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Cais da Escrita

Blog destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. Que os alunos escrevam por prazer, com criatividade e imaginação. Desde 25 de outubro de 2011.

Cais da Escrita

Blog destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. Que os alunos escrevam por prazer, com criatividade e imaginação. Desde 25 de outubro de 2011.

O que pensar desta frase?...

Texto: “Um pátio de diversões”

Autor: Ricardo Alberty

Obra: “De que são feitos os sonhos”

Editora: Areal Editores

Os meninos ricos não brincam

com os meninos pobres.

Comenta esta frase.

Ricos e pobres

     O mundo devia ser mais justo.

     Os ricos deviam partilhar e dividir com os pobres; tudo seria melhor.

     Algumas pessoas são muito egoístas e injustas Acham que são melhores e mais importantes só porque têm mais dinheiro.

     Os ricos podem ter tudo. Qualquer dia não têm o que é preciso porque, apesar de serem ricos, também terão que trabalhar.

     Em vez de serem egoístas, podiam ajudar os mais necessitados.

Ilídio Miguel da Costa, 4.º B

Os meninos ricos

não brincam

com os meninos pobres?!

     Nesta história, um menino rico queria muito brincar com alguns colegas pobres de quem gostava. Os seus pais não deixavam porque achavam que os meninos ricos não deviam brincar com os meninos pobres.

     Muitas pessoas, por serem ricas, acham que são melhores, mais inteligentes, mais fortes, mais elegantes e até com mais direitos que os outras pessoas. Assim pensavam os pais desse menino.

     Ele não concordava com as ideias dos pais pois achava que os meninos pobres não eram diferentes de si.

     Por isso, fugia de casa para brincar com os amigos querem fossem ricos, pobres, pretos, brancos, amarelos ou vermelhos…

     E assim deve ser: brincar com todos sem ligar à condição social do Amigo.

Emanuel Peres de Carvalho, 4.º B

Uma amizade será

sempre mais importante

que um brinquedo.

     Os meninos pobres não têm os mesmos bens que os ricos mas têm os mesmos direitos. Não podem é comprar muitas coisas como os ricos.

     Na verdade, os meninos ricos são, por vezes, egoístas e têm ciúme dos meninos pobres, pois os meninos pobres conseguem ser mais criativos.

     Na minha opinião, acho que os meninos pobres não discutem assim tanto como os ricos.

     Mas, infelizmente, os ricos não brincam muito com os meninos pobres. Alguns discriminam os pobres porque se acham melhores e superiores.

     Este modo de agir é parecido com o racismo.

     É claro que muitos meninos ricos agem assim e ainda bem!

     Não esqueçamos que as coisas nunca serão superiores às pessoas e que uma amizade será sempre mais importante que um brinquedo.

Diogo Miguel Tavares Pereira, 4.º B

Os meninos pobres,

muitas vezes,

não têm nada.

     Na minha opinião, esta frase está errada porque os mais ricos, para além de terem espadas verdadeiras e milhões de brinquedos caríssimos, não tem uma coisa que os meninos pobres conseguem ter: a imaginação.

     Porque os meninos pobres conseguem utilizar coisas que já foram estragadas e transformam-nas em brinquedos.

     Os meninos pobres, mesmo que saibam que está com eles uma pessoa rica, deixam-na juntar-se ao grupo e brincam todos juntos a coisas muito giras e engraçadas.

     Por vezes, os mais ricos recebem coisas caras e novinhas em folha enquanto outras nem um cêntimo têm. Há pais com tanto dinheiro que conseguem comprar tudo mas que nem sempre sabem partilhar o que têm.

     As meninas ricas têm vestidos finos ou grossos, curtos ou longos e podem chegar a ter brilhantes de todas as cores; as meninas pobres pegam em lã e numa agulha e começam a costurar a sua própria roupa porque têm durar anos.

