Cais da Escrita

Procura no cais

 
Terça-feira, 15 / 05 / 12

Tecer um comentário ou expressar a nossa opinião sobre algum assunto é também um ato de escrita precioso.

 

 

 

 

Como Preservar o Ambiente

 

       Eu acho que todos nós devemos colaborar para preservar as florestas, essa não é só uma função do Estado.

     Não é só o Estado que polui, que faz lixo, somos todos nós. Aliás quem polui na verdade somos todos nós com o fumo das fábricas, dos carros…

     É a espécie humana que a cada dia destrói a camada de ozono! Como podemos preservar o nosso mundo:

 

            Podemos reciclar papel, plástico, vidro, óleo, pilhas, metal, cartão…

            Podemos utilizar as energias produzidas pelo vento e água.

            Devemos plantar árvores.

            Deveríamos pensar nos animais, no seu habitat e encontrar todas as formas de tentar ajudá – los.

            Podíamos poupar água.

            Se virmos as pessoas com produtos tóxicos e essas pessoas os quiserem deitar para o rio devemos impedi-las.

 

      Se cumprimos isto será o início de um mundo melhor!

 

António Abreu, n.º 5, 6B

 

 

 

 

 

 

 

Preservar as Florestas

 

 

     Eu acho que todos os portugueses deviam colaborar para salvar a nossa floresta. Como o Estado está muito ocupado com a economia do nosso país, nós somos os responsáveis por ela.

     Todas as nossas florestas, parques naturais protegidos, matos, etc., deviam ter pelo menos alguma proteção contra incêndios, como por exemplo: guardas florestais, acessos mais facilitados a bombeiros, para tudo ser mais rápido, em caso de emergência.

     Pessoalmente, eu, acho que as pessoas deveriam pensar um pouco no que é mais importante: as suas casas e os seus bens ou morrer sem oxigénio no futuro devido à falta de árvores que produzem este precioso elemento.

     Esta é a minha opinião sobre um problema que ocorre todos os anos.

 

Tiago Correia, n.º 19, 6B

Zarpou do caisdaescrita às 00:24
Terça-feira, 08 / 05 / 12

Do 1.º ano da EB1 de Angeja.

 Há cores por todos os lados…

Amarelo é a cor do sol.

Azul é a cor do mar.

Rosa é a cor das rosas,

Castanho é a cor dos troncos das árvores.

Verde é a cor da erva.

Há cores por todo o lado.

Há cores por todo o mundo.

Gostamos de viver neste mundo encantado: rosa claro e
azul-escuro.

Gostamos deste nosso mundo!

Filipa Melo

(melhorado com a ajuda da turma)

EB1 de Angeja - 1.º ano

(Prof.ª da Turma: Emília Maria Magina Marques)

Zarpou do caisdaescrita às 06:17
Quinta-feira, 03 / 05 / 12

Da turma do 4.º B, da EB de Albergaria-a-Velha.

Uma Biografia de


Gonçalo Eriz







Para aumentar de tamanho, clicar quando no cursor aparecer "Ler em ecrã inteiro"

 

Prof. da Turma: José Manuel Alho


Zarpou do caisdaescrita às 06:39
Quarta-feira, 25 / 04 / 12

Ulisses, rei de Ítaca, vive mais uma aventura ...

 

 

A Nova Aventura de Ulisses

 

     Ulisses, depois da grande aventura que tinha tido, decidiu nunca mais ir para guerras, mas estava enganado, porquê? Vamos descobrir…

     Uns dias depois da sua última aventura, um mensageiro apresentou-se e disse-lhe:

     - Meu rei! Venho apresentar uma carta do reino dos Feácios, do rei Alcino e da rainha Arete!

     Ulisses respondeu:

     -Entregue-a mensageiro.

     O mensageiro assim o fez, a carta dizia:

 

 

     «Ulisses, os meus marinheiros dizem que chegaste à tua terra são e salvo, pois venho-o convidar e à sua família, para vir ao aniversário de minha esposa.»

     Com os melhores cumprimentos, Rei Alcino”.

 

 

    Ulisses aceitou. No dia seguinte, pediu aos marinheiros que o levassem. Os marinheiros concordaram.

     Durante a viagem para a ilha dos Feácios, Ulisses, a sua família e os seus companheiros tiveram de navegar por correntes fortes.

     Quando chegaram à ilha dos Feácios ofereceram um presente à rainha Arete, que agradeceu.

     Depois da festa, durante a viagem de volta para Ítaca, avistaram um dragão de seis cabeças…    Ulisses notou que a sua família e amigos estavam em perigo, portanto, todos se esconderam na parte baixa do navio, silenciosos e quietos.

     O dragão, ao observar lá do alto o barco e pensou:

    - O que estará um navio a fazer aqui? Provavelmente é um naufrágio.

    Então, foi-se embora. Os gregos ficaram aliviados e quando voltaram a Ítaca, Ulisses disse:

    - Tenho que estar mais informado sobre os navios e locais por onde viajo!

    Todos concordaram com ele, mas estavam todos bem, isso é que interessa!

 

 

    Pedro Magalhães e Silva

6ºB

 

 

 

Zarpou do caisdaescrita às 00:19
Quinta-feira, 19 / 04 / 12

Da Turma 1/2C, da EB de Albergaria-a-Velha

Uma tarde no circo

     No dia 12 de fevereiro, fui ao circo com a minha melhor amiga, chamada Cátia, e com a mãe dela.
     Vimos uma égua castanha e preta, um dromedário e um burro que não queria correr; só queria estar deitado no chão. Quando duas cabritinhas vieram ter connosco, demos metade de uma bolacha a uma delas.
     No intervalo do circo, comemos pipocas e bebemos água. Também andámos no pónei. Primeiro andou a Cátia e só depois andei eu.
     No final, fomos a pé para casa da minha avó Agripina.
     Foi divertido ir ao circo!

Letícia Bandeira

(Texto melhorado com ajuda dos

colegas do grupo de 1.º ano)
Turma 1/2C,
da EB de Albergaria-a-Velha

Um grande susto

     Um dia, três amigos chamados Hugo, Esmeralda e Daniela, foram à praia.
     O Hugo atirou-se ao mar, mas não sabia nadar. Ele ficou muito aflito, porque se ia afogando.
     Felizmente, a Esmeralda viu e atirou-se ao mar para salvar o Hugo.
     − Que grande susto nos pregaste! – concordaram as duas amigas muito preocupadas.
     − Obrigado Esmeralda por me teres salvado. – agradeceu o Hugo a tremer de frio.
     − Toma lá esta toalha, Hugo, para te cobrires. – disse a Daniela.
     Depois do Hugo se sentir melhor, os três companheiros foram até ao bar da praia. O Hugo bebeu um chá quentinho de limão para ficar mais calmo e as duas meninas comeram um gelado com sabor a "Coca-Cola". 
     Ao fim da tarde, regressaram a casa felizes e contentes.

Hugo Esteves, Esmeralda Silva e Daniela Tavares
(Texto melhorado com

ajuda dos colegas de 2.º ano)
Prof.ª da Turma: Manuela  Perestrelo

Zarpou do caisdaescrita às 07:13
Segunda-feira, 16 / 04 / 12

OFICINA de ESCRITA - Língua Portuguesa 6º ano

 

Leonardo, o Felizardo

 

 

       O mês de agosto já ia avançado, mas houve um dia que marcou para sempre a vida de Leonardo.

     Leonardo, era um rapaz que não tinha nada, vivia num casebre que mais parecia uma barraca, era o mais velho de 3 irmãos, a mãe sofria de paralisia dos membros inferiores e o pai estava numa prisão de alta segurança. Leonardo que sofreu imenso ao longo da sua vida, tornou-se feliz num dia de agosto.

     Naquele dia, não havia distribuição de alimentos e já não havia mais restos para comer, Leonardo foi pescar. Pegou na cana que tinha feito com um pau e com uma linha e caminhou até a um lago.

     Quando chegou ao lago, Leonardo viu o rapaz mais rico da pequena escola que frequentava. Leonardo evitava-o ao máximo para não ser gozado pelo facto de andar sempre descalço.

      — Olha o Leonardo, sem Calçado — disse o rapaz com ar de trocista.

      Enquanto estava a ser gozado pelo rapaz, Leonardo sentiu a cana dobrar e puxou-a. Depois de muito esforço conseguiu ver o que tinha pescado - uma bota. Leonardo fitava a bota boquiaberto e com os olhos esbugalhados, enquanto o outro rapaz se desmanchava a rir.

      Enquanto se ria o rapaz reparou que a cana também estava a dobrar, puxou-a e viu que tinha pescado uma grande dourada.

      Leonardo sentiu, novamente, a cana a dobrar. Todo esperançoso, puxou a cana à espera de ter pescado um peixe e saiu outra bota.

      O outro rapaz voltou a rir enquanto Leonardo fitava a bota…Até que reparou que era igual à que tinha pescado. Calçou as botas de borracha amarela que lhe serviam perfeitamente. Com um sorriso de orelha a orelha foi-se embora enquanto o rapazola o mirava.

      Leonardo sentia-se super feliz.

 

Diogo Malheiro,6B, n.º9

 

 

Zarpou do caisdaescrita às 23:45
Terça-feira, 10 / 04 / 12

"O desporto é uma atividade que se pratica para ficar em forma e com boa disposição."

 

O Meu Desporto Favorito

 

 

      O desporto é uma atividade que se pratica para ficar em forma e com boa disposição.

     Desde muito novo que sou muito ativo e gosto de praticar desporto.

     Eu já fiz muita coisa, desde o karate até à natação. Sempre gostei de andar de prancha de street surfing, fazer escaladas, body board (no tempo da praia), andar de bicicleta, jogar à bola e ultimamente, pratico muita natação no rio.

     Normalmente, nas férias e fins de semana, eu, os meus pais e os meus irmãos vamos fazer piqueniques à beira rio e em quase todos eles temos uma aventura divertida, porque os meus pais decidem ir visitar locais desconhecidos. Gostam de ir ao Google Earth e procurar lugares frescos para passarmos o dia e ficarmos a conhecer melhor a nossa região. Alguns desses sítios são difíceis de encontrar e às vezes temos de escalar e andar no meio do mato. Nesses passeios, acabamos sempre cansados e com os pés molhados, mas o melhor de tudo é que podemos praticar desporto, principalmente natação e por isso, divertimo-nos muito. Gosto de nadar em rios porque foi onde aprendi a nadar, e gosto da sensação de mergulhar e de flutuar.

    Às vezes, jogo futebol com os meus colegas, porque no tempo livre não fazem outra coisa.

    O desporto é importante porque nos mantém em forma e acho que todos deviam praticar nem que seja dança.

 

 

Gonçalo Bárrios, 6º B

Zarpou do caisdaescrita às 23:52
Sexta-feira, 06 / 04 / 12

Se existissem dragões como seriam? Como ocupariam o seu tempo? Onde morariam? Basta libertar a imaginação.

 

 

Os Dois Dragões

 

 

      Era uma vez dois dragões, um chamado Jura e o outro Flor.

      Eles viviam num grande lago chamado Diamante e adoravam tomar banho nesse lago.

      No Lago Diamante, Flor e Jura brincavam juntos a muitos jogos mas o que eles gostavam mais era o jogo das apanhadas.

      Um dia, estiveram a jogar às apanhadas debaixo de água.

      A Flor, quando estava a jogar, bateu de frente numa pedra, mas não era uma pedra qualquer, era um diamante.

     O Jura foi ver o que se tinha passado e viu Flor com uma pedra, um diamante nas patas.Jura perguntou-lhe o que era aquilo.

     Flor respondeu-lhe que era um belo diamante.

     Jura nem ouviu, tinha reparado em algo, ao seu olhar nada escapava. Olhou, olhou, olhou para todos os lados e encontrou uma gruta. Chamou a Flor para irem ver o local.

     Entraram os dois. Lá dentro encontraram todo o espaço cheio de diamantes. A gruta estava abandonada.

     A Flor e Jura deram-lhe o nome de Gruta Diamante e lembraram-se que aquele local poderia ser a sua casa.

     O nome dado à gruta foi aquele porque a encontraram no Lago Diamante e estava recheada de lindíssimos diamantes.

     Construíram uma porta para ninguém entrar.

     Após aquele dia, a Gruta Diamante passou a ser a casa de Flor e Jura.

