Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Cais da Escrita

Blog destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. Que os alunos escrevam por prazer, com criatividade e imaginação. Desde 25 de outubro de 2011.

Cais da Escrita

Blog destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. Que os alunos escrevam por prazer, com criatividade e imaginação. Desde 25 de outubro de 2011.

Oficina do Texto (III), do 4.º B da EB de Albergaria-a-Velha.

A Vendedora de Fósforos

     »Na véspera de Ano Novo, na última noite do ano, fazia muito frio. As ruas da pequena cidade estavam completamente às escuras.

     As pessoas abrigavam-se nas suas casas aquecidas e através das janelas viam-se as luzes das árvores de Natal acesas. O aroma a ganso recheado escapava para a rua. A neve caía.

     Apenas uma jovem menina vagueava pelas ruas desertas. Os flocos de neve pousavam nos seus caracóis louros, os pés descalços estavam roxos por causa do frio. Quando saíra de casa tinha calçado um par de sapatos mas, ao desviar-se de uma carruagem que passava apressada, perdera-os, pois estavam demasiado grandes. Um dos sapatos desapareceu e o outro foi apanhado por um pobre rapaz que rapidamente se pôs em fuga, sem olhar para trás.

     A menina trazia nas mãos um molho de fósforos e no bolso do avental tinha mais. Ninguém lhe tinha comprado nada nesse dia. De certeza que o pai ia ficar furioso e, além disso, em casa também estava frio, uma vez que o vento assobiava pelas fendas do telhado.

     Num canto entre duas casas, uma mais saliente que a outra, a menina sentou-se e aninhou-se, encolhendo os pés contra o corpo. Estava gelada e tinha as mãos dormentes, devido ao frio. Não parava de nevar e as ruas começaram a ficar desertas. O frio aumentava cada vez mais…»

 

                                                                               Hans Christian Andersen,

"A vendedora de fósforos" - Everest Editora.

Imagina o que se passou e

depois escreve

um final para esta história.

 Estavam juntos para um novo ano...

     O pai estava preocupado. A vendedora de fósforos nunca mais regressava a casa.
     Passaram duas horas e a vendedora sem aparecer. Então, o pai decidiu ir procurar a filha. Procurou toda a noite. Mas nem sinal dela.
     Passaram quatro dias e… nada. O Pai não desistiu. Alguns dias depois, encontrou-a num canto entre duas casas. Aproximou-se e viu que tinha desmaiado com o frio.
     Levaram-na para o hospital. Foi então que a menina sonhou que o seu pai tinha sido baleado por tiro de caçadeira. Acordou e viu que estava no hospital. Ao perceber que tinha o pai a seu lado, perguntou aflita:
     - Pai, foste baleado?! – perguntou ainda assustada.
     - Não. Tu estavas a sonhar… - respondeu o pai, tentando acalmá-la.
     O pai não ficou aborrecido por ela não ter vindo a horas e sem dinheiro.
     Chegaram a casa com a comida já feita e começaram a jantar.
     Finalmente, a família estava contente. Estavam juntos para um novo ano...

Luis Turchyn, 4.º B

 Toda a gente estava feliz

     E a menina não aguentou muito mais. A certa altura, chega um menino pobre que diz:
     - Desculpa por te ter tirado o sapato... - disse o menino arrependido.
     - Não faz mal. Os sapatos eram muito grandes… - comentou a vendedora.

     De seguida, ele pediu-lhe uma caixa de fósforos.
     - Quanto custa uma caixa? - perguntou o menino.
     - Um euro e é só se tu quiseres. Eu não te obrigo - disse a menina de caracóis louros e pés roxos.

     E o menino lá lhe deu a moedinha de um euro. Assim, a menina de caracóis louros e pés roxos decidiu ir para sua casa. Quando chegou, o pai não ficou furioso. Até ficou contente!
     Já era 2012. Toda a gente estava feliz e gritavam:

     - «Ano novo, vida nova!».Fizeram um brinde e desejaram um feliz ano novo que, pelo menos, fosse melhor que o ano anterior.


Diogo Rocha Jesus, 4.º B

Viram-se e abraçaram-se

     A menina pegou num fósforo e acendeu-o, mas caiu um floco de neve e apagou-o. Acendeu outro e aconteceu a mesma coisa.

 

     Atirou o fósforo e começou a chorar:

 

     -«Snif, snif, snif», porque é que só me acontece a mim? Porquê?! «Snif, snif, snif» - soluçava sem parar.

 

     Depois de se aquecer e de se aninhar entre as duas casas, teve paciência, pegou num fósforo e acendeu-o. Nesse momento, ouviu alguma coisa fazer barulho. Foi ver o que era e encontrou os seus sapatos, algumas moedas, um cachecol, um casaco e um cobertor.

