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Cais da Escrita

Blog destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. Que os alunos escrevam por prazer, com criatividade e imaginação. Desde 25 de outubro de 2011.

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Da EB1 de Angeja.

Tal como prometemos no início,
aqui vai o primeiro texto à nossa medida!

O menino e a fada

 

     Certo dia, o Fábio foi passear para o parque.
     No parque, ele viu uma fada muito bonita, que voava com as suas brilhantes asas.
     A fada pousou no ombro do Fábio e falou-lhe ao ouvido.
     A partir desse momento, eles ficaram grandes amigos.
         

Texto coletivo, EB1 de Angeja - 1.º ano

Prof.ª da Turma: Emília Maria Magina Marques

Viagens, pela turma do 4.º B da EB de Albergaria-a-Velha.

Uma aventura numa


nave espacial






Para aumentar de tamanho, clicar quando no cursor aparecer "Ler em ecrã inteiro"

 

Uma Viagem na


época dos Descobrimentos







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Prof. da Turma: José Manuel Alho

Ser diferente também é ser igual.

    A Menina das Duas Cabeças

 

 

 

 

     Era um novo dia, e Diana ia visitar a avó à sua pequena aldeia. Diana tinha um cão preto, com uns caracóis suaves e os olhos risonhos, era um verdadeiro amigo e acompanhava-a em tudo, mesmo tudo. Era um cão muito feliz e chamava-se Kiko.

    Diana, nesse dia, vestiu o seu vestido preferido, era todo branco, parecia neve; para além disso usava, na cinta, uma faixa vermelha, com pintas também brancas. Esse vestido combinava muito com ela. Diana tinha a pele lisa e suave, uns olhos grandes e redondos, o nariz era bicudo e a sua boca era oval. Os seus cabelos eram pretos, compridos e ondulados, brilhavam com o reflexo do sol.

    Ela tinha um espelho especial… era mágico… deslumbrante. Quando ela se olhava ao espelho via-se com duas caras e punha-se a falar de uma cara para a outra, elogiando-se uma à outra:

    “Hoje estás deslumbrante!”

    “Não! Tu é que estás.”

    “Eu gosto muito dos teus olhos!”

    E pronto, era assim uma confusão.

    Eram onze horas da manhã e Diana, depois de pronta, pôs uma coleira no seu amigo e companheiro cão Kiko e fizeram-se a caminho da casa da avó, passo a passo.

    Pelo caminho passou pela D.Isabel que estava no seu local de trabalho, na pastelaria, a fazer uns biscoitos de laranja, os preferidos de Diana.

    - Queres um biscoito? – perguntou a D.Isabel a Diana – Estão acabadinhos de fazer!

    - Sim, se faz favor. – responde Diana com um pouco de vergonha nos seus olhos.

    Logo que recebeu os biscoitos continuou o seu caminho. Uns minutos depois já conseguia avistar a casa da avó e ficou muito feliz.

    Quando chegou a casa da avó, ela disse-lhe:

    - Minha linda, estás tão bonita, e o teu Kiko já cresceu um pouco!

    - Obrigada avó, - agradeceu Diana – de facto o meu amigo já cresceu e está muito traquina.

    - Olha Diana, o almoço está pronto, é arroz e carne assada, também fiz aquela saladinha especial que tu tanto gostas. Anda para a mesa, mas primeiro vai lavar as mãos. – informou a avó.

    Entretanto, foram para a mesa e esqueceram-se completamente do Kiko e ele, triste, começou a chorar. Mas quando a Diana o ouviu foi logo buscar ao frigorífico comida para ele.

    - Toma Kiko, desculpa por me ter esquecido de ti, podes começar a comer. – disse Diana.

    Quando acabaram de comer, Diana agradeceu à avó pelo almoço. Entretanto a mãe chegou, pois já eram horas de voltar para casa. Mas antes disso a avó ofereceu-lhe bombons para ela saborear, sendo eles os seus favoritos.

    Pelo caminho contou à mãe o seu grande dia e a mãe ficou muito contente por vê-la tão feliz e satisfeita.

 

  Mariana Fonseca, 6ºA  

Ainda sou pequeno. Uma criança mas... quero ser tantas coisas!

