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Cais da Escrita

Blog destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. Que os alunos escrevam por prazer, com criatividade e imaginação. Desde 25 de outubro de 2011.

Cais da Escrita

Blog destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. Que os alunos escrevam por prazer, com criatividade e imaginação. Desde 25 de outubro de 2011.

Da turma do 3.º A, da EB de Albergaria-a-Velha.

PAI

 

Para mim tu serás sempre

O meu presente.

Cada dia vou dizer:

- Pai, não te vou esquecer!

 

Mas inventei uma canção

Do fundo do meu coração.

Para o melhor pai do mundo

Dou-te tudo num segundo.

 

E, nesse dia de alegria

Para o pai, na minha canção

Eu ponho um grande beijo,

Um abraço e xi-coração!

Beatriz, 3.º A

 

 

 

Às vezes o meu pai vai para Lisboa,

Eu digo adeus e ele vai embora.

Acho que foi para o trabalho

Eu não sei se ele demora.

 

Mas eu fizuma flor

Com muitas saudades.

Cheira muito bem

E vai para todas as pessoas.

 

Eu quero um dia melhor,

Para o meu pai em Lisboa.

Muitos beijinhos e abraços

Muito amor e alegria ao meu pai!

Bruna, 3.º A

 

 

António é o seu nome.

Não é infeliz comigo,

Tem tudo o que o faz feliz.

 

Oh! Ele é tão meu amigo.

Ninguém é como ele,

Que inventa piadas e anedotas.

O meu melhor amigo é ele!

 

Já aqui vejo como é.

E tu que feliz estás,

Sem ti não sou nada,

Uma adivinha e mais nada,

Sem defeito algum!

Eliana, 3.º A

 

 

É bom ter pai!

Estou muito alegre!

Dar os parabéns e as prendas,

Por esta data tão feliz!

 

Tenho aqui a minha irmã

A saltar e a pular de alegria

E o meu pai diz:

- Parem, já vi que estão contentes

Pai, amamos-te muito!

Mariana, 3.º A

 

 

Pai, és muitíssimo clemente

Não só hoje

Mas eternamente.

 

Gosto de ti desde

Aqui até à lua

Gosto de ti desde

a lua até aqui.

 

Gosto de ti

Simplesmente porque gosto,

É tão bom viver assim.

 

Queria dar-te um presente

mas não sei o que escolher.

Estás sempre ao meu lado.

Pedro, 3.º A

 

Papá

Tenho um

Pai que é

Comilão, dorminhoco…

 

Por isso

Enquanto dormia

Pensei:

 

Tenho um

Pai comilão

É um papão!

 

Tenho um

Pai dorminhoco

É um papanhoco!

 

Digo estas coisas

Porque gosto dele!

Juliana, 3.º A

 

 

O meu pai é meiguinho

Eu gosto muito dele.

À noite dou-lhe beijinhos

E adormeço ao colo dele.

 

Pai, hoje é o teu dia

De mim mereces carinho

Muito amor e alegria.

Tu és o meu paizinho!

Diana, 3.º A

 

 

Feliz e giro,

Inventas várias coisas.

Lindo para sempre,

Imaginas muito.

Pensas e ajudas-me nos trabalhos de casa.

E vou precisar de ti para sempre!

Francisco, 3.º A

 

 

O meu pai

O meu pai é um grande amigo,

Joga à bola e salta à corda.

Anda às cavalitas comigo,

mas se grito não concorda.

 

Dias de sol, são dias de brincadeira,

Trepo às árvores e escondo-me nos arbustos,

Mas ele não tolera uma asneira,

Porque a seguir, ele prega-me um susto.

 

Ser pai não é tarefa fácil,

Tem sempre paciência para as filhas,

Mesmo quando elas não são de trato fácil,

Ele acha-as umas maravilhas!

Maria João, 3.º A

 

 

Pai

És o meu amor

De ti não sinto dor.