     Os meninos ricos têm gigantescas casas de luxo, com empregados e muitos corredores com portas. Os meninos pobres têm casas todas esfarrapadas, às vezes sem água e luz, porque não tem dinheiro para pagar as despesas.

     Os meninos ricos têm tudo. Os meninos pobres, muitas vezes, não têm nada.

     Há pessoas ricas que gostam mais de brincar com os pobres porque têm mais imaginação. A isto já acho mais correto!!!

Ana Lúcia Silva Magno, 4.º B

Gostava que todos

os meninos pudessem

ir ao cinema,

ao “McDonald's“…

     Costumam dizer essa frase mas eu não gosto disso. Acho que algumas pessoas dizem isso porque se acham convencidas. E eu não gosto. Os meninos pobres não têm dinheiro. Por isso, às vezes, alguns passam por dificuldades.

     Certos meninos, em vez de aproveitarem a vida fazendo o bem, ficam a dormir, a jogar videojogos…

     Os ricos costumam fazer troça dos mais pobres mas estes têm muita imaginação. Os pobres conseguem sempre arranjar maneira de se divertirem: jogos, brinquedos inventados por eles e conversas muito animadas.

     Gostava que todos os meninos pudessem ir ao cinema, ao “McDonald's“, à piscina e aos museus e palácios…

     É esta a minha opinião.

Luís Filipe Almeida Peralta, 4.º B

Brincaram tanto!...

     Na Rua de Todas as Crianças, viviam dois meninos ricos e dois meninos pobres.

     Os meninos ricos, por terem sempre o que queriam, achavam que eram mais que os outros.

     Quando viam os meninos pobres, nem chegavam perto deles.

     Os meninos pobres ficavam muito tristes por eles não quererem brincar juntos. Pensavam que não devia ser assim. Todos os meninos ricos e pobres deviam brincar juntos.

     Mas depressa os meninos ricos perceberam que havia muita alegria onde os outros meninos estavam porque eram sempre muitos mais, e… eles andavam sempre sozinhos.

     Um dia, resolveram juntar-se aos meninos pobres e brincaram tanto, tanto que nunca mais deixaram de estar com eles.

Núria Raquel Almeida Lemos, 4.º B

Ricos... Pobres

     Faz-me lembrar a história da Rita que era uma menina rica e tinha uma casa de luxo. Um dia, a sua mãe Ana disse-lhe isto:

     - "Os meninos ricos não brincam com os meninos pobres."

     - Está bem, mãe. Eu não brinco.

     Então a Rita, no dia seguinte, não brincou com ninguém porque ela era a mais rica da escola.

     - Ó mãe, hoje brinquei sozinha!

     - Porquê?

     - Porque só eu é que sou rica na escola…

     - Não te preocupes, vou mudar-te de escola.

     Então, no dia seguinte, foi para uma escola nova e nem aí se deu bem.

     Assim, as pessoas que pensam desta maneira acabam sempre sozinhas porque têm essa mania de não poderem brincar com os amigos pobres.

Melissa Pereira Ribeiro, 4ºB

Porquê?!

 

     Os meninos ricos não podem brincar com os meninos pobres? Porquê?!

     Será por alguns meninos terem roupas rasgadas ou remendadas, que não são de marca; os sapatos têm a sola descolada? Eu não concordo!

     Se calhar, alguns pais dos pais de meninos ricos proíbem-nos de brincar com os meninos pobres porque pensam que podem apanhar doenças, que estragam os brinquedos caros deles ou que podem ser roubados. Que sejam mal-educados e que entrem por maus caminhos.

     Eu penso que todos os meninos são iguais; só que uns têm mais dinheiro e podem comprar quase tudo. Mas o mais importante é as amizades que devemos partilhar, assim como os brinquedos.

     Não é por ter brinquedos mais caros ou muito dinheiro que as pessoas são mais felizes. Somos mais felizes quando temos amigos com quem partilhamos as brincadeiras. Assim é uma criança feliz.