Quero ser tantas coisas

 

 

 

 

         Quero ser tantas coisas que não sei o que quero ser. Futebolista, campeão de ténis ou jogador de futebol americano.

         Eu gosto destes desportos porque me divirto.

         Gosto de desportos com muita ação. Tenho que estar em permanente correria.

         Gostava de um dia ser um desportista famoso e que todos se orgulhassem de mim.

         Qualquer um destes três desportos me faria feliz, mas não sei o que o futuro me reserva.

         Posso até não ter nenhuma destas profissões, o que eu quero mesmo é ser FELIZ.

 

Diogo Moreira, 5º C

          

 

 

 

 

 

        

         Ainda não me decidi.

         Quero ser tanta coisa.

         Quero ser dançarina profissional e professora de dança.

         Quero participar em concursos e tentar ser sempre a vencedora.

         Quando for professora de dança vou ensinar aos meus alunos todos os passos que souber. E espero que eles sigam sempre em frente como eu.

         Vou seguir sempre em frente e tentar tudo o que desejo se realize!

 

 

Sara Bastos 5º C

 

 

 

 

 

         Eu quando for grande quero ser futebolista, mas também poderia ser mecânico, pois também seria divertido.

         O meu pai é mecânico e eu costumo desmontar motores de tratores com ele.

         Também gostaria de ser arquiteto, mas para isso tenho que treinar melhor os meus desenhos. Também gostaria de ser polícia, mas tenho que treinar, porque não corro lá muito. Deve ser uma profissão fantástica, o meu tio Joel é polícia daí a minha ideia de seguir a mesma profissão.

         Se calhar é mais divertido ser bombeiro e corajosamente lutar contra as chamas.

 

Daniel Maio, 5ºC

 

OFICINA de TEXTO(2) - Conta uma aventura, real ou imaginária, em que tu e o teu animal de estimação sejam os protagonistas.

 

 

 

A Máquina do Tempo

 

Vou contar-vos uma história que se passou há dois anos, com o meu cão Kiko.

  Estávamos nós num passeio quando, de repente, nos deparámos com uma coisa muito esquisita: parecia uma casa de banho daquelas de plástico.

Aproximei-me, mas continuei sem perceber o que era aquilo. Entrei pois, do lado de fora, tinha visto umas luzinhas a piscar e, foi então que me apercebi que era uma máquina do tempo! Ali, assim à toa…Era surpreendente! Como é que tanta gente que ali passara, não tivera um pingo de curiosidade. Era estranho!

    Tantos botões! Para que serviriam? – perguntei, estupidamente, ao meu cão (pois uma pergunta tem de ter sempre uma resposta mas, com ele essa resposta não existia).

    Cliquei num botão vermelho que dizia “NÃO CARREGAR”. Era normal eu carregar pois, quando alguém diz “não olhes” ou “nem queiras experimentar” é óbvio que nós vamos logo fazer o contrário do pedido. Mas fiz mal, porque aquilo levou-nos para um lugar estranho, para o tempo dos… REIS!

  No início não percebi onde estava mas, depois vi um coche feito em talha dourada que, transportava o rei … D. João V!

 Observei, as construções em arte barroca e a fogueira no meio da praça.

  - Uma bruxa, uma bruxa! - disse um homem que assistia ao espetáculo.

  - Hã? Eu sei que estes sapatos não ficam bem e a minha camisola é roxa, mas bruxa!? Menino isto não é bruxaria isto é moda. Atualiza-te! - respondi indignada.

  - Para a fogueira!! - exclamaram todos.

  Só depois me lembrei que estava no tempo dos reis e, que nesse tempo as roupas eram muito mais… Enfim, diferentes das de hoje. Tentei explicar que tinha vindo do futuro através duma máquina do tempo, mas ninguém se acreditou e como se isso não bastasse começaram a rir-se.

  Como vi que discutir não ia dar em nada, pus-me a correr o mais depressa que conseguia… Mas tive de voltar para trás porque o Kiko estava no jardim e não era a cheirar as flores. Agarrei na trela dele e puxei-o e depois começámos os dois a correr.

  Fui para o sítio onde, supostamente, deveria estar a máquina, mas não estava lá! Fiquei muito preocupada e até o meu cão pôs as patas na cabeça, percebendo que estávamos feitos. Mais tarde, é que me lembrei que a máquina podia estar no local onde fora feita.