     Ficaram muito contentes por terem encontrado aquela gruta para morarem.

 

Daniela Silva 5º C

 

 

Zarpou do caisdaescrita às 00:46
Terça-feira, 03 / 04 / 12

"Uma imagem vale mais que mil palavras". Mas a imagem pode adquirir outra dimensão na companhia das palavras...

 


                                                  (Imagem retirada do manual P5 - Texto editora)

 

 

Retrato

 

 

     Numa tarde de verão, cinco meninos estão na rua a brincar, junto de um prédio. Este  destaca-se por ser velho e a sua cor de vinho torna-o ainda mais antigo.

    Os meninos gostavam muito de brincar naquela rua, porque viam o seu prédio favorito. Era o mais velho da rua!

    Quando o Luís estava a fazer o rolamento à frente, o Pedro dizia que ele parecia uma ponte.

    O Gonçalo, que estava de patins, não sabia muito bem andar. Só pensava que podia cair e, se caísse para cima do Luís…, era um grande problema! A sua cara linda ia estragar-se, como ele dizia. Estava muito preocupado.

    O Gonçalo era muito convencido. Tinha olhos verdes, pestanas e sobrancelhas finas, cabelo loiro e curto e ainda um sorriso aberto. Na mão direita suporta um enorme ramo de flores. A quem irá oferecê-las?

    O Luís tinha olhos castanhos, pestanas e sobrancelhas grossas, cabelo preto e curto. O seu sorriso era contagiante. O Pedro tinha olhos castanhos, pestanas e sobrancelhas grossas, cabelo preto e curto. O seu sorriso era alegre.

    Como já deu para perceber, o Luís e o Pedro são gémeos, portanto são iguais. Mas há uma diferença! O sorriso do Luís é contagiante e o do Pedro é alegre. É a única diferença entre eles.

    Mais tarde, chegaram o Tiago e o Mauro. Os que chegavam sempre atrasados. O Tiago tinha olhos castanhos, pestanas e sobrancelhas finas, cabelo castanho e curto. Era muito brincalhão.

    O Mauro tinha olhos pretos, pestanas e sobrancelhas finas, cabelo castanho e curto. Era um bocadinho tímido.

    Todos usam calções bem curtos e largos, mostrando uma moda bem distante da nossa.

    Os cinco amigos brincaram a tarde toda e gostaram muito. Uns de patins, outros a fazer rolamentos… Foi divertido. Mas não regressaram às suas casas sem antes combinarem outros divertimentos para o dia seguinte.

 

                                                                                                            Ana Rita Santos -5º F

Zarpou do caisdaescrita às 00:01
Sexta-feira, 30 / 03 / 12

Da turma do 3.º A, da EB de Albergaria-a-Velha.

PAI

 

Para mim tu serás sempre

O meu presente.

Cada dia vou dizer:

- Pai, não te vou esquecer!

 

Mas inventei uma canção

Do fundo do meu coração.

Para o melhor pai do mundo

Dou-te tudo num segundo.

 

E, nesse dia de alegria

Para o pai, na minha canção

Eu ponho um grande beijo,

Um abraço e xi-coração!

Beatriz, 3.º A

 

 

 

Às vezes o meu pai vai para Lisboa,

Eu digo adeus e ele vai embora.

Acho que foi para o trabalho

Eu não sei se ele demora.

 

Mas eu fizuma flor

Com muitas saudades.

Cheira muito bem

E vai para todas as pessoas.

 

Eu quero um dia melhor,

Para o meu pai em Lisboa.

Muitos beijinhos e abraços

Muito amor e alegria ao meu pai!

Bruna, 3.º A

 

 

António é o seu nome.

Não é infeliz comigo,

Tem tudo o que o faz feliz.

 

Oh! Ele é tão meu amigo.

Ninguém é como ele,

Que inventa piadas e anedotas.

O meu melhor amigo é ele!

 

Já aqui vejo como é.

E tu que feliz estás,

Sem ti não sou nada,

Uma adivinha e mais nada,

Sem defeito algum!

Eliana, 3.º A

 

 

É bom ter pai!

Estou muito alegre!

Dar os parabéns e as prendas,

Por esta data tão feliz!

 

Tenho aqui a minha irmã

A saltar e a pular de alegria

E o meu pai diz:

- Parem, já vi que estão contentes

Pai, amamos-te muito!

Mariana, 3.º A

 

 

Pai, és muitíssimo clemente

Não só hoje

Mas eternamente.

 

Gosto de ti desde

Aqui até à lua

Gosto de ti desde

a lua até aqui.

 

Gosto de ti

Simplesmente porque gosto,

É tão bom viver assim.

 

Queria dar-te um presente

mas não sei o que escolher.

Estás sempre ao meu lado.

Pedro, 3.º A

 

Papá

Tenho um

Pai que é

Comilão, dorminhoco…

 

Por isso

Enquanto dormia

Pensei:

 

Tenho um

Pai comilão

É um papão!

 

Tenho um

Pai dorminhoco

É um papanhoco!

 

Digo estas coisas

Porque gosto dele!

Juliana, 3.º A

 

 

O meu pai é meiguinho

Eu gosto muito dele.

À noite dou-lhe beijinhos

E adormeço ao colo dele.

 

Pai, hoje é o teu dia

De mim mereces carinho

Muito amor e alegria.

Tu és o meu paizinho!

Diana, 3.º A

 

 

Feliz e giro,

Inventas várias coisas.

Lindo para sempre,

Imaginas muito.

Pensas e ajudas-me nos trabalhos de casa.

E vou precisar de ti para sempre!

Francisco, 3.º A

 

 

O meu pai

O meu pai é um grande amigo,

Joga à bola e salta à corda.

Anda às cavalitas comigo,

mas se grito não concorda.

 

Dias de sol, são dias de brincadeira,

Trepo às árvores e escondo-me nos arbustos,

Mas ele não tolera uma asneira,

Porque a seguir, ele prega-me um susto.

 

Ser pai não é tarefa fácil,

Tem sempre paciência para as filhas,

Mesmo quando elas não são de trato fácil,

Ele acha-as umas maravilhas!

Maria João, 3.º A

 

 

Pai

És o meu amor

De ti não sinto dor.

Peço a Deus que fiques bem

Digo-te adeus quando te vais embora!

Alexandre, 3.º A

da EB de Albergaria-a-Velha.

Prof.ª da Turma: Catarina Maria Pires Monteiro

Zarpou do caisdaescrita às 06:24
Quarta-feira, 28 / 03 / 12

»A Poesia é magia/ Vinda do coração/ Pura alegria»

A Poesia

 

A Poesia é magia
Vinda do coração
Pura alegria
Cheia de inspiração
E também imaginação!

 

Está na nossa vida
Pois é bem compreendida
É uma boa amiga
Pois é feita com boa medida!

 

Toda a gente a confrontou
E também a criticou,
Mas sempre ficou bem-vista
Na mente do poeta
Pois ele é um artista!

 

 

Trabalho coletivo do 4.º C
da EB de Albergaria-a-Velha
Prof.ª da Turma: Rosa Maria Correia Costa Figueiredo

Imagem retirada daqui

Zarpou do caisdaescrita às 07:13
Segunda-feira, 26 / 03 / 12

»À noite, colocou os dois dentes debaixo do travesseiro e adormeceu.»

Caíram os dentes ao Rodrigo…

   

     Na sexta-feira, caíram dois dentes ao Rodrigo.

   Quando estava a almoçar na creche, ao comer uma pera, caiu-lhe um dente e ele levou-o para casa.

   Em casa, quando estava a brincar com o irmão, atirou um boneco ao ar e acertou com a mão noutro dente, que também caiu.

   À noite, colocou os dois dentes debaixo do travesseiro e adormeceu.

   Veio a fada dos dentes e pôs-lhe cinco euros debaixo da almofada.

   De manhã, espreitou debaixo do travesseiro e descobriu a nota.

   O Rodrigo ficou muito feliz e guardou o dinheiro no mealheiro.

 

Autor: Rodrigo Miguel Melo Oliveira,

(Texto melhorado com a ajuda da turma)

EB1 de Angeja - 1.º ano
(Prof.ª da Turma: Emília Maria Magina Marques)

Zarpou do caisdaescrita às 07:09
Quinta-feira, 22 / 03 / 12

" O Rapaz de Louredo" - António Mota. O avô Pedro vivia sozinho em Matos e não queria sair do seu cantinho, mas a família desejava o contrário e os nossos alunos continuaram a história...

    O Rapaz de Louredo

 

 

 

     O avô riu-se com a resposta do pequeno Zé.

    -Ah! Ah! Ah!-riu-se o avô e acrescentou- Então não é a mesma coisa?

    -Pois é!-disse o Zé.

    Logo de manhã, fomos dar um passeio.

    Lá tudo era calmo: o centeio era empurrado pelo vento, o sol era escaldante, a ribeira calma a correr pela terra e os animais a brincarem e a conviverem juntos.

    Foi uma tarde normal de verão, mas que nunca vou esquecer.

    Quando voltámos, todos os vizinhos do avô tinham arranjado a casa e tudo só porque o avô era tão carinhoso e alegre para eles.

    O avô ficou sem ar durante algum tempo porque tinha ficado tão pasmado.

    No novo jardim, eu estava a brincar na casa da árvore quando de repente o avô vem ter comigo para me convidar a colher alguns legumes biológicos para o jantar.

    Na hora de jantar, sentámo-nos à mesa para comermos.

    Falámos e conversámos o resto da noite.

    Agora todos os meses visitamos o avô Pedro.  

 

Diogo Gil 5º E

 

 

 

 

 

 

 

 

      O  avô passado uns dias aceitou ir para Louredo.

      Em  Louredo o avô Pedro conheceu outro senhor chamado S. Armando Eduardo. Também era avô e vivia na Serra do Caramulo.

      Mas, tinha a imaginação que o avô Pedro tinha.

      Eles combinaram ir juntos ao cinema ver um filme que estava em estreia.

      Foram à Worten e viram dois Ipads da Apple e compraram um para cada. Assim, em casa  podiam falar um com o outro.

      Eles gostavam muito do Ipad, jogavam e falavam.

      Os netos do avô Pedro acharam muita graça àquilo.Era mesmo engraçado.

      Foram todos passear, um dia, ao Museu do Papel, que ficava muito longe.Toda a gente gostou.

      O avô vestia-se melhor, era muito mais arrumado e comia muito melhor.

      Ele brincava muito com os netos, fazia muitas adivinhas e eles nunca as adivinhavam. Eram todas muito difíceis e às vezes nem ele próprio sabia as respostas.

      Gostou tanto de  Louredo que nunca mais quis sair de lá.

 

Ana Gonçalves 5º C

 

 

 

 

 

 

     Depois de terem visitado o avô foram para casa um bocadinho contentes e um bocadinho tristes.  Estavam contentes porque o avô continuava muito brincalhão e continuava a contar adivinhas que era o que eles gostavam mais. Estavam muito tristes porque o avô não arrumava a casa, porque estava sozinho e não queria ir para casa dos netos.

     Estavam para ir comer quando o avô apareceu. Os netos deliraram muito contentes e exclamaram:

     -É tão bom ver-te avô! Pensávamos que só te íamos ver passado mais uns anos!

     -Pensaram mal! Eu estive a pensar melhor e cheguei à conclusão que estar sozinho é diferente de estar acompanhado!- disse o avô muito contente.

     -E vieste com quem? – perguntou a mãe .

     -Com este senhor que é muito meu amigo! – disse o avô.

     -Como se chama? – perguntaram os netos curiosos e com um pouco de vergonha.

     -António! – disse o avô acrescentando – não tenham vergonha ele é simpático e um grande desportista!

     -Já agora podemos almoçar cá? – perguntou o avô.

     -Claro que sim! –disse a mãe.

     Assim, passaram o resto do dia muito contentes.  

 

Edgar Pereira 5º E 

Zarpou do caisdaescrita às 04:13
Terça-feira, 20 / 03 / 12

Poesia(s), do 4.º C da EB de Albergaria-a-Velha.

D. Dinis


A poesia era a paixão
Do seu grande coração,
Mas ao trono foi parar
Com o sonho por completar.

Sempre na esperança de continuar
Os seus versos de rimar,
Queria um livro fazer
Mas o seu pai não lhe deu esse prazer.