Diogo Daniel Ferreira Matos, 4º B

Todos juntos

fazemos um mundo melhor!

     Eu não concordo com esta afirmação. Trata-se de um preconceito. Os meninos pobres também são seres humanos e devem ser tratados com respeito. Todas as crianças, ricas ou pobres, são iguais e têm os mesmos direitos.

     Por vezes, os meninos ricos pensam que são melhores porque têm mais dinheiro e brinquedos caros. Mas isso não é verdade. As melhores pessoas são aquelas que têm bom coração.

     Os meninos ricos não devem excluir os meninos pobres. Devem partilhar os seus brinquedos e ajudar os meninos pobres para que estes tenham uma vida melhor. Além disso, os meninos ricos podem aprender novas brincadeiras com os meninos pobres. Todos juntos fazemos um mundo melhor!

     É importante não esquecer que todas as crianças têm direito a brincar e não importa a sua origem social.

Mariana Marques Almeida, 4ºB

O importante é

brincar com todos

porque, na verdade,

todos somos iguais.

     Na minha opinião, acho que os meninos ricos deviam brincar com todos os colegas, sejam pretos, brancos, chineses, pobres…

     Também acho que os meninos pobres não exigem muita coisa. Por exemplo, de uma folha fazem um barco, de um pau fazem uma nave…

     Acho que os meninos pobres até poderão ter mais imaginação, porque, para eles, um barco de papel já é muito enquanto os meninos com mais possibilidades estão sempre a exigir muitos brinquedos, que custam muito dinheiro.

     Por vezes, os meninos mais ricos gozam com os mais pobres porque vão para a escola com roupa suja,   rota e até roupa que já não serve. O importante é brincar com todos porque, na verdade, todos somos iguais. Se não tivessem comida, eu dava-lhes da minha. Por exemplo, se tivesse um pão ou um bolo, partia o pão ou o bolo e havia uma parte maior e uma menor. Eu dava a parte do pão ou do bolo que fosse maior, porque antes de se comer deve-se perguntar:

     - Queres um bocadinho da minha comida?

     Até se for uma só bolacha de que gostamos muito, oferecemo-la com gosto porque não é bom dar só por dar. É dar com gosto; se não, não vale a pena!

     Aconteceu no 3º ano que eu e as minhas colegas estávamos a brincar e, de repente, aconteceu  alguma coisa entre nós e uma das minhas amigas saiu de onde nós estávamos a brincar; mas não saiu contente. Ela saiu triste. Então, fui ter com ela brincar porque ela não tinha ninguém para jogar.

     É assim que se deve fazer quando somos amigos (as) de verdade: se uma sai triste outro (a) amigo (a) deve ir brincar com ele (a) para o (a) amigo (a) não ficar triste a pensar em coisas negativas.

     Para mim, aquela frase deveria ser:

     - Os meninos ricos devem brincar muito com todos os meninos.

     Esta frase, sim, está correta. Ajudar quem precisar. É assim que estaremos a ser bons!

Maria Beatriz Lages Bernardo, 4.º B

A amizade não se compra.

Conquista-se com

boas atitudes.

     Naquele pátio, os meninos ricos talvez não gostassem de brincar com os meninos pobres. Esta ação não é muito bonita, porque não importa se somos ricos ou não. Não devemos gozar com os outros por terem formas (aspetos) diferentes, por serem altos ou baixos, gordos ou magros, ou também por terem reações diferentes das nossas. Isso não impede de sermos seus amigos.

     Ser amigo verdadeiro é não andar sempre a discutir, a brigar, a mentir ou a ser invejoso. Os nossos amigos de verdade nunca nos deixam sozinhos. Os meninos pobres não se importavam de brincar com os meninos ricos (boa ação), mas talvez os meninos ricos não gostem de brincar com os pobres. Se eles (ricos) perguntassem se podiam brincar com os pobres, de certeza que eles diziam que sim; pelo menos, seria uma atitude sensata.