Peço a Deus que fiques bem

Digo-te adeus quando te vais embora!

Alexandre, 3.º A

da EB de Albergaria-a-Velha.

Prof.ª da Turma: Catarina Maria Pires Monteiro

»A Poesia é magia/ Vinda do coração/ Pura alegria»

A Poesia

 

A Poesia é magia
Vinda do coração
Pura alegria
Cheia de inspiração
E também imaginação!

 

Está na nossa vida
Pois é bem compreendida
É uma boa amiga
Pois é feita com boa medida!

 

Toda a gente a confrontou
E também a criticou,
Mas sempre ficou bem-vista
Na mente do poeta
Pois ele é um artista!

 

 

Trabalho coletivo do 4.º C
da EB de Albergaria-a-Velha
Prof.ª da Turma: Rosa Maria Correia Costa Figueiredo

Imagem retirada daqui

»À noite, colocou os dois dentes debaixo do travesseiro e adormeceu.»

Caíram os dentes ao Rodrigo…

   

     Na sexta-feira, caíram dois dentes ao Rodrigo.

   Quando estava a almoçar na creche, ao comer uma pera, caiu-lhe um dente e ele levou-o para casa.

   Em casa, quando estava a brincar com o irmão, atirou um boneco ao ar e acertou com a mão noutro dente, que também caiu.

   À noite, colocou os dois dentes debaixo do travesseiro e adormeceu.

   Veio a fada dos dentes e pôs-lhe cinco euros debaixo da almofada.

   De manhã, espreitou debaixo do travesseiro e descobriu a nota.

   O Rodrigo ficou muito feliz e guardou o dinheiro no mealheiro.

 

Autor: Rodrigo Miguel Melo Oliveira,

(Texto melhorado com a ajuda da turma)

EB1 de Angeja - 1.º ano
(Prof.ª da Turma: Emília Maria Magina Marques)

" O Rapaz de Louredo" - António Mota. O avô Pedro vivia sozinho em Matos e não queria sair do seu cantinho, mas a família desejava o contrário e os nossos alunos continuaram a história...

    O Rapaz de Louredo

 

 

 

     O avô riu-se com a resposta do pequeno Zé.

    -Ah! Ah! Ah!-riu-se o avô e acrescentou- Então não é a mesma coisa?

    -Pois é!-disse o Zé.

    Logo de manhã, fomos dar um passeio.

    Lá tudo era calmo: o centeio era empurrado pelo vento, o sol era escaldante, a ribeira calma a correr pela terra e os animais a brincarem e a conviverem juntos.

    Foi uma tarde normal de verão, mas que nunca vou esquecer.

    Quando voltámos, todos os vizinhos do avô tinham arranjado a casa e tudo só porque o avô era tão carinhoso e alegre para eles.

    O avô ficou sem ar durante algum tempo porque tinha ficado tão pasmado.

    No novo jardim, eu estava a brincar na casa da árvore quando de repente o avô vem ter comigo para me convidar a colher alguns legumes biológicos para o jantar.

    Na hora de jantar, sentámo-nos à mesa para comermos.

    Falámos e conversámos o resto da noite.

    Agora todos os meses visitamos o avô Pedro.  

 

Diogo Gil 5º E

 

 

 

 

 

 

 

 

      O  avô passado uns dias aceitou ir para Louredo.

      Em  Louredo o avô Pedro conheceu outro senhor chamado S. Armando Eduardo. Também era avô e vivia na Serra do Caramulo.

      Mas, tinha a imaginação que o avô Pedro tinha.

      Eles combinaram ir juntos ao cinema ver um filme que estava em estreia.

      Foram à Worten e viram dois Ipads da Apple e compraram um para cada. Assim, em casa  podiam falar um com o outro.

      Eles gostavam muito do Ipad, jogavam e falavam.

      Os netos do avô Pedro acharam muita graça àquilo.Era mesmo engraçado.

      Foram todos passear, um dia, ao Museu do Papel, que ficava muito longe.Toda a gente gostou.