O pinhal de Leiria plantou
Para os naus construir
E ele sempre sonhou
O fabuloso mar descobrir.

O milagre das rosas se realizou
Porque D. Isabel os pobres ajudou,
A mentira lhe valeu
O amor que o povo lhe deu.

Autores: David Oliveira e Tiago Soares, 4.º C
da EB de Albergaria-a-Velha

Óh Mar …


Óh mar que és enorme,
Cheio de água salgada.
Que vontade de mergulhar
Nas tuas águas mais profundas
E conhecer-te por dentro, ó mar.

Como é bom comer o saudável
Peixe que tu crias.
Como é bom sentir o teu cheiro,
A tua brisa…, o teu brilho, a tua salinidade…
Nas tuas areias eu brinco
E banho-me ao sol.
Óh mar dá-me um pouco
Da tua grandeza!...
                  

David Curião Oliveira, 4.º C
da EB de Albergaria-a-Velha
Prof.ª da Turma: Rosa Maria Correia Costa Figueiredo

Imagens retiradas daqui e daqui

Zarpou do caisdaescrita às 06:31
Sexta-feira, 16 / 03 / 12

Da turma do 4.º B, da EB de Albergaria-a-Velha.

Uma Aventura na

Era dos Dinossauros

 
Para aumentar de tamanho, clicar quando no cursor aparecer "Ler em ecrã inteiro"
Zarpou do caisdaescrita às 06:19
Quarta-feira, 14 / 03 / 12

Da EB1 de Angeja.

A caça ao javali


     No passado fim de semana fui para Castelo de Vide, no Alentejo.

 

     Em Castelo de Vide, existe um castelo muito bonito. Já não se veem guardas como antigamente. São os polícias que o guardam. Atualmente podemos visitar uma pequena aldeia, lá dentro.
     Nesse fim de semana, fui à caça do javali com o meu avô, a Leonor e a minha tia Mariana.
Subi uma montanha muito alta e escorregadia por causa do musgo.
     Não consegui ver os animais, porque os cães os afastaram. Mas costumam aparecer javalis, veados, cervas, varetos e navalheiros.
     Gostei muito de subir a montanha e de gozar estas pequenas férias.

Autor: Duarte Silva

(texto melhorado com a ajuda da turma)
EB1 de Angeja - 1.º ano
(Prof.ª da Turma: Emília Maria Magina Marques)

Zarpou do caisdaescrita às 06:22
Segunda-feira, 12 / 03 / 12

A propósito de uma gata persa...

Mia, a gata da Maria


      A Maria tem uma gata persa chamada Mia Miguel Santos Melo que tem um aninho. 
      A gatinha é muito bonita. O pelo dela é branco, comprido e muito macio. Tem orelhas bicudas, pequenas e com pelinho.
      Quando era bebé, bebia leite. Agora só bebe água e come ração.
      A Mia tem três ratos de plástico e duas bolas de brincar. Gosta de brincar com os ratos, mas também de festinhas e de correr.
      A gata porta-se bem, mas desarruma a casa toda.
      A Mia foi comprada a uma senhora chamada Ana Catarina.

 

Maria, com ajuda dos colegas do grupo de 2.º Ano - Turma 1/2C
EB de Albergaria-a-Velha
(Prof.ª da Turma: Manuela José Marques Perestrelo)

Uma aventura no espaço 

 

 

     Pela primeira vez, na terça-feira passada, o Rafael, o Roberto e o Rubén viajaram até ao espaço, no foguetão colorido denominado “Marcelo”.
     O foguetão partiu-se na lua e apareceu um monstro horripilante, verde, amarelo, azul e vermelho. Os três aventureiros ficaram assustados.
     Felizmente, apareceu um mágico no espaço. Usou os seus poderes e o foguetão ficou consertado. Voltou a utilizar os seus poderes para o monstro desaparecer.
    − Obrigado, senhor  mágico! – agradeceram os jovens.
    − De nada, mas não se voltem a meter em confusões. – disse o mágico.
    Os três aventureiros regressaram a casa felizes e tornaram-se amigos do mágico.

 

Rafael, Roberto e Rúben, com ajuda dos colegas do

2.º Ano - Turma 1/2C

EB de Albergaria-a-Velha
(Prof.ª da Turma: Manuela José Marques Perestrelo)

Zarpou do caisdaescrita às 06:40
Sexta-feira, 09 / 03 / 12

Uma divertida herança familiar!

A Família dos Es

 

 

 

     -Emília é o nome da minha tia. Eduardo é o nome do meu tio, irmão do meu pai que se chama Evandro. Tenho um avô Emanuel e uma avó Eva. A minha mãe chama-se Ermelinda e os pais da minha mãe, Ercília e Ezequiel. Mas há mais: há a minha prima Eliza, a tia Elizabete, casada com o Doutor Élio, as minhas primas Eugénia e Elsa e a minha irmã Eduarda, que ainda é muito pequenina para saber o nome.

     Quem assim fala dos seus parentes, todos da engraçada família dos Es grandes é o E ainda pequeno.

     -Chamo-me Ernesto – diz ele. – Era para ser Heitor calculem! Mas o meu avô Emanuel, quando isto ouviu, segredou ao meu tio Élio e o meu tio Élio segredou à minha prima Eugénia e a minha prima Eugénia segredou ao meu tio Eduardo e o meu tio Eduardo deu um encontrão ao meu pai, que se preparava para escrever Heitor no livro do registo, e disse em voz alta «Heitor é com H homem!». O meu pai ficou muito corado e então escreveu por cima «Ernesto». E Ernesto fiquei.

     Sou de Espinho, mas também podia ter nascido num estábulo qualquer ou então na Eslováquia, quem sabe… Ainda lá gostava de ir, um dia, de elétrico claro.

     Hão-de estranhar que tenha nascido em Portugal, que não começa por E, mas não se esqueçam que está situado na Europa, pois então?

     Nunca me perco, e não julguem que não sou esperto. Antes pelo contrário, tenho muitos emblemas, de todos os clubes de esgrima. Quando for grande gostava de ser enfermeiro. Ernesto, o enfermeiro engraçado, esperto, elegante e que não é estranho! Isto num enorme cartaz estiloso.

     Devem achar talvez a minha conversa estupidez. Acham que falo caro, que falo importante? Conheço com os meus dedos todas as palavras do dicionário começadas por E. Elegantemente, de indicador espetado aprendi a ler todas elas. Perguntem-me o que é engenho. Eu sei. O que é economia. Eu sei. O que é evacuação. Eu sei. Sou o sábio dos Es. Tanto assim que, quando em pequeno me perguntavam quais eram as vogais, eu recitava assim: E, A, I, O, U. Porque é que o A há-de ser o primeiro?

     Elegante e esperto começam por E, tal como eu.

     E por favor, não digam que sou estranho!

 

 

Beatriz Alho 6º B 

Zarpou do caisdaescrita às 14:08
Quarta-feira, 07 / 03 / 12

Escrever, Escrita, Especial, Emocionante, Explorar, ... a família dos Es é Enorme...

A Família dos ES….

 

 

 

     - Eduarda é o nome da minha tia. Eduardo é o nome do meu tio, irmão do meu pai que se chama Eleandro. Tenho um avô Emanuel e uma avó Eva. A minha mãe chama-se Erica e os pais da minha mãe, Edmundo e Eugénia.

     Mas há mais: há a minha prima Elsa, a tia Edelina, casada com o Doutor Ezequiel, as minhas primas Esmeralda e Eleine e a minha irmã Elen, que ainda é muito pequenina para saber o nome.

     Quem assim fala dos seus parentes, todos da esperta família dos Es grandes, é o E ainda pequeno.

     - Chamo-me Ernesto - diz ele. - Era para ser Humberto, calculem!

Mas o meu avô Emanuel, quando isto ouviu, segredou ao meu tio Ezequiel e o meu tio Ezequiel segredou à minha prima Esmeralda e a minha prima Esmeralda segredou ao meu tio Eduardo e o meu tio Eduardo deu um encontrão ao meu pai, que se preparava para escrever Humberto no livro do registo, e disse-lhe em voz alta: " Humberto é com H, homem!"

     " O meu pai ficou muito corado e então escreveu por cima: "Ernesto". E Ernesto fiquei.

     Sou da Estremadura, mas também podia ter nascido numa ilha qualquer ou em Espanha, quem sabe...

     Nunca me perco. E não julguem que sou ignorante. Antes pelo contrário, tenho muitas ideias e algumas fixas.

     Por exemplo: gostava, quando for grande, de ser Engenheiro. Ernesto, O Engenheiro ecológico, educado, eficiente! Isto num grande cartaz iluminado. Claro que é tudo imaginação, faculdade de que não sou desprovido, podem crer.

     Devem talvez achar a minha conversa uma tontice da era passada, uma estupidez, uma manifestação espontânea. Acham que falo caro, que falo importante? Talvez.

     Conheço como os meus dedos todas as palavras do dicionário começadas por E.

     De indicador espetado aprendi a ler todas elas. Perguntem-me o que é equimose. Eu sei. O que é épsilo. Eu sei. O que é equidade. Eu sei. Sou o sábio dos Es. Tanto assim que, quando em pequeno me perguntavam quais eram as vogais, eu recitava assim: E, A, I, O, U. Porque é que o A há-de ser o primeiro?

     Esperto e eficiente começam por E, tal como eu.

     E, por favor, não me entrevistem!

 

Antonio Abreu, 6B, n.º5

Zarpou do caisdaescrita às 23:48
Segunda-feira, 05 / 03 / 12

Com os doces também se podem criar saborosas histórias ...

Zarpou do caisdaescrita às 22:14
Sexta-feira, 02 / 03 / 12

Da EB1 da Cruzinha.

A nossa sala de cara lavada

     Quando começou o ano letivo, a nossa sala estava a precisar de alguns cuidados. As paredes estavam tão sujas que até parecia que um incêndio tinha andado na sala, mas se calhar era do fumo da lareira que nos aquece no inverno. No teto havia um buraco escuro da chaminé e algumas cortiças da parede estavam soltas. Era preciso fazer alguma coisa para ter um local de trabalho mais acolhedor e bonito.
     Numa reunião com os encarregados de educação, uma mãe resolveu oferecer tinta e mão de obra à escola para que nos pudéssemos sentir mais confortáveis.
     Um dia de manhã carregámos os livros, os cadernos e outros materiais para a cantina que nos serviu de sala de aula: três senhores começaram então a pintar a nossa verdadeira sala de aula. Durante o fim de semana as paredes ficaram a secar.
     Quando chegámos, na segunda feira, a sala estava muito linda e arrumada. Resta agradecer à mãe do nosso colega.
     Também um muito obrigado a todos os pais, pela oferta de outros equipamentos importantes para a escola.
     - Muito obrigado! 

Texto Coletivo (3.º/4.º ano) 

No inverno há …

 

No inverno há muita chuva,
A chuva, é fria,
Fria quando não calço a minha luva!

 

No inverno há muita geada,
Geada branquinha!
Branquinha e prateada!

 

No inverno há muita neve,
Neve fofinha,
Fofinha e branca, muito leve!

 

No inverno há muito gelo,
Gelo, não é quente,
Quente é o meu casaco de pêlo  

 

Autores: Manuel Costa e Maria Mendes (3.º ano)

A neve

Vejo a neve a cair,
Tão linda e tão branca!
O que será que vem a seguir?

 

O vento…
Ou a chuva fria…
O que será que vem a seguir?

 

O meu boneco de neve irá cair?
Ó chuva não o derretas!
Ó vento não o empurres!
Menino, não o derrubes!
O que será que vem a seguir?
                                                
Autora: Beatriz Salazar – 3.º ano

 

(Prof.ª  da Turma: Henriqueta Carlota A. Cordeiro Meirinhos)

Zarpou do caisdaescrita às 06:52
Quarta-feira, 29 / 02 / 12

Da EB1 de Angeja.

Tal como prometemos no início,
aqui vai o primeiro texto à nossa medida!

O menino e a fada

 

     Certo dia, o Fábio foi passear para o parque.
     No parque, ele viu uma fada muito bonita, que voava com as suas brilhantes asas.
     A fada pousou no ombro do Fábio e falou-lhe ao ouvido.
     A partir desse momento, eles ficaram grandes amigos.
         