  Troquei de roupa com uma senhora que estava colher o trigo e pus-me a andar pelo meio da multidão até que ouvi:

  - Já viu o que o rei fez?  Parece a casa do povo! - riam-se uns senhores da corte.

  - Onde fica o castelo? - interrompi eu.

  - Olhe, você deveria estar a trabalhar?! - respondeu um.

  Fui perguntar a uma senhora que estava em sua casa a comer um pouco de pão se sabia onde ficava o castelo. Ela disse-me com um sorriso nos lábios e, eu agradeci, enquanto o Kiko sem que ninguém reparasse comia o pouco pão que estava em cima da mesa.

  Pus-me a caminho. À entrada do castelo estavam dois guardas. Foi difícil inventar uma desculpa na hora mas lá disse:

  - Sou a malabarista e isto aqui agarrado é o meu… objeto.

  Um foi perguntar ao rei se estava à espera de alguém, chegou e disse:

  -Trabalha de graça?

  - Sim.- respondi eu aflita.

  - Entre.

  Lá entrei. Não conhecia aquele castelo de lado nenhum mas consegui ir até aos aposentos do rei. Abri a porta e vi… a máquina do tempo! Estava salva daquele tempo! Daquelas pessoas cheias de pó branco e sinais falsos, estava livre (pensava eu). Porque segundos depois estava a porta a chiar, era D. João V a entrar!

Estava num sarilho tão grande que não sabia como havia de sair.

  - Guar…-começou o rei.

  Expliquei-lhe tudo em dois minutos, a falar muito depressa, e o que mais me admirou foi que o rei acreditou! Eu não sabia como tinha sido possível!

Quando entrei na máquina do tempo, ainda vi da janela do quarto do rei, a multidão que pensava que eu era uma bruxa, a tentar entrar no castelo.

  Estava eu de regresso! Entrei em casa e não contei nada a ninguém, apenas comi porque estava cheia de fome.

 

 

Joana Marques, 6B, n.º14

 

 

 

 

OFICINA de TEXTO - Conta uma história real ou imaginária em que tu e o teu animal de estimação sejam os protagonistas.

 

 Uma Aventura com a Quicas

 

 

 

 

     Numa certa noite, estava eu descansadinha a dormir, quando tive um sonho, de facto um sonho bem engraçado e divertido! Como acho que se vão divertir quando o ouvirem, achei que era bom contá-lo:

     Estava eu num jardim que jamais tinha visto, e não é que, para meu espanto estava com a Quicas?

     A Quicas é a minha cadela de estimação. Tem 15 anos e para mim, é como se fosse uma irmã! Não quero ter irmãos, pois para mim, já tenho uma!

    Como estava a dizer, estava num jardim que nunca vira na minha vida, até era bonito, a relva verde estava cortada e os canteiros cheios de flores coloridas estavam arranjados e muito bem cuidados. O céu estava limpo, e a temperatura amena. Resumindo, estava um dia agradável. Olhei para a minha querida cadelinha e não é o meu espanto que a Quicas estava com uma capa cor-de-rosa com um Q a amarelo!

    Que engraçada! Olhei logo para mim, para confirmar se estava igualmente vestida, mas felizmente não. Sentei-me num banco que estava no jardim e comecei a apreciar a vista. Até que ouvi:

    -Está um dia bonito, não está?

    Olhei para todos os lados, e não vi ninguém.

    -Aqui em baixo! Estou aqui! – exclamou uma voz aguda.

    Olhei e vi a Quicas a olhar para mim. Olhei para a minha cadelinha e perguntei-lhe hesitante:

    -Foste tu que falaste?

    -Claro que fui eu! Estás a ver aqui mais alguém?

    -De facto não, mas tu não falas! Será que estou a enlouquecer? – inquiri eu, preocupada.

    -Não, não enlouqueceste. Estou mesmo a falar! Sei que não é normal, mas aconteceu-me uma coisa estranha. Engoli uma coisa que estava no chão e, de repente, percebi que vocês (humanos) percebiam o que eu estava a dizer. Enquanto estava a passear no jardim de nossa casa apareceu-me um velho cientista que me disse que tinha perdido uma experiência que fazia com que os animais falassem. E, como viu que eu tinha ingerido a tal experiência, disse para eu não sair dali. Ele ia a sua casa buscar o antídoto, para eu voltar ao normal, e entrou numa espécie de buraco negro.