     Não devia haver diferenças entre meninos ricos e meninos pobres. Poderiam ser todos amigos porque a amizade não se compra; conquista-se com boas atitudes.    

Inês Rodrigues Santos, 4.º B

Devemos avaliar os colegas

pelo que são como pessoas

     Eu acho que esta frase está errada porque todos os meninos devem brincar uns com os outros.

     Gostava que os meus colegas não quisessem brincar comigo por eu ser pobre.

     Todos nós temos vidas diferentes. Devemos avaliar os colegas pelo que são como pessoas, e não pelo dinheiro ou os bens que têm.

     Pela minha vida pessoal, aprendi que hoje temos tudo, e amanhã não temos nada...

     A mim já aconteceu poder tudo o que queria, mas agora a vida está mais difícil e já tenho mais dificuldade em ter as coisas de que gosto. Mas não deixei de ser a mesma criança... Pelo contrário. Tornei-me uma criança que percebe melhor as dificuldades dos pais.

     Apesar desta mudança, os meus colegas sempre continuaram a brincar comigo e assim serão meus amigos.

     Para sermos todos amigos devemos ajudarmo-nos uns aos outros. Devemos partilhar as coisas com os colegas que não têm e não podem ter e, desta forma, nunca haverá diferença entre as crianças. Somos todos iguais.

Estêvão Marques Paralta, 4.º B

Ricos ou pobres,

partilhamos a mesma

felicidade de brincar.

     Eu não concordo com essa afirmação. Os meninos ricos podem brincar com os pobres porque nas escolas normais não se distingue quem que é mais rico e quem é mais pobre.

     Antigamente, a riqueza via-se pela roupa e pela higiene. Agora não é assim: seja pobre ou rico, estamos à vontade e brincamos juntos.

     Felizmente, existe hoje solidariedade social para ajudar a diminuir diferenças.

     Mas existem crianças que vivem melhor do que outras. Os mais ricos têm “PSP’s” e muitos brinquedos. Podem ter tudo! Pedem num dia e recebem no outro. Os mais pobres podem não ter tantos brinquedos, mas, por vezes, a sua imaginação não tem limites!

     Gostaria que todos fossemos livres para brincarmos uns com os outros.

     Ricos ou pobres, partilhamos a mesma felicidade de brincar.

Guilherme Rafael Tavares Ventura, 4º B,

da EB de Albergaria-a-Velha

Prof. da Turma: José Manuel Alho

 

Ricardo Alberty

     Escritor português, Ricardo Eduardo Rios Rosa y Alberty nasceu a 22 de agosto de 1919, em Lisboa, e faleceu em 1992, na mesma cidade. Frequentou o curso de Filologia Românica da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, passou o exame de Arte e Representar do Conservatório Nacional, atuando pela primeira vez, no Teatro Nacional D. Maria II, em 1952, e concluiu o curso de Desenho e Pintura da Sociedade Nacional de Belas-Artes.
     Autor de literatura infantil e juvenil, foi também tradutor de obras estrangeiras, entre as quais se encontram algumas de William Shakespeare. Com a sua primeira obra A Galinha Verde (1957, contos) ganhou o Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho, em 1958. Em ex aequo com Matilde Rosa Araújo, recebeu, em 1980, o Grande Prémio de Literatura Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian, pelo conjunto da sua produção escrita. Exemplos da sua obra são A Terra Natal (1968), O Príncipe de Ouro (1971), O Cavalinho das Sete Cores (1978), O Homem das Barbas (1989) e O Guarda-Chuva e a Pomba (peça teatral).