Texto coletivo, EB1 de Angeja - 1.º ano

Prof.ª da Turma: Emília Maria Magina Marques

Zarpou do caisdaescrita às 06:51
Sexta-feira, 24 / 02 / 12

Viagens, pela turma do 4.º B da EB de Albergaria-a-Velha.

Uma aventura numa

nave espacial

Para aumentar de tamanho, clicar quando no cursor aparecer "Ler em ecrã inteiro"
 

Uma Viagem na

época dos Descobrimentos

Para aumentar de tamanho, clicar quando no cursor aparecer "Ler em ecrã inteiro"
Zarpou do caisdaescrita às 06:27
Terça-feira, 21 / 02 / 12

Ser diferente também é ser igual.

    A Menina das Duas Cabeças

 

 

 

 

     Era um novo dia, e Diana ia visitar a avó à sua pequena aldeia. Diana tinha um cão preto, com uns caracóis suaves e os olhos risonhos, era um verdadeiro amigo e acompanhava-a em tudo, mesmo tudo. Era um cão muito feliz e chamava-se Kiko.

    Diana, nesse dia, vestiu o seu vestido preferido, era todo branco, parecia neve; para além disso usava, na cinta, uma faixa vermelha, com pintas também brancas. Esse vestido combinava muito com ela. Diana tinha a pele lisa e suave, uns olhos grandes e redondos, o nariz era bicudo e a sua boca era oval. Os seus cabelos eram pretos, compridos e ondulados, brilhavam com o reflexo do sol.

    Ela tinha um espelho especial… era mágico… deslumbrante. Quando ela se olhava ao espelho via-se com duas caras e punha-se a falar de uma cara para a outra, elogiando-se uma à outra:

    “Hoje estás deslumbrante!”

    “Não! Tu é que estás.”

    “Eu gosto muito dos teus olhos!”

    E pronto, era assim uma confusão.

    Eram onze horas da manhã e Diana, depois de pronta, pôs uma coleira no seu amigo e companheiro cão Kiko e fizeram-se a caminho da casa da avó, passo a passo.

    Pelo caminho passou pela D.Isabel que estava no seu local de trabalho, na pastelaria, a fazer uns biscoitos de laranja, os preferidos de Diana.

    - Queres um biscoito? – perguntou a D.Isabel a Diana – Estão acabadinhos de fazer!

    - Sim, se faz favor. – responde Diana com um pouco de vergonha nos seus olhos.

    Logo que recebeu os biscoitos continuou o seu caminho. Uns minutos depois já conseguia avistar a casa da avó e ficou muito feliz.

    Quando chegou a casa da avó, ela disse-lhe:

    - Minha linda, estás tão bonita, e o teu Kiko já cresceu um pouco!

    - Obrigada avó, - agradeceu Diana – de facto o meu amigo já cresceu e está muito traquina.

    - Olha Diana, o almoço está pronto, é arroz e carne assada, também fiz aquela saladinha especial que tu tanto gostas. Anda para a mesa, mas primeiro vai lavar as mãos. – informou a avó.

    Entretanto, foram para a mesa e esqueceram-se completamente do Kiko e ele, triste, começou a chorar. Mas quando a Diana o ouviu foi logo buscar ao frigorífico comida para ele.

    - Toma Kiko, desculpa por me ter esquecido de ti, podes começar a comer. – disse Diana.

    Quando acabaram de comer, Diana agradeceu à avó pelo almoço. Entretanto a mãe chegou, pois já eram horas de voltar para casa. Mas antes disso a avó ofereceu-lhe bombons para ela saborear, sendo eles os seus favoritos.

    Pelo caminho contou à mãe o seu grande dia e a mãe ficou muito contente por vê-la tão feliz e satisfeita.

 

  Mariana Fonseca, 6ºA  

Zarpou do caisdaescrita às 17:06
Quinta-feira, 16 / 02 / 12

Ainda sou pequeno. Uma criança mas... quero ser tantas coisas!

Quero ser tantas coisas

 

 

 

 

         Quero ser tantas coisas que não sei o que quero ser. Futebolista, campeão de ténis ou jogador de futebol americano.

         Eu gosto destes desportos porque me divirto.

         Gosto de desportos com muita ação. Tenho que estar em permanente correria.

         Gostava de um dia ser um desportista famoso e que todos se orgulhassem de mim.

         Qualquer um destes três desportos me faria feliz, mas não sei o que o futuro me reserva.

         Posso até não ter nenhuma destas profissões, o que eu quero mesmo é ser FELIZ.

 

Diogo Moreira, 5º C

          

 

 

 

 

 

        

         Ainda não me decidi.

         Quero ser tanta coisa.

         Quero ser dançarina profissional e professora de dança.

         Quero participar em concursos e tentar ser sempre a vencedora.

         Quando for professora de dança vou ensinar aos meus alunos todos os passos que souber. E espero que eles sigam sempre em frente como eu.

         Vou seguir sempre em frente e tentar tudo o que desejo se realize!

 

 

Sara Bastos 5º C

 

 

 

 

 

         Eu quando for grande quero ser futebolista, mas também poderia ser mecânico, pois também seria divertido.

         O meu pai é mecânico e eu costumo desmontar motores de tratores com ele.

         Também gostaria de ser arquiteto, mas para isso tenho que treinar melhor os meus desenhos. Também gostaria de ser polícia, mas tenho que treinar, porque não corro lá muito. Deve ser uma profissão fantástica, o meu tio Joel é polícia daí a minha ideia de seguir a mesma profissão.

         Se calhar é mais divertido ser bombeiro e corajosamente lutar contra as chamas.

 

Daniel Maio, 5ºC

 
Zarpou do caisdaescrita às 23:05
Terça-feira, 14 / 02 / 12

OFICINA de TEXTO(2) - Conta uma aventura, real ou imaginária, em que tu e o teu animal de estimação sejam os protagonistas.

 

 

 

A Máquina do Tempo

 

Vou contar-vos uma história que se passou há dois anos, com o meu cão Kiko.

  Estávamos nós num passeio quando, de repente, nos deparámos com uma coisa muito esquisita: parecia uma casa de banho daquelas de plástico.

Aproximei-me, mas continuei sem perceber o que era aquilo. Entrei pois, do lado de fora, tinha visto umas luzinhas a piscar e, foi então que me apercebi que era uma máquina do tempo! Ali, assim à toa…Era surpreendente! Como é que tanta gente que ali passara, não tivera um pingo de curiosidade. Era estranho!

    Tantos botões! Para que serviriam? – perguntei, estupidamente, ao meu cão (pois uma pergunta tem de ter sempre uma resposta mas, com ele essa resposta não existia).

    Cliquei num botão vermelho que dizia “NÃO CARREGAR”. Era normal eu carregar pois, quando alguém diz “não olhes” ou “nem queiras experimentar” é óbvio que nós vamos logo fazer o contrário do pedido. Mas fiz mal, porque aquilo levou-nos para um lugar estranho, para o tempo dos… REIS!

  No início não percebi onde estava mas, depois vi um coche feito em talha dourada que, transportava o rei … D. João V!

 Observei, as construções em arte barroca e a fogueira no meio da praça.

  - Uma bruxa, uma bruxa! - disse um homem que assistia ao espetáculo.

  - Hã? Eu sei que estes sapatos não ficam bem e a minha camisola é roxa, mas bruxa!? Menino isto não é bruxaria isto é moda. Atualiza-te! - respondi indignada.

  - Para a fogueira!! - exclamaram todos.

  Só depois me lembrei que estava no tempo dos reis e, que nesse tempo as roupas eram muito mais… Enfim, diferentes das de hoje. Tentei explicar que tinha vindo do futuro através duma máquina do tempo, mas ninguém se acreditou e como se isso não bastasse começaram a rir-se.

  Como vi que discutir não ia dar em nada, pus-me a correr o mais depressa que conseguia… Mas tive de voltar para trás porque o Kiko estava no jardim e não era a cheirar as flores. Agarrei na trela dele e puxei-o e depois começámos os dois a correr.

  Fui para o sítio onde, supostamente, deveria estar a máquina, mas não estava lá! Fiquei muito preocupada e até o meu cão pôs as patas na cabeça, percebendo que estávamos feitos. Mais tarde, é que me lembrei que a máquina podia estar no local onde fora feita.

  Troquei de roupa com uma senhora que estava colher o trigo e pus-me a andar pelo meio da multidão até que ouvi:

  - Já viu o que o rei fez?  Parece a casa do povo! - riam-se uns senhores da corte.

  - Onde fica o castelo? - interrompi eu.

  - Olhe, você deveria estar a trabalhar?! - respondeu um.

  Fui perguntar a uma senhora que estava em sua casa a comer um pouco de pão se sabia onde ficava o castelo. Ela disse-me com um sorriso nos lábios e, eu agradeci, enquanto o Kiko sem que ninguém reparasse comia o pouco pão que estava em cima da mesa.

  Pus-me a caminho. À entrada do castelo estavam dois guardas. Foi difícil inventar uma desculpa na hora mas lá disse:

  - Sou a malabarista e isto aqui agarrado é o meu… objeto.

  Um foi perguntar ao rei se estava à espera de alguém, chegou e disse:

  -Trabalha de graça?

  - Sim.- respondi eu aflita.

  - Entre.

  Lá entrei. Não conhecia aquele castelo de lado nenhum mas consegui ir até aos aposentos do rei. Abri a porta e vi… a máquina do tempo! Estava salva daquele tempo! Daquelas pessoas cheias de pó branco e sinais falsos, estava livre (pensava eu). Porque segundos depois estava a porta a chiar, era D. João V a entrar!

Estava num sarilho tão grande que não sabia como havia de sair.

  - Guar…-começou o rei.

  Expliquei-lhe tudo em dois minutos, a falar muito depressa, e o que mais me admirou foi que o rei acreditou! Eu não sabia como tinha sido possível!

Quando entrei na máquina do tempo, ainda vi da janela do quarto do rei, a multidão que pensava que eu era uma bruxa, a tentar entrar no castelo.

  Estava eu de regresso! Entrei em casa e não contei nada a ninguém, apenas comi porque estava cheia de fome.

 

 

Joana Marques, 6B, n.º14

 

 

 

 

Zarpou do caisdaescrita às 23:10
Domingo, 12 / 02 / 12

OFICINA de TEXTO - Conta uma história real ou imaginária em que tu e o teu animal de estimação sejam os protagonistas.

 

 Uma Aventura com a Quicas

 

 

 

 

     Numa certa noite, estava eu descansadinha a dormir, quando tive um sonho, de facto um sonho bem engraçado e divertido! Como acho que se vão divertir quando o ouvirem, achei que era bom contá-lo:

     Estava eu num jardim que jamais tinha visto, e não é que, para meu espanto estava com a Quicas?

     A Quicas é a minha cadela de estimação. Tem 15 anos e para mim, é como se fosse uma irmã! Não quero ter irmãos, pois para mim, já tenho uma!

    Como estava a dizer, estava num jardim que nunca vira na minha vida, até era bonito, a relva verde estava cortada e os canteiros cheios de flores coloridas estavam arranjados e muito bem cuidados. O céu estava limpo, e a temperatura amena. Resumindo, estava um dia agradável. Olhei para a minha querida cadelinha e não é o meu espanto que a Quicas estava com uma capa cor-de-rosa com um Q a amarelo!

    Que engraçada! Olhei logo para mim, para confirmar se estava igualmente vestida, mas felizmente não. Sentei-me num banco que estava no jardim e comecei a apreciar a vista. Até que ouvi:

    -Está um dia bonito, não está?

    Olhei para todos os lados, e não vi ninguém.

    -Aqui em baixo! Estou aqui! – exclamou uma voz aguda.

    Olhei e vi a Quicas a olhar para mim. Olhei para a minha cadelinha e perguntei-lhe hesitante:

    -Foste tu que falaste?

    -Claro que fui eu! Estás a ver aqui mais alguém?

    -De facto não, mas tu não falas! Será que estou a enlouquecer? – inquiri eu, preocupada.

    -Não, não enlouqueceste. Estou mesmo a falar! Sei que não é normal, mas aconteceu-me uma coisa estranha. Engoli uma coisa que estava no chão e, de repente, percebi que vocês (humanos) percebiam o que eu estava a dizer. Enquanto estava a passear no jardim de nossa casa apareceu-me um velho cientista que me disse que tinha perdido uma experiência que fazia com que os animais falassem. E, como viu que eu tinha ingerido a tal experiência, disse para eu não sair dali. Ele ia a sua casa buscar o antídoto, para eu voltar ao normal, e entrou numa espécie de buraco negro.