    Entretanto tu vieste buscar-me, e como eu estava bastante curiosa para ver o que estava ali entrei, e como tu estavas muito perto vieste automaticamente comigo.

    -Então temos de ir ter com o cientista, sabes onde ele vive? Não. Mas sei que ele se chamava Gabriel. – informou-me a Quicas.

    - Já é um princípio. Podemos perguntar às pessoas se conhecem o Sr. Gabriel.

    - Boa ideia. – comentou a minha amiguinha.

    E lá fomos, quer dizer, fui, pois ia dar muito nas vistas as pessoas estarem a falar com uma cadela. Ao fim de, mais ou menos meia hora, uma senhora, que pelos vistos era a esposa dele, levou-nos a sua casa, onde o senhor Gabriel nos deu o antídoto. Ele fez umas coisas um pouco estranhas, que nem eu nem a Quicas percebemos bem, mas o que interessa é que ele conseguiu abrir o tal buraco negro e eu e a Quicas voltámos as duas ao jardim de minha casa. Peguei na minha cadelinha e ia perguntar-lhe uma coisa até que:

    -TITITITTI – o meu despertador tocou. E um belo dia de escola esperava-me.

 

 

                                                                                                 Beatriz Alho, 6º B, nº 1

                                                                                                 

Pesquisa orientada na sequência de uma sessão de "Astronomia na Escola", viabilizada em articulação com a edilidade.

Dinossauros


Os dinossauros foram animais que habitaram a

Terra na Era Mesozóica, tendo desaparecido 

no final do Período Cretáceo.

Eram parecidos com os répteis, daí que o seu nome

signifique “lagarto terrível”. Contudo,

nem todos os dinossauros

eram grandes e carnívoros, e muito menos terríveis!

Bem pelo contrário…

a maioria dos dinossauros que existiram

eram herbívoros e pacíficos.

Eram todos muito diferentes, tendo desenvolvido formas de

defesa muito próprias, como as armaduras,

os espigões, as placas, maços na ponta

das suas caudas, entre outras muito variadas.

  

 

Conhecendo os Dinossauros

 

     Os dinossauros surgiram no nosso planeta na Era Mesozóica, conhecida por isso como Era dos Grande Répteis. Esta era  durou de 248 milhões a 65 milhões de anos atrás. Os dinossauros surgiram há aproximadamente 220 milhões de anos, e dominaram o planeta durante toda a Era Mesozóica.
     Pesando, na maioria dos casos, toneladas, os enormes répteis alimentavam-se de carne, frutas, plantas e de insetos. Deslocavam-se com grande dificuldade por causa do seu peso.

 

 

A teoria da extinção dos dinossauros

 

     A ideia para explicar a extinção dos dinossauros é a que defende a queda de um asteróide na região do atual México, no período Cretáceo. De acordo com os especialistas, esse asteróide teria aproximadamente 14 km de diâmetro e no momento do impacto, levantou uma nuvem de poeira que cobriu a Terra por meses, impedindo a penetração de raios solares. Muitos animais e vegetais morreram com a falta de luz solar. Sem alimentação abundante, os dinossauros foram morrendo com a falta de alimentos.

 

 

Descendentes dos dinossauros 

 

 

     Os paleontólogos (cientistas dos fósseis) analisaram diversos fósseis de dinossauros e chegaram a algumas conclusões. O velociraptor, por exemplo, evoluiu para algumas espécies de aves que conhecemos hoje. Animais como o dragão de cómodo e diversas espécies de  lagartos também são parentes diretos de alguns tipos de dinossauros.

 

 

Principais espécies de dinossauros:

Tiranossauro
Rex Diplodocus
Velociraptor 
Pteranodon
Elasmosaurus

 

Fontes: Aqui, aqui, aqui e aqui.

 

Ilídio Miguel da Costa, 4.º B

da EB de Alb.-a-Velha

(trabalho desenvolvido no âmbito do

 cumprimento do seu Plano Educativo Individual)

Prof. da Turma: José Manuel Alho

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