      O avô vestia-se melhor, era muito mais arrumado e comia muito melhor.

      Ele brincava muito com os netos, fazia muitas adivinhas e eles nunca as adivinhavam. Eram todas muito difíceis e às vezes nem ele próprio sabia as respostas.

      Gostou tanto de  Louredo que nunca mais quis sair de lá.

 

Ana Gonçalves 5º C

 

 

 

 

 

 

     Depois de terem visitado o avô foram para casa um bocadinho contentes e um bocadinho tristes.  Estavam contentes porque o avô continuava muito brincalhão e continuava a contar adivinhas que era o que eles gostavam mais. Estavam muito tristes porque o avô não arrumava a casa, porque estava sozinho e não queria ir para casa dos netos.

     Estavam para ir comer quando o avô apareceu. Os netos deliraram muito contentes e exclamaram:

     -É tão bom ver-te avô! Pensávamos que só te íamos ver passado mais uns anos!

     -Pensaram mal! Eu estive a pensar melhor e cheguei à conclusão que estar sozinho é diferente de estar acompanhado!- disse o avô muito contente.

     -E vieste com quem? – perguntou a mãe .

     -Com este senhor que é muito meu amigo! – disse o avô.

     -Como se chama? – perguntaram os netos curiosos e com um pouco de vergonha.

     -António! – disse o avô acrescentando – não tenham vergonha ele é simpático e um grande desportista!

     -Já agora podemos almoçar cá? – perguntou o avô.

     -Claro que sim! –disse a mãe.

     Assim, passaram o resto do dia muito contentes.  

 

Edgar Pereira 5º E 

Poesia(s), do 4.º C da EB de Albergaria-a-Velha.

D. Dinis


A poesia era a paixão
Do seu grande coração,
Mas ao trono foi parar
Com o sonho por completar.

Sempre na esperança de continuar
Os seus versos de rimar,
Queria um livro fazer
Mas o seu pai não lhe deu esse prazer.

O pinhal de Leiria plantou
Para os naus construir
E ele sempre sonhou
O fabuloso mar descobrir.

O milagre das rosas se realizou
Porque D. Isabel os pobres ajudou,
A mentira lhe valeu
O amor que o povo lhe deu.

Autores: David Oliveira e Tiago Soares, 4.º C
da EB de Albergaria-a-Velha

Óh Mar …


Óh mar que és enorme,
Cheio de água salgada.
Que vontade de mergulhar
Nas tuas águas mais profundas
E conhecer-te por dentro, ó mar.

Como é bom comer o saudável
Peixe que tu crias.
Como é bom sentir o teu cheiro,
A tua brisa…, o teu brilho, a tua salinidade…
Nas tuas areias eu brinco
E banho-me ao sol.
Óh mar dá-me um pouco
Da tua grandeza!...
                  

David Curião Oliveira, 4.º C
da EB de Albergaria-a-Velha
Prof.ª da Turma: Rosa Maria Correia Costa Figueiredo

Imagens retiradas daqui e daqui

Da EB1 de Angeja.

A caça ao javali


     No passado fim de semana fui para Castelo de Vide, no Alentejo.

 

     Em Castelo de Vide, existe um castelo muito bonito. Já não se veem guardas como antigamente. São os polícias que o guardam. Atualmente podemos visitar uma pequena aldeia, lá dentro.
     Nesse fim de semana, fui à caça do javali com o meu avô, a Leonor e a minha tia Mariana.
Subi uma montanha muito alta e escorregadia por causa do musgo.
     Não consegui ver os animais, porque os cães os afastaram. Mas costumam aparecer javalis, veados, cervas, varetos e navalheiros.
     Gostei muito de subir a montanha e de gozar estas pequenas férias.

Autor: Duarte Silva

(texto melhorado com a ajuda da turma)
EB1 de Angeja - 1.º ano
(Prof.ª da Turma: Emília Maria Magina Marques)

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