    Entretanto tu vieste buscar-me, e como eu estava bastante curiosa para ver o que estava ali entrei, e como tu estavas muito perto vieste automaticamente comigo.

    -Então temos de ir ter com o cientista, sabes onde ele vive? Não. Mas sei que ele se chamava Gabriel. – informou-me a Quicas.

    - Já é um princípio. Podemos perguntar às pessoas se conhecem o Sr. Gabriel.

    - Boa ideia. – comentou a minha amiguinha.

    E lá fomos, quer dizer, fui, pois ia dar muito nas vistas as pessoas estarem a falar com uma cadela. Ao fim de, mais ou menos meia hora, uma senhora, que pelos vistos era a esposa dele, levou-nos a sua casa, onde o senhor Gabriel nos deu o antídoto. Ele fez umas coisas um pouco estranhas, que nem eu nem a Quicas percebemos bem, mas o que interessa é que ele conseguiu abrir o tal buraco negro e eu e a Quicas voltámos as duas ao jardim de minha casa. Peguei na minha cadelinha e ia perguntar-lhe uma coisa até que:

    -TITITITTI – o meu despertador tocou. E um belo dia de escola esperava-me.

 

 

                                                                                                 Beatriz Alho, 6º B, nº 1

                                                                                                 

Zarpou do caisdaescrita às 17:20
Quinta-feira, 09 / 02 / 12

Pesquisa orientada na sequência de uma sessão de "Astronomia na Escola", viabilizada em articulação com a edilidade.

Dinossauros


Os dinossauros foram animais que habitaram a

Terra na Era Mesozóica, tendo desaparecido 

no final do Período Cretáceo.

Eram parecidos com os répteis, daí que o seu nome

signifique “lagarto terrível”. Contudo,

nem todos os dinossauros

eram grandes e carnívoros, e muito menos terríveis!

Bem pelo contrário…

a maioria dos dinossauros que existiram

eram herbívoros e pacíficos.

Eram todos muito diferentes, tendo desenvolvido formas de

defesa muito próprias, como as armaduras,

os espigões, as placas, maços na ponta

das suas caudas, entre outras muito variadas.

  

 

Conhecendo os Dinossauros

 

     Os dinossauros surgiram no nosso planeta na Era Mesozóica, conhecida por isso como Era dos Grande Répteis. Esta era  durou de 248 milhões a 65 milhões de anos atrás. Os dinossauros surgiram há aproximadamente 220 milhões de anos, e dominaram o planeta durante toda a Era Mesozóica.
     Pesando, na maioria dos casos, toneladas, os enormes répteis alimentavam-se de carne, frutas, plantas e de insetos. Deslocavam-se com grande dificuldade por causa do seu peso.

 

 

A teoria da extinção dos dinossauros

 

     A ideia para explicar a extinção dos dinossauros é a que defende a queda de um asteróide na região do atual México, no período Cretáceo. De acordo com os especialistas, esse asteróide teria aproximadamente 14 km de diâmetro e no momento do impacto, levantou uma nuvem de poeira que cobriu a Terra por meses, impedindo a penetração de raios solares. Muitos animais e vegetais morreram com a falta de luz solar. Sem alimentação abundante, os dinossauros foram morrendo com a falta de alimentos.

 

 

Descendentes dos dinossauros 

 

 

     Os paleontólogos (cientistas dos fósseis) analisaram diversos fósseis de dinossauros e chegaram a algumas conclusões. O velociraptor, por exemplo, evoluiu para algumas espécies de aves que conhecemos hoje. Animais como o dragão de cómodo e diversas espécies de  lagartos também são parentes diretos de alguns tipos de dinossauros.

 

 

Principais espécies de dinossauros:

Tiranossauro
Rex Diplodocus
Velociraptor 
Pteranodon
Elasmosaurus

 

Fontes: Aqui, aqui, aqui e aqui.

 

Ilídio Miguel da Costa, 4.º B

da EB de Alb.-a-Velha

(trabalho desenvolvido no âmbito do

 cumprimento do seu Plano Educativo Individual)

Prof. da Turma: José Manuel Alho

Zarpou do caisdaescrita às 06:12
Segunda-feira, 06 / 02 / 12

Colaboração das turmas da EB1 de Angeja.

O que senti quando cheguei

pela primeira vez

à escola?

 

Filipa – Primeiro estava muito contente, depois comecei a ficar nervosa, mas depois não sabia que a escola era tão divertida.

 

Catarina – Estava muito contente, porque ia ter amigos novos.

 

Rodrigo – Estava a ver a professora a falar no salão.

 

Luís – Achei que ia ser bom.

 

Nuno – Vinha bem-disposto e contente por vir para esta escola. Adoro esta escola!

 

Alexandre – Feliz.

 

Francisca – Fiquei muito ansiosa no primeiro dia, mas gostei muito.

 

Duarte – Senti que ia ter uma grande professora, uns grandes amigos e ia gostar muito de aprender.

 

Gonçalo – Senti se ia ser bom ou mau e se ia ter bons amigos ou não.

 

 

Fabiana – Senti que a professora ia ser simpática e ia ser fixe.

 

Rodrigo – Estava a ver a professora a falar no salão.

 

Gabriela – Achei que a escola ia ser boa.

 

Íris – Senti que estava sozinha e que tinha muito barulho.

 

Rafael – A professora era fixe e linda.

 

Daniel – Ganhei dois amigos.

 

João - Senti-me alegre.

 

Jéssica – Encontrei uma menina.

 

Marcos – Queria muito conhecer as professoras e rever os meus amigos.

1ºano - Turma A – EB1 de Angeja

Prof.ª da Turma: Emília Maria Magina Marques 

Abecedário e rimas

F é a Filipa,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

a cavalo duma pipa.

 

 

F é a Fabiana,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

pesca com uma banana.

 

I é a Íris,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

vai à praia de Esmoriz.

 

D é o Duarte,

com a nave, vai a Marte.

 

L é o Luís,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

de avião vai a Paris.

 

R é o Rodrigo,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

tem cócegas no umbigo.

 

M é o Marcos, 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

que comanda os barcos. 

 

A é o Alexandre, 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

precisa de ficar grande.

 

N é o Nuno,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

habita em Neptuno.

 

D é o Daniel, 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

come um grande pastel.

 

G é a Gabriela,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

pinta a cara com canela.

 

C é a Catarina,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

quer ser bailarina.

 

G é o Gonçalo,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

pescou um enorme robalo.

 

F é a Francisca,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

uma menina arisca.

 

R é o Rafael,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

lambuza-se todo com mel.

 

J é o João,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

sempre resmungão.

 

J é a Jéssica,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dorme com a boneca.

 

E é a Emília,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Caiu de uma tília.

 

Turma A – EB1 de Angeja

Trabalho realizado com base no livro

“Abecedário Maluco”, de Luísa Ducla Soares

Prof.ª da Turma: Emília Maria Magina Marques

 

Brincar às rimas 

" (...) o gosto pelas rimas, as brincadeiras

com as palavras são os primeiros

indicadores de um nível superior de

conhecimento que indicia já alguma

consciência linguística e que

será a base para um trabalho de reflexão

e de sistematização sobre a

língua, essencial para

aprender a ler e a escrever."

(Inês Sim-Sim, Ana Cristina Silva e Clarisse Nunes,

in "Linguagem e Comunicação".

Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular.

Lisboa/2008)

 

Turma do 1º ano

F é a Filipa, a cavalo duma pipa.

F é a Fabiana, pesca com a banana.

I é a Íris, vai à praia a Esmoriz.

D é o Duarte, com a nave, vai a Marte.

L é o Luís, de avião, vai a Paris.

R é o Rodrigo, tem cócegas no umbigo.

M é o Marcos, comanda os barcos. 

A é o Alexandre, precisa de ficar grande.

N é o Nuno, habita em Neptuno.

D é o Daniel, come um grande pastel.

G é a Gabriela, pinta a cara com canela.

C é a Catarina, quer ser bailarina.

G é o Gonçalo, pescou um enorme robalo.

F é a Francisca, uma menina arisca.

R é o Rafael, lambuza-se todo com mel.

J é o João, sempre resmungão.

J é a Jéssica, dorme com uma boneca.

E é a Emília, caiu de uma tília.

 

Prof.ª da Turma: Emília Maria Magina Marques

 

Turma do 2º ano

Para o André Miguel ir à escola é um grande pincel.

A Bruna gosta de brincar na duna.

O Bruno é muito amigo do Nuno.

Eu sou a Cláudia e gostava de ir a Itália.

O Gonçalo Costa joga na baliza, porque gosta.

A Heloísa anda sempre de camisa.

À Inês Valente caiu-lhe um dente.

O Ivan André ao falar faz muito banzé.

O João gosta de comer massa com feijão.

A Juliana gosta muito da sua mana.

O Márcio Vinhas foi ao pinhal apanhar pinhas.

A Mariana fez um bolo de banana.

O Martim fez um piquenique no jardim.

O Pedro Monteiro é um bom companheiro.

A Rafaela cozinha a comida na panela.

O Ricardo Filipe anda de jipe.

O Tiago aprende a nadar no lago.

O Yves Bonneau na cara a mãe beijou.

 

Prof.ª da Turma:  Marisa Sofia Nogueira Maldonado Meneses

Zarpou do caisdaescrita às 06:37
Quarta-feira, 01 / 02 / 12

E que tal um banho de espuma em pleno rio Tejo

Confusão no rio Tejo

 

   Era um dia de verão, como todos os outros, na cidade de Lisboa, até que os habitantes da Baixa ouviram um grande estrondo vindo da Ponte 25 de Abril. O estrondo era tão grande, tão grande que mais parecia um terramoto, mas não era. Era um animal só visto nos Contos de Fada… era um dragão!
   O dragão aterrou mesmo no centro do Rio Tejo. Mas ele não vinha sozinho. Trazia também uma cria bebé! Todos o admiravam ao longe, pois ninguém tinha coragem de se aproximar. Essas figuras eram tão grandes, tão grandes que até mesmo o bebé era quase tão alto como o Cristo Rei.
   Um dos habitantes de Lisboa ligou para o Controlo Animal que ficava na Califórnia, na América, do outro lado do Mundo.
A população ia-se juntando na margem do rio e a polícia começou a ter alguma dificuldade com o engarrafamento do trânsito, pois alguns automobilistas iam estacionando onde era proibido.
    Em poucas horas, um grupo de homens que integrava a tripulação do Controlo Animal apareceu disposto a ver o fenómeno. Quando chegaram e viram o Dragão e a sua cria, um deles gritou:
   - Apanhem-nos! Rápido! Rápido, não vão eles fugir!
   Mas a mãe dragão só queria dar banho à sua cria.  
   Os homens do Controlo animal não conseguiram apanhá-los, pois o dragão- fêmea pegou na sua cria e foi-se embora o mais rápido possível.
   Passado mais ou menos uma semana aconteceu a mesma coisa, mas desta vez eles queriam apanhá-los para ganhar dinheiro. Mas os dragões voltaram a fugir. E isto aconteceu durante mais algum tempo, até que conseguiram apanhá-los. Então, levaram-nos para a Califórnia.  
    Mas o inexplicável estava para acontecer. Não é que aqueles dragões fugiram de novo só para voltar ao sítio onde foram apanhados, para continuar a dar banho à cria.
   Esta cena aconteceu tantas vezes que as pessoas já estão à vontade com aquele bicho monstruoso! É já é uma atração de Lisboa!   
    E é por isso que se veem turistas nesta cidade, vindos de países longínquos só para ver o dragão no Tejo!

                                                                                                                                                                                 Ana Beatriz Lopes Correia – 5º F        


Zarpou do caisdaescrita às 19:49
Terça-feira, 31 / 01 / 12

Como seria bom realizarmos os nossos sonhos e morarmos numa casa na árvore.

 

 

 

Uma casa à minha medida…

 

 

 

       Eu, que estou agora a falar, gostava de ter uma casa!

     Bem, isso não é novidade pois quase toda a gente, gentinha e “gentona” gostava de ter uma. Não é verdade?

     Eu cá gostava que a minha casa fosse numa árvore.