 

     Foi guardá-los entre as casas, mas continuou aquele barulho estranho que não se percebia ao certo o que seria. O ruído era (de longe) enferrujado, triste e baixo.  

 

     Lá se levantou outra vez e procurou, procurou, procurou até que encontrou o pai a chorar. Viram-se e abraçaram-se:

 

     - Ó filha, desculpa! - dizia o pai.

 

     - Não faz mal, pai! - assegurou a menina.

 

Gonçalo Euardo Pego Araújo, 4.ºB

Foi comprar um

par de sapatos

bem quentinhos 

     Era uma vez uma menina que vendia fósforos. Um dia, essa menina não tinha vendido fósforos e então decidiu não ir para casa, porque já sabia que o pai ia ficar irritado e ia pô-la outra vez fora de casa.

     A temperatura tinha baixado muito e a menina tinha cada vez mais frio.

     Houve uma pessoa que precisava de uma dúzia de fósforos. A menina vendeu doze fósforos por cinco euros e foi para casa com cinco euros na mão.

      O pai da menina disse que, no dia seguinte, lhe ia comprar um par de sapatos. E assim foi. O pai da menina foi comprar-lhe um par de sapatos bem quentinhos.          

 

      Emanuel Perez de Carvalho, 4.º B

    

 A senhora sorriu

e levou-a a casa

     ... e a menina começou a chorar.
     Começou a pensar que as pessoas que estavam em casa felizes eram pessoas cheias de sorte. Mas ela era muito pobre e pouco sortuda.
     Pensava na reação do pai quando chegasse a casa. Algum tempo depois, um menino passou pela rua e a menina cumprimentou-o:
     - Olá!
     - Olá. - respondeu o menino.
     - Onde é que vais? - perguntou a menina.
     - Vou comprar fósforos.
     - Olha...eu vendo fósforos. Queres algum?
     - Por caso... sim, quero!
     - Custam dois euros! - exclamou a menina, cheia de esperança.
     - Muito bem! Está comprado.
     A menina ainda tinha medo de voltar. Por isso, esperou para  ver se vinha mais alguém. Entretanto, mais ninguém apareceu...
     De repente , quando se preparava para desistir, uma senhora já idosa, vinda do nada, pergunta:
     - Onde é que é a tua casa?
     - É na Rua Velha. - respondeu a menina.
     - Eu levo-te a casa. - disse a senhora.
     - Mas o meu pai quer que eu tenha dinheiro para ele…
     - Então, toma cinquenta euros!
     - Muitíssimo obrigado! – agradeceu a menina aliviada, mas muito feliz.
     A senhora sorriu e levou-a a casa para que levasse a boa notícia ao pai.

Luís Filipe Almeida Peralta, 4.ºB

 

 Todos lhe deram

alguma coisa

     O frio aumentava cada vez mais e a menina ia começando a ficar com o corpo dormente. De manhã, a menina dormia no chão, e mais pessoas se aproximavam dela. Quando acordou, a menina, já rodeada de muita gente, começou a vender os fósforos às pessoas.
     Todos lhe deram alguma coisa: dinheiro, roupa, comida...
     A caminho de casa, a menina encontrou um rapaz com  roupas velhas, com a cara gelada...e pensou, que também ela estivera assim. Decidiu, por isso, repartir parte do que tinha recebido com aquele rapaz já roxo de frio.
     Em casa, contou aos pais o gesto de bondade que tivera e como correra a sua noite.
     Os pais, muito felizes, perguntaram pela roupa, pela comida e pelo dinheiro recebido com a venda dos fósforos.
     A menina mostrou-lhes e os pais ficaram muito orgulhosos dela. Assim, puderam comprar uns lençóis quentes e, com o resto do dinheiro, pagaram alguns livros da filha.

Diogo Miguel Tavares Pereira,  4.ºB

 

Foto de Lili Pereira

Afinal, aquele homem

era o seu pai

     Não havia ninguém na rua. Os telhados estavam cheios de neve. Ela já não sabia o que fazer: ir para casa ou continuar ao frio.
     Faltavam vinte minutos para a meia-noite. O vento batia cada vez mais forte. Esta vendedora, como era muito esperta, foi ver se encontrava lenha no pinhal mais perto dela. Descobriu um bocadinho de lenha no pinhal do seu vizinho.
     Com um fósforo acendido, colocou-o no meio dos paus misturados com a caruma. Não conseguiu atear uma fogueira. Pensou, pensou… Na cabeça surgiu logo uma ideia. Precisava de pinhas. Foi de novo ao pinhal recolher umas pinhas.
     Assim, sim. O lume estava aceso. A vendedora de cabelos louros ficou a olhar muito bem para o lume. Chegou-se a ele para se aquecer. Foi então que viu umas botas de cano alto.
     E perguntou-se:
     - Como é que estas botas vieram aqui parar?! Quem as terá trazido?!...
     Faltava um quarto de hora para o ano novo chegar. A vendedora não sabia quem teria ali deixado o par de botas.
     Uma voz grossa e misteriosa disse então:
    - Estavas a pensar há dois minutos quem seria eu. Apareci para veres quem te deu as botas…