 

Fonte

Foto retirada daqui

PALAVRA puxa PALAVRA

Halloween

 

 

O Halloween é fixe

Fixe é aquilo que vestimos

Vestimos disfarces assustadores

Assustadores são os vampiros

 Vampiros bebem sangue dos humanos

Humanos são pessoas normais

Normais são os que fogem dos sustos

Sustos pregados por pequenas criaturas

Criaturas e múmias dorminhocas

Dorminhocas são as pessoas que só sabem dormir

Dormir como as múmias nos caixões

Caixões onde monstros descansam

Descansam dentro de cavernas

Cavernas de lobisomens

Lobisomens são metade lobo e metade homem

Homem é aquilo que se disfarça de monstro

Monstro que ataca humanos inocentes

Inocentes são aqueles que não têm culpa

Culpa de zombis perseguidores

Perseguidores até à casa assombrada

Assombrada é a rua enfeitada

Enfeitada de abóboras e bruxas

Bruxas fazem poções malvadas

Malvadas são as aranhas

Aranhas fazem teias para apanhar insetos

Insetos por toda a parte

Parte malévola das aranhas macacas

Macacas comem morcegos para sua alimentação

Alimentação de ratos e minhocas.

                                                                                                                                                                                Diogo SimõeS

                                                                                                                                                                              5º G nº 13

 

PALAVRA puxa PALAVRA

 

Halloween

 

 

Halloween assustador

Assustador e assombrado

Assombrado o céu

Céu escuro

Escuro à noite

Noite da lua cheia

Cheia a mesa

Mesa com guloseimas

Guloseimas venenosas

Venenosas as poções

Poções das bruxas

Bruxas más

Más como o vento

Vento a uivar

Uivar como lobos

Lobos que vivem nas montanhas

                                                    Montanhas que vão brilhar.

 

 

Bruna Martins Silva

Numero: 6

Turma: 5G

E não é que as letras também têm família...

A família dos “As”

 

      Quem conta bem esta história sou eu, Adália Almeida.

      Então, se conto bem a história, é melhor contá-la!

      OPS! Tenho de chamar a tia Antónia, a tia Alda, a minha avó Amélia, a bisavó Ausenda (que ainda corre bem, mas, já com reumatismo nas costas e nos joelhos), o meu tio - padrinho António, o meu avô Arménio, que é o pai do meu pai André que é casado apenas pelo Registo Civil, com a minha mãe Anabela (que mede apenas 1,64m).

      Ah! Não me posso esquecer da minha mana Adriana, da minha prima Ana, do meu primo Abílio e da vizinha Andreia. 

     - Já chamei toda a gente! - Suspirei eu cansada.

     Entretanto, com o tempo que demorei, já está na hora do lanche, e não me posso atrasar pois o meu tio – padrinho, quando não come a esta hora com a família toda, começa logo a resmungar. Além disso tenho um bolo no forno que deve estar quase pronto!

      Bem, talvez para a próxima tenha tempo de contar a história!

    

      Adeus!

Adália Tatiana, nº1, 6ºE

Concurso de quadras de S. Martinho (2º Ciclo) - EB de Albergaria-a-Velha.

S. Martinho

- Quadras vencedoras

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Oficina do Texto (II), 4.º B, da EB de Albergaria-a-Velha.

A bola quadrada

Imagina como seria a vida de

uma bola quadrada.

Com é que ela se sentiria?

O que é que as crianças pensariam dela?

Como seria jogada?

Escreve um texto em que

contes como é ser uma bola quadrada...

Uma estranha bola

     O Miguel e o Diogo são irmãos e um dia de manhã decidiram ir até ao campo jogar à bola.

     Quando lá chegaram, ficaram muito admirados pois a bola com que iam jogar não era redonda, mas sim quadrada. Com a forma de um cubo.

     O Miguel, espantado, perguntou:

            - Diogo, o que é isto?!!!

            - Não sei, mas acho que é uma bola, um pouco estranha, não achas? -disse o Diogo.