     É esquisito, mas… eu vou descrevê-la. Como seria numa árvore teria de ter uma escada, mas não uma escada qualquer! Tinha de ser uma escada rolante! Mais…ora deixa cá ver … uma cozinha com uma mesa de cortiça, uma lareira em pedra, uma chaminé de (deixa-me pensar numa coisa cara…hum…) fio de cobre! Em cima do frigorífico, uma cebola embalsamada com gema de ovo, um quarto e uma casa-de-banho com uma sanita que fosse ligada à rede de esgotos. Ah! E todo o chão da cozinha era revestido com casca de pinheiro, o do “W.C.” com algodão doce e o do quarto com nuvens cor-de-rosa.

     Ao lado, queria um moinho de vento movido a orvalho e um rio a passar com água do mar, porque faz bem pôr água do mar nas borbulhas, quando as temos.

     Entendo que já estejam fartos de me ouvir mas, a vida é assim! Olha, já me vou embora, a minha mãe está a chamar-me para jantar.

     Até à próxima!

 

 

Adália Tatiana, nº1, 6ºE



Zarpou do caisdaescrita às 18:47
Quinta-feira, 26 / 01 / 12

Da turma do 4.º B, da EB de Albergaria-a-Velha - Como escrever uma BIOGRAFIA?

Uma biografia

     Uma biografia descreve os factos mais importantes da vida de alguém. Para isso é preciso realizar uma pesquisa sobre a pessoa e consultar várias fontes de informação: livros, jornais, revistas, internet...

 

Etapas da biografia

INTRODUÇÃO:

  • Como se chama a pessoa?
  • Onde nasceu?
  • Quando nasceu?

DESENVOLVIMENTO:

  • O que estudou?
  • Onde estudou?
  • Em que trabalhou?
  • Que viagens fez?
  • O que criou ou fez de importante?
  • Com quem casou?
  • Quantos filhos teve?
  • Onde viveu?
  • Quando morreu?
  • (...)

CONCLUSÃO:

  • O que se pensa da pessoa.

Prof. da Turma: José Manuel Alho

Uma biografia de

Brites de Almeida

- A Padeira de Aljubarrota 

Por Gonçalo Eduardo Pego Araújo
Para aumentar de tamanho, clicar quando no cursor aparecer "Ler em ecrã inteiro"
 
Para aumentar de tamanho, clicar quando no cursor aparecer "Ler em ecrã inteiro"
Zarpou do caisdaescrita às 07:19
Terça-feira, 24 / 01 / 12

Monet também é fonte de inspiração para os nossos jovens escritores.

 

 

 

 

 

Um almoço em família 

 

 

     Era domingo, e como estava um dia lindo de Agosto, o avô Samuel decidiu convidar a sua família para almoçarem. Como toda a família adorava os almoços em casa do avô Samuel, todos aceitaram o convite.  O avô Samuel também adorava os almoços que fazia em sua casa com a família, mas aquele dia era um dia especial. Ele e a sua querida esposa Alice, faziam 48 anos de casados!

     Logo que a família se reuniu, o avô Samuel anunciou com muito orgulho aquela data tão especial para ele e para a sua mulher Alice. A família Santos, que se esquecera daquela data tão especial, pediu desculpa aos anfitriões e logo toda a gente começou a festejar.

    Começaram pelas entradas, as tradicionais azeitonas e camarões, toda a família adorava camarões e, claro, azeitonas, apesar dos mais pequenos ainda torcerem um pouco o nariz. Todos falavam entre si alegremente, falavam de política, desporto e de muitos mais assuntos. O prato principal foi cozido à portuguesa, como não podia deixar de ser, pois era o prato favorito do avô Samuel. A sobremesa foi uma surpresa do avô Samuel para a avó Alice: um bolo de 6 andares onde dizia: 48 anos de casamento. A avó Alice começou a chorar porque adorou a surpresa que o marido lhe tinha preparado.

    Os gémeos Pedro e Paulo estavam muito contentes, pois não viam a família há 2 anos, porque tiveram que se ausentar do país. Estavam espantados, pois não imaginavam que todos estivessem tão diferentes. A Carolina, filha do avô Samuel, aproveitou o almoço para matar saudades do seu gatinho favorito, o Fofinho, nome que ela própria lhe dera!

    Toda a família Santos festejou aquela data especial e conversou; resumindo, toda a gente se divertiu e, como sempre, todos adoraram aquele almoço.                                                                                                                     

Beatriz Alho

                                                                                                                               6ºB – Nº1

 

 

 

 

A Festa

 

 

     No ano de 1914, a D. Maria José preparava-se para ir visitar a cidade do Porto, mas depois de pensar duas vezes decidiu:

     - Cocheiro, por favor cancele a viagem ao Porto, se faz favor.

     Pensando para si própria, murmurou:

     - Hum… Quero fazer algo diferente… Já sei! Vou preparar uma festa e irei convidar todos os meus amigos.

     Escreveu nos convites:

                 

                    Exmo(a) Senhor(a)

 

                       Está convidado(a) para a melhor festa da Época, com várias viagens de barco nos rios mais conhecidos de todo o Portugal.

                       Iremos passar pelos rios: Minho, Douro, Mondego, Tejo, Sado e Guadiana.

                       Por favor, dirija-se à minha casa no dia 30 de Novembro para começarmos a viagem.

                       Com os melhores cumprimentos,

 

                                                                                                  Maria José Caldeiras

 

 

     No dia 30, todos os convidados se juntaram na casa da senhora e perguntaram:

     - Onde vamos nós agora?

     A D. Maria José respondeu:

     - Cocheiro! Prepare a carroça para 12 pessoas!

     O cocheiro respondeu:

     -Muito bem, minha senhora.

     Todos se dirigiram até à carroça, entraram e começaram a viagem.

     Na hora do almoço o senhor Jorge Almeida chamou:

     -Senhora D. Maria José! Pode entregar-nos as ementas?

      A ementa era a seguinte:

 

Sopa

 

Canja de Galinha

 

Carne

 

Vitela com batatas assadas 

Leitão à Bairrada   

 

 Peixe

 

  Robalo com arroz de tomate

   Salmão

 

 Sobremesas

 

 Fruta da Época

Doce da casa

 

 

     Depois do almoço passaram pelo Rio Tejo. Ao fim de duas horas passaram pelo rio Sado e também pelo Guadiana.

     Terminada a viagem, todos agradeceram o convite e voltaram a casa para estar com as suas famílias.

 

 

                                                                                                         Pedro Magalhães e Silva

                                                                                                        Nº16  6º B

 

 

                                                                                                            

Zarpou do caisdaescrita às 21:12
Sexta-feira, 20 / 01 / 12

Oficina de Escrita: texto descritivo.

A minha amiga secreta

     A minha amiga secreta tem 7 anos e anda na minha turma.

     Tem olhos esverdeados, cabelo loiro e liso. Usa puxo.

     É baixa e magra. Costuma usar calças, camisola e calçar botas castanhas.

     A sua mochila é da Winnie-the-Pooh. É azul e verde.

     Ela é educada e boa aluna.

     É simpática, calma, mas alegre e divertida.

     Eu penso que tem uma irmã mais velha.

    Inês - 2º A, da EB de Alb.-a-Velha

O meu amigo secreto

     Anda na minha turma.

     Ele usa óculos.

     Ele tem 7 anos.

     Ele é baixo e um pouco gordinho.

     O meu amigo é bem comportado e é educado.

     Ele vive com o pai e com a mãe.

     Ele gosta de desenhar, mas não gosta de pintar.

     Ele gosta da escola.

Mykyta - 2º A, da EB de Alb.-a-Velha

A minha amiga secreta

     A minha amiga secreta é minha colega de turma.

     A minha amiga secreta tem 7 anos.

     Ela tem cabelo castanho, liso e bonito. É baixa, magra e tem olhos castanhos claros. Também é bonita.

     Ela é educada, engraçada, inteligente, estudiosa e trabalhadora.

     A minha amiga secreta usa leggings, camisola comprida, botas ou fato de treino às vezes.

     Ela usa uma carteirinha cor-de-rosa. A mochila dela é azul e verde.

     Ela vive com o pai, com a mãe e com a irmã.

     Ela gosta de desenhar e de pintar. Gosta muito de ler, da escola e de aprender.

  Micaela - 2º A, da EB de Alb.-a-Velha

A minha cadela

     A minha cadela chama-se Quica.

     A Quica tem dois meses.

     Ela só come ração.

     Ela ainda é pequenina. Tem o pelo castanho e curto. As orelhas são pequeninas. Eu não sei de que raça é.

     A minha cadela tem uma coleira e uma trela.

     Ela é brincalhona, meiga e dá a patinha. Às vezes abre a boca e faz de conta que morde.

     Ela gosta de brincar comigo e com os meus pais.

     A minha mãe viu uma cadela abandonada com cinco cachorros. Assim lembrou-se de levar um para casa.

 

        Francisco, com ajuda dos colegas.

Turma 2.º A, da EB de Alb.-a-Velha

        Texto escrito no computador - Margarida, Carolina e Francisco

 

Brincar com as palavras

à maneira de Luísa Ducla Soares

O que está

O que está no jardim?

Uma flor igual a mim. 

   

O que está na flor?

Uma abelha com calor.

 

O que está no computador?

Um velho doutor.

 

O que está na rua?

Uma senhora nua.

 

Que está no céu?

Um lindo chapéu.

Micaela - 2º A, da EB de Alb.-a-Velha

Prof.ª da Turma: Carmo Delgado

Zarpou do caisdaescrita às 07:12
Segunda-feira, 16 / 01 / 12

Oficina do Texto (III), do 4.º B da EB de Albergaria-a-Velha.

A Vendedora de Fósforos

     »Na véspera de Ano Novo, na última noite do ano, fazia muito frio. As ruas da pequena cidade estavam completamente às escuras.

     As pessoas abrigavam-se nas suas casas aquecidas e através das janelas viam-se as luzes das árvores de Natal acesas. O aroma a ganso recheado escapava para a rua. A neve caía.

     Apenas uma jovem menina vagueava pelas ruas desertas. Os flocos de neve pousavam nos seus caracóis louros, os pés descalços estavam roxos por causa do frio. Quando saíra de casa tinha calçado um par de sapatos mas, ao desviar-se de uma carruagem que passava apressada, perdera-os, pois estavam demasiado grandes. Um dos sapatos desapareceu e o outro foi apanhado por um pobre rapaz que rapidamente se pôs em fuga, sem olhar para trás.

     A menina trazia nas mãos um molho de fósforos e no bolso do avental tinha mais. Ninguém lhe tinha comprado nada nesse dia. De certeza que o pai ia ficar furioso e, além disso, em casa também estava frio, uma vez que o vento assobiava pelas fendas do telhado.

     Num canto entre duas casas, uma mais saliente que a outra, a menina sentou-se e aninhou-se, encolhendo os pés contra o corpo. Estava gelada e tinha as mãos dormentes, devido ao frio. Não parava de nevar e as ruas começaram a ficar desertas. O frio aumentava cada vez mais…»

 

                                                                               Hans Christian Andersen,

"A vendedora de fósforos" - Everest Editora.

Imagina o que se passou e

depois escreve

um final para esta história.

 Estavam juntos para um novo ano...

     O pai estava preocupado. A vendedora de fósforos nunca mais regressava a casa.
     Passaram duas horas e a vendedora sem aparecer. Então, o pai decidiu ir procurar a filha. Procurou toda a noite. Mas nem sinal dela.
     Passaram quatro dias e… nada. O Pai não desistiu. Alguns dias depois, encontrou-a num canto entre duas casas. Aproximou-se e viu que tinha desmaiado com o frio.
     Levaram-na para o hospital. Foi então que a menina sonhou que o seu pai tinha sido baleado por tiro de caçadeira. Acordou e viu que estava no hospital. Ao perceber que tinha o pai a seu lado, perguntou aflita:
     - Pai, foste baleado?! – perguntou ainda assustada.
     - Não. Tu estavas a sonhar… - respondeu o pai, tentando acalmá-la.
     O pai não ficou aborrecido por ela não ter vindo a horas e sem dinheiro.
     Chegaram a casa com a comida já feita e começaram a jantar.
     Finalmente, a família estava contente. Estavam juntos para um novo ano...