     A menina ficou de boca aberta. Afinal, aquele homem era o seu pai.
     - Pai! - gritou espantada por ali o ver.
     O pai também ficou muito feliz por conseguir dar um presente à filha. Mesmo assim, pediu-lhe para não voltar a fugir de casa. Regressaram para passar o resto da noite.
     Tiveram uma passagem de ano muito feliz. A menina gostou muito de ver o seu pai contente e alegre.

Diogo Daniel Ferreira Matos, 4.º B

Refugiou -se num sítio

dedicado aos pobres  

     A vendedora de fósforos acabou por desistir e voltou para casa, mesmo sabendo o que lhe podia acontecer. Chegou e ouviu:
     - Mostra lá o dinheiro que trouxeste! - ordenou o pai.

     Um pouco intimidada, respondeu:
     - Não vendi nada pai. Nem uma caixa... - disse, envergonhada, a vendedora de fósforos.
     - O quê? Como é que te atreveste a voltar para casa sem um único tostão?!-pergunta o pai furioso.
     - Desculpa pai, mas...estava muito frio lá fora e não aguentava mais. - explicou já a tremer.
     - E porque é que estás descalça?-perguntou a mãe em tom alto.
     A menina, farta de ouvir gritos, fugiu e refugiou -se num sítio dedicado aos pobres onde mais tarde foi adotada por uma família rica, que lhe deu carinho, amor e atenção. Foi a aí que recebeu a sua merecida prenda: uma vida melhor.


 
Melissa Pereira Ribeiro, 4.ºB

 A menina voltou para casa

com os vinte e cinco euros

     … A menina, ainda com frio, continuou a caminhar. Estava cada vez mais frio. Pouco depois, a menina lembrou-se de acender um fósforo. Mas este apagou-se.

     De repente, um menino apareceu e disse:

     - Olá!

     - Olá! – disse a menina.

     - Conheces alguém que venda fósforos? – perguntou o menino.

     - Eu vendo fósforos! – exclamou a menina.

     - Quero um – pediu o menino.

     - É um euro – garantiu a vendedora.

     - Então, quero cinco! – exclamou o menino.

     - São cinco euros – disse a menina.

     - Muito obrigado! – agradeceu o cliente.

     Contente por ter vendido alguns fósforos, a menina continuou a andar. Já perto de casa, pensou em voz alta:

     - Não posso voltar para casa só com este dinheiro!

     - Leva este dinheiro contigo – disse uma senhora idosa, oferecendo-lhe vinte euros.

     - O que é que posso fazer por si? – perguntou a menina.

     - Se tivesses alguns fósforos que me pudesses dar… - disse a senhora idosa.

     - Sim, tenho! – interrompeu a menina – Aqui estão eles. Os vinte! – continuou a menina.

     - Vinte?! São muitos! – disse a senhora idosa – Muitíssimo obrigada – continuou a velha senhora.

     Sorridente, a menina voltou para casa com os vinte e cinco euros e os restantes fósforos.

Mariana Marques Almeida, 4.ºB

Estava com a minha avó

e isso é que importava!

     ... Estava presa, não me conseguia mexer, estava tudo muito escuro. Ganhei coragem e levantei-me. Fui para fora da aldeia.

     Passadas duas horas, encontrei uma pequena quinta que me parecia familiar e fui para lá. Toquei à campainha. Quando apareceu… a minha avó. Ela convidou-me para entrar. Não via a avó há muitos anos. Ela era muito simpática e carinhosa. Diziam que ela tinha o dom de comunicar com Deus, mas os meus pais pensavam que ela era maluca. A minha avó convidou-me para passar o ano novo com ela, a sua comida era galinha assada com batata cozida.

     Faltava uma hora para entrarmos no ano novo. A avó pediu-me para ir buscar couves à horta. E lá fui. A avó plantava de tudo; por isso tinha comida para todo o ano. Era muito feliz!

Faltavam dez segundos, estávamos com champanhe na mão…

     Pum pum pum! Começavam a largar foguetes! Comemos as doze passas e o meu desejo realizou-se: estava com a minha avó e isso é que importava!

Guilherme Rafael Tavares Ventura, 4.ºB

 Ela teve um sonho em

  que vendia muitos fósforos

     O frio aumentava cada vez mais. Decidiu então ir para casa.

     O vento soprava cada vez mais pelo telhado adentro!

     Quando a menina viu o seu pai, disse-lhe que não conseguira vender fósforos. Ele ficou aborrecido, porque precisava de comer e de juntar dinheiro para comprar uma casa melhor.

