi a velhota num instante.
De seguida, disfarcei-me de avó.
Eu estava muito sossegado quando entrou a rapariga. Ela olhou para mim e a primeira frase que disse foi:
- Ó avó, porque tens as orelhas tão grandes?
- Mais que pergunta!

Eu fiquei sem palavras, e respondi em pânico:
- Para ouvir-te melhor, minha querida.
Depois ela voltou a perguntar:
- Ó avó, porque tens os olhos tão grandes?
"Mas que miúda aborrecida."

Lá respondi:
- Para ver-te melhor, minha querida.
- E porque tens dentes tão grandes? – voltou a miúda a perguntar.
Como já estava farto daquelas perguntas gritei:
- PARA TE COMER!!! PARA TE COMER!!! PARA TE COMER!!!
Ela percebeu que eu não era a avó dela, que era um lobo e correu para direção à porta.
Mas, eu ainda tinha fome e não ia deixar escapar aquela rapariga, então, fui a correr atrás dela e quando a apanhei  comi-a.
Foi então que ouvi uns passos e o barulho de uma espingarda e… PUM, PUM, PUM !!!

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