     A bola ouviu a conversa e disse para si própria (sim porque as bolas não falam):

            - Eu não tenho culpa de ser assim, fabricaram-me desta forma! Sinto-me triste, porque as pessoas não brincam comigo por ser quadrada. Gostava mesmo de ser diferente.

     Entretanto, os meninos continuavam a observar a bola. De repente, exclamou o Diogo:

            -Já sei! Podemos usar esta bola como um pufe, deve ser muito fofinha e confortável.

            -Que bela ideia, acho que vai ficar muito bem no nosso quarto! -concordou o Miguel.

     Juntos, pegaram na bola e levaram-na para casa. Quando lá chegaram, deram alguns saltos com ela de tão contentes que estavam.

     Quem ficou mesmo muito feliz foi a bola que agora já se sentia útil e nunca mais ficou sozinha.

 

Inês Rodrigues Santos, 4º B

 

Ser uma bola quadrada

     Ser uma bola quadrada não deveria ser muito agradável, porque uma bola quadrada não consegue rebolar.
     As pessoas rir-se-iam dela, porque ela não conseguiria sair do mesmo sítio… não rebolaria.
     Uma bola quadrada só poderia ser jogada com a mão e não com o pé.
     Se me dessem uma bola quadrada, pintava-a com pintas de um até seis, e fazia dela um dado para eu jogar muitos jogos divertidos.
     Eu gostava de ter uma bola dessas porque, como eu não gosto de jogar futebol, servia-me dela para jogar outros jogos.

Maria Beatriz Lages Bernardo, 4.º B

 

A bola quadrada

 

     Se existisse uma bola quadrada, ela seria um objeto muito estranho, porque não rolava.

Uma bola quadrada iria ser empurrada com muitos pontapés para se poder deslocar. Seria uma bola lenta.

     Os jogadores não se aguentariam a jogar muito tempo com a bola quadrada porque se cansariam muito.

     Uma bola quadrada seria muito triste, porque levava muitos pontapés e nunca faria golo; o guarda-redes, como a bola seria lenta, conseguiria defendê-la.

     As pessoas achariam que ela era um péssimo brinquedo. Certamente, uma bola quadrada ficaria sozinha numa prateleira a ganhar pó…

Sara Maria dos Santos Martins, 4ºB

 

A Vida de Uma Bola Quadrada

     Para jogar futebol precisamos de uma bola!

     Normalmente são só quase os meninos que jogam futebol. As bolas costumam ser redondas, mas, certo dia, os homens que tinham inventado a bola, um pouco tristes por os terem imitado, desistiram e construíram uma bola, mas uma bola diferente de todas as outras. Era uma bola quadrada e grande, quase do tamanho de meninos de seis anos. Essa bola era estranha pelo seu feitio e porque tinha vida; mas também tinha os pentágonos como as outras bolas e o resto todo branco.

     Os meninos achavam piada à bola. Pediam para presente uma dessas bolas.

     Um dia, dois meninos que jogavam futebol no ALBA, foram para um campo público com relva e balizas grandes, de redes de lã branca.

     Os dois meninos eram o Filipe e o Gabriel.

     O Gabriel era o guarda-redes e o Filipe era jogador avançado.

     Eles marcavam encontros, para treinar futebol.

     O Gabriel andava no ALBA há três anos e o Filipe há cinco. O Filipe sabia mais do que o Gabriel, então ensinava-lhe truques. Um dia, depois do treino, o Filipe perguntou ao Gabriel:

     - Amanhã vamos jogar um jogo no mesmo sítio e às horas da manhã! Pode ser?

     - Sim, não vou faltar – respondeu o Gabriel ao Filipe.

     - Ah! Já agora, leva o fato do ALBA e as tuas chuteiras – pediu o Filipe ao Gabriel.

     - Sim – respondeu-lhe.

     Passou a noite e a manhã e os dois viram que já eram dez horas da manhã. Foram a correr até ao campo onde costumavam jogar futebol, só os dois.

 

     O Filipe levou a sua bola quadrada para jogarem.