     Triste, a menina foi para o seu quarto, que só tinha uma cama, onde passaria a noite. Ela teve um sonho em que vendia muitos fósforos e o pai conseguia arranjar uma nova casa para os dois viverem.

     Passados uns tempos, esse sonho realizou-se e tiveram muitos aquecedores porque muitas pessoas souberam que viviam cheios de frio. Todos os ajudaram.

     E assim a menina e o pai viveram felizes para sempre!

                              Maria Beatriz Lages Bernardo, 4.º B

 

A menina foi a correr

para casa avisar os pais

     O frio aumentava cada vez mais, a menina sentou-se no chão. Nesse momento, saiu um senhor de uma casa que ia à floresta colher alguns paus para acender a fogueira. Os fósforos tinham acabado.

     A menina chamou-o:

     - Desculpe! Quer comprar alguns fósforos? - pediu encarecidamente.

     - Fósforos? Mas como é que sabia que eu queria?... - disse o senhor.

     - Não sei! - respondeu a menina.

     - Então, dás-me um molho? – perguntou o homem.

     - Sim, claro!!!!

     O senhor comprou os fósforos por dez euros e a menina ficou muito feliz!

     Agradeceu ao senhor e foi para casa aos saltinhos, porque finalmente tinha vendido não um fósforo, mas um molho deles.

     Quando ia para casa, encontrou uma casa abandonada, mas que estava toda bem feita e lá dentro também estava quente. A menina foi a correr para casa avisar os pais que tinha recebido dinheiro e também encontrado uma casa melhor para viverem.

     Mudaram-se para essa casa e ficaram muito felizes. Com esse dinheiro, compraram comida para aquela noite e daí em diante viveram felizes para sempre.

                                                                                                             Inês Rodrigues Santos, 4.ºB

 Os pais ficaram

muito contentes

     Na pequena cidade, o frio aumentava cada vez mais e  a menina não conseguia suportar aquele frio.

     Andou mais para a frente para ver se encontrava algum abrigo, mas todas as casas estavam tão divertidas, que nem a ouviram a bater à porta ou a tocar à campainha.

     Ela estava a um quilómetro de sua casa, até que encontrou uma idosa que não tinha luz em casa nem fósforos. Comprou oito fósforos à menina.

     Quando a idosa saiu, teve pena da menina e convidou-a a ir a sua casa tomar um chocolate quente. A menina aceitou. Ficou lá um quarto de hora.

     Depois foi para casa com oito euros, porque cada fósforo custava um euro.

     O pai não se aborreceu porque, com oito euros, dava para comprar comida e alguns trapos. Era uma família muito pobre. Por isso é que a menina andava a vender fósforos.

     No dia de ano novo, a menina teve de ir vender mais fósforos, mas nessa tarde houve um corte de eletricidade e conseguiu vender vinte e cinco fósforos porque ninguém tinha luz em casa.

     Regressou com vinte e cinco euros. Os pais ficaram muito contentes porque, finalmente, conseguiram algum dinheiro mais.

     E passaram o Ano Novo muito feliz!

Ana Lúcia Silva Magno, 4.º B

Hans Christian Andersen

(Odense, 1805 - Copenhaga, 1875)

 

     Escritor dinamarquês. De origem humilde, filho de um sapateiro. Em 1819 instala-se em Copenhaga, onde, graças à ajuda de generosos protectores, estuda canto e dança. Mas na realidade a sua formação é autodidacta, nutrida por abundantes leituras. A partir de 1833 começa a publicar obras dramáticas, diários, apontamentos de viagens e alguns romances.

 

     Mas a obra que o torna célebre em todo o mundo é Contos, traduzidos para uma infinidade de idiomas. Publica os primeiros em 1835-37, e continua a escrever e a publicar até chegar, em 1872, a um total de 156 contos. Os contos mais antigos estão enraizados na tradição popular: Companheiro de Viagem, Os Cisnes Selvagens. Posteriormente, Andersen dedica-se ao conto literário no mundo das fadas (O Duende, A Colina dos Elfos), numa concepção idílica da natureza (O Rouxinol, O Sapo, O Abeto, As Flores da Pequena Ida) e, inclusive, nas relações misteriosas entre os objectos mais prosaicos (A Agulha de Remendar, A Gota de Água, A Velha Lanterna, Os Trapos). Alguns dos seus contos mais famosos deixam entrever elementos autobiográficos: O Soldadinho de Chumbo, A Pequena Sereia.

 

Texto retirado daqui

 

 Prof. da Turma: José Manuel Alho

Mais sobre este Cais

foto do autor

Selo BloguesEDU

Visitas ao Cais

free counter

contador de visitas

O Tempo para hoje

(clicar na imagem para outras previsões)

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D