Luis Turchyn, 4.º B

 Toda a gente estava feliz

     E a menina não aguentou muito mais. A certa altura, chega um menino pobre que diz:
     - Desculpa por te ter tirado o sapato... - disse o menino arrependido.
     - Não faz mal. Os sapatos eram muito grandes… - comentou a vendedora.

     De seguida, ele pediu-lhe uma caixa de fósforos.
     - Quanto custa uma caixa? - perguntou o menino.
     - Um euro e é só se tu quiseres. Eu não te obrigo - disse a menina de caracóis louros e pés roxos.

     E o menino lá lhe deu a moedinha de um euro. Assim, a menina de caracóis louros e pés roxos decidiu ir para sua casa. Quando chegou, o pai não ficou furioso. Até ficou contente!
     Já era 2012. Toda a gente estava feliz e gritavam:

     - «Ano novo, vida nova!».Fizeram um brinde e desejaram um feliz ano novo que, pelo menos, fosse melhor que o ano anterior.


Diogo Rocha Jesus, 4.º B

Viram-se e abraçaram-se

     A menina pegou num fósforo e acendeu-o, mas caiu um floco de neve e apagou-o. Acendeu outro e aconteceu a mesma coisa.

 

     Atirou o fósforo e começou a chorar:

 

     -«Snif, snif, snif», porque é que só me acontece a mim? Porquê?! «Snif, snif, snif» - soluçava sem parar.

 

     Depois de se aquecer e de se aninhar entre as duas casas, teve paciência, pegou num fósforo e acendeu-o. Nesse momento, ouviu alguma coisa fazer barulho. Foi ver o que era e encontrou os seus sapatos, algumas moedas, um cachecol, um casaco e um cobertor.

 

     Foi guardá-los entre as casas, mas continuou aquele barulho estranho que não se percebia ao certo o que seria. O ruído era (de longe) enferrujado, triste e baixo.  

 

     Lá se levantou outra vez e procurou, procurou, procurou até que encontrou o pai a chorar. Viram-se e abraçaram-se:

 

     - Ó filha, desculpa! - dizia o pai.

 

     - Não faz mal, pai! - assegurou a menina.

 

Gonçalo Euardo Pego Araújo, 4.ºB

Foi comprar um

par de sapatos

bem quentinhos 

     Era uma vez uma menina que vendia fósforos. Um dia, essa menina não tinha vendido fósforos e então decidiu não ir para casa, porque já sabia que o pai ia ficar irritado e ia pô-la outra vez fora de casa.

     A temperatura tinha baixado muito e a menina tinha cada vez mais frio.

     Houve uma pessoa que precisava de uma dúzia de fósforos. A menina vendeu doze fósforos por cinco euros e foi para casa com cinco euros na mão.

      O pai da menina disse que, no dia seguinte, lhe ia comprar um par de sapatos. E assim foi. O pai da menina foi comprar-lhe um par de sapatos bem quentinhos.          

 

      Emanuel Perez de Carvalho, 4.º B

    

 A senhora sorriu

e levou-a a casa

     ... e a menina começou a chorar.
     Começou a pensar que as pessoas que estavam em casa felizes eram pessoas cheias de sorte. Mas ela era muito pobre e pouco sortuda.
     Pensava na reação do pai quando chegasse a casa. Algum tempo depois, um menino passou pela rua e a menina cumprimentou-o:
     - Olá!
     - Olá. - respondeu o menino.
     - Onde é que vais? - perguntou a menina.
     - Vou comprar fósforos.
     - Olha...eu vendo fósforos. Queres algum?
     - Por caso... sim, quero!
     - Custam dois euros! - exclamou a menina, cheia de esperança.
     - Muito bem! Está comprado.
     A menina ainda tinha medo de voltar. Por isso, esperou para  ver se vinha mais alguém. Entretanto, mais ninguém apareceu...
     De repente , quando se preparava para desistir, uma senhora já idosa, vinda do nada, pergunta:
     - Onde é que é a tua casa?
     - É na Rua Velha. - respondeu a menina.
     - Eu levo-te a casa. - disse a senhora.
     - Mas o meu pai quer que eu tenha dinheiro para ele…
     - Então, toma cinquenta euros!
     - Muitíssimo obrigado! – agradeceu a menina aliviada, mas muito feliz.
     A senhora sorriu e levou-a a casa para que levasse a boa notícia ao pai.

Luís Filipe Almeida Peralta, 4.ºB

 

 Todos lhe deram

alguma coisa

     O frio aumentava cada vez mais e a menina ia começando a ficar com o corpo dormente. De manhã, a menina dormia no chão, e mais pessoas se aproximavam dela. Quando acordou, a menina, já rodeada de muita gente, começou a vender os fósforos às pessoas.
     Todos lhe deram alguma coisa: dinheiro, roupa, comida...
     A caminho de casa, a menina encontrou um rapaz com  roupas velhas, com a cara gelada...e pensou, que também ela estivera assim. Decidiu, por isso, repartir parte do que tinha recebido com aquele rapaz já roxo de frio.
     Em casa, contou aos pais o gesto de bondade que tivera e como correra a sua noite.
     Os pais, muito felizes, perguntaram pela roupa, pela comida e pelo dinheiro recebido com a venda dos fósforos.
     A menina mostrou-lhes e os pais ficaram muito orgulhosos dela. Assim, puderam comprar uns lençóis quentes e, com o resto do dinheiro, pagaram alguns livros da filha.

Diogo Miguel Tavares Pereira,  4.ºB

 

Foto de Lili Pereira

Afinal, aquele homem

era o seu pai

     Não havia ninguém na rua. Os telhados estavam cheios de neve. Ela já não sabia o que fazer: ir para casa ou continuar ao frio.
     Faltavam vinte minutos para a meia-noite. O vento batia cada vez mais forte. Esta vendedora, como era muito esperta, foi ver se encontrava lenha no pinhal mais perto dela. Descobriu um bocadinho de lenha no pinhal do seu vizinho.
     Com um fósforo acendido, colocou-o no meio dos paus misturados com a caruma. Não conseguiu atear uma fogueira. Pensou, pensou… Na cabeça surgiu logo uma ideia. Precisava de pinhas. Foi de novo ao pinhal recolher umas pinhas.
     Assim, sim. O lume estava aceso. A vendedora de cabelos louros ficou a olhar muito bem para o lume. Chegou-se a ele para se aquecer. Foi então que viu umas botas de cano alto.
     E perguntou-se:
     - Como é que estas botas vieram aqui parar?! Quem as terá trazido?!...
     Faltava um quarto de hora para o ano novo chegar. A vendedora não sabia quem teria ali deixado o par de botas.
     Uma voz grossa e misteriosa disse então:
    - Estavas a pensar há dois minutos quem seria eu. Apareci para veres quem te deu as botas…

     A menina ficou de boca aberta. Afinal, aquele homem era o seu pai.
     - Pai! - gritou espantada por ali o ver.
     O pai também ficou muito feliz por conseguir dar um presente à filha. Mesmo assim, pediu-lhe para não voltar a fugir de casa. Regressaram para passar o resto da noite.
     Tiveram uma passagem de ano muito feliz. A menina gostou muito de ver o seu pai contente e alegre.

Diogo Daniel Ferreira Matos, 4.º B

Refugiou -se num sítio

dedicado aos pobres  

     A vendedora de fósforos acabou por desistir e voltou para casa, mesmo sabendo o que lhe podia acontecer. Chegou e ouviu:
     - Mostra lá o dinheiro que trouxeste! - ordenou o pai.

     Um pouco intimidada, respondeu:
     - Não vendi nada pai. Nem uma caixa... - disse, envergonhada, a vendedora de fósforos.
     - O quê? Como é que te atreveste a voltar para casa sem um único tostão?!-pergunta o pai furioso.
     - Desculpa pai, mas...estava muito frio lá fora e não aguentava mais. - explicou já a tremer.
     - E porque é que estás descalça?-perguntou a mãe em tom alto.
     A menina, farta de ouvir gritos, fugiu e refugiou -se num sítio dedicado aos pobres onde mais tarde foi adotada por uma família rica, que lhe deu carinho, amor e atenção. Foi a aí que recebeu a sua merecida prenda: uma vida melhor.


 
Melissa Pereira Ribeiro, 4.ºB

 A menina voltou para casa

com os vinte e cinco euros

     … A menina, ainda com frio, continuou a caminhar. Estava cada vez mais frio. Pouco depois, a menina lembrou-se de acender um fósforo. Mas este apagou-se.

     De repente, um menino apareceu e disse:

     - Olá!

     - Olá! – disse a menina.

     - Conheces alguém que venda fósforos? – perguntou o menino.

     - Eu vendo fósforos! – exclamou a menina.

     - Quero um – pediu o menino.

     - É um euro – garantiu a vendedora.

     - Então, quero cinco! – exclamou o menino.

     - São cinco euros – disse a menina.

     - Muito obrigado! – agradeceu o cliente.

     Contente por ter vendido alguns fósforos, a menina continuou a andar. Já perto de casa, pensou em voz alta:

     - Não posso voltar para casa só com este dinheiro!

     - Leva este dinheiro contigo – disse uma senhora idosa, oferecendo-lhe vinte euros.

     - O que é que posso fazer por si? – perguntou a menina.

     - Se tivesses alguns fósforos que me pudesses dar… - disse a senhora idosa.

     - Sim, tenho! – interrompeu a menina – Aqui estão eles. Os vinte! – continuou a menina.

     - Vinte?! São muitos! – disse a senhora idosa – Muitíssimo obrigada – continuou a velha senhora.

     Sorridente, a menina voltou para casa com os vinte e cinco euros e os restantes fósforos.

Mariana Marques Almeida, 4.ºB

Estava com a minha avó

e isso é que importava!

     ... Estava presa, não me conseguia mexer, estava tudo muito escuro. Ganhei coragem e levantei-me. Fui para fora da aldeia.

     Passadas duas horas, encontrei uma pequena quinta que me parecia familiar e fui para lá. Toquei à campainha. Quando apareceu… a minha avó. Ela convidou-me para entrar. Não via a avó há muitos anos. Ela era muito simpática e carinhosa. Diziam que ela tinha o dom de comunicar com Deus, mas os meus pais pensavam que ela era maluca. A minha avó convidou-me para passar o ano novo com ela, a sua comida era galinha assada com batata cozida.

     Faltava uma hora para entrarmos no ano novo. A avó pediu-me para ir buscar couves à horta. E lá fui. A avó plantava de tudo; por isso tinha comida para todo o ano. Era muito feliz!

Faltavam dez segundos, estávamos com champanhe na mão…

     Pum pum pum! Começavam a largar foguetes! Comemos as doze passas e o meu desejo realizou-se: estava com a minha avó e isso é que importava!

Guilherme Rafael Tavares Ventura, 4.ºB

 Ela teve um sonho em

  que vendia muitos fósforos

     O frio aumentava cada vez mais. Decidiu então ir para casa.

     O vento soprava cada vez mais pelo telhado adentro!

     Quando a menina viu o seu pai, disse-lhe que não conseguira vender fósforos. Ele ficou aborrecido, porque precisava de comer e de juntar dinheiro para comprar uma casa melhor.

     Triste, a menina foi para o seu quarto, que só tinha uma cama, onde passaria a noite. Ela teve um sonho em que vendia muitos fósforos e o pai conseguia arranjar uma nova casa para os dois viverem.

     Passados uns tempos, esse sonho realizou-se e tiveram muitos aquecedores porque muitas pessoas souberam que viviam cheios de frio. Todos os ajudaram.

     E assim a menina e o pai viveram felizes para sempre!

                              Maria Beatriz Lages Bernardo, 4.º B

 

A menina foi a correr

para casa avisar os pais

     O frio aumentava cada vez mais, a menina sentou-se no chão. Nesse momento, saiu um senhor de uma casa que ia à floresta colher alguns paus para acender a fogueira. Os fósforos tinham acabado.

     A menina chamou-o:

     - Desculpe! Quer comprar alguns fósforos? - pediu encarecidamente.

     - Fósforos? Mas como é que sabia que eu queria?... - disse o senhor.

     - Não sei! - respondeu a menina.

     - Então, dás-me um molho? – perguntou o homem.

     - Sim, claro!!!!

     O senhor comprou os fósforos por dez euros e a menina ficou muito feliz!