    Colocou a bola ao meio do campo e chutou com força, mas nada aconteceu. Mais uma vez e... nada aconteceu.     

     Só ouviu a palavra “au”!

     O Gabriel abriu a boca de espanto e o Filipe perguntava surpreendido para o seu amigo:

     - Como é que uma bola quadrada tão gorda, disse “au”?

     - Eu também não sei! Mas tive que me atirar para o chão! - continuou o Gabriel.

     Empurraram a bola para o canto do campo de futebol, para jogarem com uma bola muito mais redonda, mas voltou-se a ouvir um “au” de dor.

     Eles estranharam uma bola a falar.

    Olharam-na em redor, tocaram com as mãos em toda a parte e sentiram qualquer coisa. Era a bola. Descobriram que aquela bola tinha vida. Mas estava com ar tão triste, que lhe perguntaram:

    - Porque estás tão triste?

    - Eu?! Ham. Eu já passei por várias pessoas, mas elas não gostam de mim! - respondeu-lhes.

    - Gozavam contigo? Mas porquê? - perguntaram-lhe.

    - Porque quando jogavam comigo à bola eu não andava. Ficava quieta. E é disso que eles não gostam! – voltou a responder-lhes.

    - Ah, tu és uma bola bonita, mas a pena é não poderes jogar futebol! - disse-lhe, trriste, o Filipe.

    - Mas isso, não quer dizer que não gostem de mim? – interrogou a bola.

    - Não! – exclamaram os dois.

    Eles perguntaram à bola quem é que a inventou. E perguntaram-lhe se podiam falar com esse senhor. É claro que a bola deixou.

    Eles foram até esse homem e perguntaram-lhe com respeito:

    - Pode alterar uma coisa nestas bolas quadradas?

    - O quê? - perguntou o tal homem.

    - Os cantos em vez de serem bicudos serem redondos; porque assim ninguém vai querer comprar estas bolas e não servirão para o desporto favorito dos meninos, o futebol.

    - Hum… aceito. Dê-me a bola – pediu.

    O homem, em vez dos cantos bicudos, fez cantos redondos.

    O Gabriel e o Filipe foram lá buscar a bola e marcaram um outro jogo.

    Nesse jogo, o Filipe chutava a bola meio quadrada, meio redonda que já rolava até à baliza... e o Filipe marcou um golo! Nessa altura, não se ouviu qualquer “au” de dor e continuaram a jogar com a bola.

Ana Lúcia Silva Magno, 4.º B

da EB de Albergaria-a-Velha

Prof. da Turma: José Manuel Alho

Poema da Amizade

Poema da amizade

Texto Coletivo do 6ºB, 6.11.2011

 

 

Um amigo é uma pessoa verdadeira, simpática e divertida, é aquela com quem podemos contar.

É aquele que nos ajuda quando precisamos. Aquele que me respeita, que está ao meu lado e me quer bem, diz o que faço de mal e também de bem…

Um amigo é aquele com quem posso contar, com quem posso brincar, saltar e confiar!

É uma ajuda para desabafar um sentimento a libertar.

É um sorriso, uma alegria que todos querem ter!

Um amigo é uma pessoa que quando precisamos está sempre lá para ajudar.

Um amigo é uma pessoa que nos compreende e ajuda.

Um amigo é uma pessoa em que posso confiar, uma pessoa que faz sentir feliz, uma pessoa que sem ele não faz sentido viver.

Um amigo é quem nos ajuda a superar todos difíceis da nossa vida.

Um amigo é estar ao nosso lado quando mais precisamos.

Um amigo é alguém que nos apoia.

É um campo de forças, é um diário.

Uma pessoa que está sempre presente nos bons e nos maus momentos.

É um ingrediente para a vida perfeita, sem ele a vida não faria sentido.

É aquele que me acompanha.

É aquele que respeita os outros.

É aquele que está sempre disponível.

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