     Agradeceu ao senhor e foi para casa aos saltinhos, porque finalmente tinha vendido não um fósforo, mas um molho deles.

     Quando ia para casa, encontrou uma casa abandonada, mas que estava toda bem feita e lá dentro também estava quente. A menina foi a correr para casa avisar os pais que tinha recebido dinheiro e também encontrado uma casa melhor para viverem.

     Mudaram-se para essa casa e ficaram muito felizes. Com esse dinheiro, compraram comida para aquela noite e daí em diante viveram felizes para sempre.

                                                                                                             Inês Rodrigues Santos, 4.ºB

 Os pais ficaram

muito contentes

     Na pequena cidade, o frio aumentava cada vez mais e  a menina não conseguia suportar aquele frio.

     Andou mais para a frente para ver se encontrava algum abrigo, mas todas as casas estavam tão divertidas, que nem a ouviram a bater à porta ou a tocar à campainha.

     Ela estava a um quilómetro de sua casa, até que encontrou uma idosa que não tinha luz em casa nem fósforos. Comprou oito fósforos à menina.

     Quando a idosa saiu, teve pena da menina e convidou-a a ir a sua casa tomar um chocolate quente. A menina aceitou. Ficou lá um quarto de hora.

     Depois foi para casa com oito euros, porque cada fósforo custava um euro.

     O pai não se aborreceu porque, com oito euros, dava para comprar comida e alguns trapos. Era uma família muito pobre. Por isso é que a menina andava a vender fósforos.

     No dia de ano novo, a menina teve de ir vender mais fósforos, mas nessa tarde houve um corte de eletricidade e conseguiu vender vinte e cinco fósforos porque ninguém tinha luz em casa.

     Regressou com vinte e cinco euros. Os pais ficaram muito contentes porque, finalmente, conseguiram algum dinheiro mais.

     E passaram o Ano Novo muito feliz!

Ana Lúcia Silva Magno, 4.º B

Hans Christian Andersen

(Odense, 1805 - Copenhaga, 1875)

 

     Escritor dinamarquês. De origem humilde, filho de um sapateiro. Em 1819 instala-se em Copenhaga, onde, graças à ajuda de generosos protectores, estuda canto e dança. Mas na realidade a sua formação é autodidacta, nutrida por abundantes leituras. A partir de 1833 começa a publicar obras dramáticas, diários, apontamentos de viagens e alguns romances.

 

     Mas a obra que o torna célebre em todo o mundo é Contos, traduzidos para uma infinidade de idiomas. Publica os primeiros em 1835-37, e continua a escrever e a publicar até chegar, em 1872, a um total de 156 contos. Os contos mais antigos estão enraizados na tradição popular: Companheiro de Viagem, Os Cisnes Selvagens. Posteriormente, Andersen dedica-se ao conto literário no mundo das fadas (O Duende, A Colina dos Elfos), numa concepção idílica da natureza (O Rouxinol, O Sapo, O Abeto, As Flores da Pequena Ida) e, inclusive, nas relações misteriosas entre os objectos mais prosaicos (A Agulha de Remendar, A Gota de Água, A Velha Lanterna, Os Trapos). Alguns dos seus contos mais famosos deixam entrever elementos autobiográficos: O Soldadinho de Chumbo, A Pequena Sereia.

 

Texto retirado daqui

 

 Prof. da Turma: José Manuel Alho

Zarpou do caisdaescrita às 07:24
Terça-feira, 10 / 01 / 12

A partir de uma BD. Da turma do 4.º B, da EB de Albergaria-a-Velha.

 

 

Partindo desta

Banda Desenhada (BD),

constrói a história da

Bela Adormecida.

     No reino tinha nascido uma princesa.

     Contente, o rei anunciou:

     - Meus súbditos, nasceu uma princesa!

     Para comemorar o nascimento da sua filha, o rei organizou uma festa e convidou as fadas madrinhas para o batizado. Inesperadamente, a fada má apareceu e afirmou:

     - Um dia, a princesa picar-se-á num fuso e dormirá para sempre.

     O rei e a rainha ficaram muito preocupados. Uma fada madrinha disse:

     - Eu não posso quebrar o feitiço, mas posso alterá-lo.

     - Como? – perguntou o rei.

     A fada madrinha pegou na sua varinha e disse:

     - Um dia, a princesa picar-se-á num fuso e dormirá um sono profundo até que o seu verdadeiro amor a salve.

     No seu décimo sexto aniversário, a Bela, ao passear nos jardins, encontrou uma velha fiadeira.

     - Olá, minha senhora! Posso experimentar? – perguntou a Bela.

     - Claro que sim – respondeu a velha.

     Ao tocar no fuso de fiar, a princesa picou-se e caiu adormecida.

     Algum tempo depois, chegou um belo príncipe ao reino. Encontrou a Bela Adormecida e logo se apaixonou. O príncipe beijou suavemente a princesa. O seu amor quebrou o encantamento e a Bela Adormecida acordou.

     - Obrigada por me salvares! – agradeceu a princesa.

     - Queres casar comigo? – perguntou o príncipe.

     - Sim! – respondeu a Bela emocionada.

     O rei convidou todo o reino para a grande festa de casamento.

     E todos viveram felizes para sempre!

 

Mariana Marques Almeida, 4.ºB

EB de Albergaria-a-Velha

Prof. da Turma: José Manuel Alho

Zarpou do caisdaescrita às 07:18
Quinta-feira, 05 / 01 / 12

Reciclar é obrigatório!

Visita de Estudo ao Aterro Sanitário de Aveiro

 

 

 

 

 

 

              No dia 25 de Outubro fui com a minha turma (5ºF) ao Aterro Sanitário de Aveiro.

            O senhor que dirigiu a visita chamava-se João e explicou-nos tudo muito bem.

            Foi aí que aprendi que as estações de triagem têm um papel fundamental no processo de reciclagem. Lá chegam os recicláveis que são separados nas nossas casas e que requerem um processo adequado, nomeadamente a remoção dos contaminantes. Nas estações de triagem existe um conjunto de pessoas que separam esses resíduos que colocamos nos ecopontos. Nas estações de triagem corrigem os erros que as pessoas cometem quando separam os seus resíduos em casa.

            Porquê separar lixo?

            Faço esta pergunta porque quando aprendi a reciclar disseram-me só onde pôr o lixo. Perguntei ao senhor João e ele disse-me que separar e encaminhar as embalagens usadas tem vantagens ambientais e económicas: fabricar materiais a partir dos resíduos consome menos energia do que fabricá-las a partir das matérias-primas.

           Muitos dos nossos recursos energéticos não são fontes de energia renováveis, como é o caso do petróleo. Poupança de matérias-primas: ao utilizarmos as embalagens usadas no fabrico de novas embalagens, estamos a transformar o lixo num recurso, estamos a transformá-lo em matéria-prima secundária, estamos a poupar as matérias-primas, os nossos recursos naturais.

            No Aterro aprendi mais coisas mas estas foram as que eu decorei com mais facilidade.

            Adorei esta Visita de Estudo apesar de cheirar um pouco mal mas isso é normal nos aterros; ouvi coisas que nunca tinha ouvido na vida.

            Fiquei a perceber melhor o que significa a palavra reciclar.

 

 

Filipa  Tavares -5º F

 

Zarpou do caisdaescrita às 16:16
Quarta-feira, 04 / 01 / 12

Memórias passadas...

Um dia de aniversário bem passado

 

 

 

 

 

 

        Estávamos nós em pleno verão de 1930 na quinta da minha tia Alice.

      Era a festa do aniversário dela. Eu gostava muito de ir as festas da minha tia, eram sempre tão animadas e divertidas, num ambiente muito florido pois a minha tia tinha uma quinta no meio do campo.

      A quinta tinha um lago enorme cheio de peixes rodeado por uma floresta cheia de árvores e flores. Era nesse espaço à beira do lago que ela fazia sempre as suas festas. Num canto tinha uma grande tenda onde todos nos juntávamos para nos divertirmos.

      A festa deste ano era mais animada do que o normal, já que, a minha tia tinha convidado os tios e os primos de Lisboa, vinham todos bem vestidos com aquelas roupas que se usava na capital, chapéus altos e pretos e vestiam trajes pretos e as senhoras vinham com chapéus muito coloridos e roupas muito bonitas cheias de ornamentos; até a minha prima Cláudia tinha trazido a sua gata Josefina que tinha um laço na cabeça.

     Havia muita animação. Todos queríamos saber novidades da capital. Passámos toda a tarde a conversar, a rirmo-nos das histórias que ela contava dos senhores e senhoras da capital que nem sequer sabiam o que era uma vaca, nem de donde vinham as batatas.

     Foi um dia espetacular.

     No final do dia partimos todos para as nossas casas na esperança de para o próximo ano nos voltarmos a encontrar todos neste sítio espectacular e voltarmos a contar histórias das nossas vidas.

 

Pedro Faria

Nº. 17 6º B

Zarpou do caisdaescrita às 00:02
Quarta-feira, 28 / 12 / 11

E porque um livro é fonte de sonho e magia...

Maria e a descoberta da magia do faz-de-conta

 

 

      Num dia lindo de inverno, por entre a fresta da janela, um fio de luz atrevido entrou pelo quarto de Maria, tocou-lhe suavemente na cara e acabou por despertá-la. Seu gato também acordara, pois dormia com ela. Com a pressa de quem não pode desperdiçar um dia de férias ensolarado, Maria saltou da cama sem hesitar. Nem o frio de dezembro a desencorajou a trocar o quentinho dos cobertores pelas brincadeiras na rua. Num instante, Maria estava vestida, lavada e sentada à mesa, pronta para tomar o pequeno-almoço, juntamente com o seu gato.

      O pequeno-almoço da avó era especial: leitinho da velha vaca do Sr. Manuel, pão quentinho e bolo de manteiga que a avó acabara de fazer, sumo das laranjas da tia Zeca, frutas sumarentas colhidos no quintal e uma geleia deliciosa de amoras apanhadas no campo. 

     - É tudo fresquinho e saudável! - dizia, muitas vezes, a avó - Se comeres tudo, vais ter energia para brincar todo o dia!

     Já com a barriguinha cheia, dentes lavados e casaco vestido, Maria pôde ir brincar na rua.

     Como acordou cedo, encontrou a rua ainda deserta, sem meninos para brincar. Foi caminhando pela aldeia, na esperança de encontrar algum amigo e parou em frente ao portão da sua escola, na qual tinha andado no primeiro ano.

     - Está tudo tão sossegado… - disse baixinho para si própria.

     De repente olhou para a janela e reparou que uma delas estava aberta.

     - É a janela da biblioteca! Por estará aberta? Nunca ninguém lá vai… deve ter sido uma rajada de vento que a abriu! - sussurrou ela.

     Sempre muito curiosa e sem nada para fazer, resolveu dar uma espreitadela à velha biblioteca. A janela era baixa e, com pouco esforço, saltou lá para dentro. Nunca tinha ali entrado. Estava tudo empoeirado e amontoado.

     - Isto … a-a-atchim… mais parece o sótão lá de casa, cheio de … a-a-atchim… coisas velhas! - exclamou a Maria, aflita com tanto pó.

     Sentou-se num velho cadeirão e resolveu ler velhos livros que se encontravam sem utilidade na prateleira.

     - “Em busca da magia do faz-de-conta”… o título é engraçado… - murmurou ela.

     Era uma história de aventura. A história era sobre um menino que viajava pelo mundo para encontrar o guardião da magia do faz-de-conta.

     Maria já não conseguiu tirar os olhos do livro. Capítulo após capítulo, foi descobrindo lugares e personagens que nunca imaginara, desde as grandes montanhas geladas dos Alpes a planícies distantes do outro mundo. O menino da história queria saber do guardião da magia do faz-de-conta porque os meninos da aldeia dele já não brincavam ao faz-de-conta. Ficavam em casa a jogar computador, a ver televisão ou jogar consola.

    Então um dia, encontrou o guardião da magia, era o Pai Natal. O próprio Pai Natal disse-lhe:

    - O livro é o brinquedo mais poderoso do mundo! Com eles podes fazer de conta que estás a viver a história, porque quando lês uma história estás a viver uma aventura única!

    -“Pum”! - um estrondo na janela fez Maria distrair-se da leitura, como se acordasse de repente de um sonho. Os seus amigos já estavam todos a brincar na rua e, desastrados, acertaram com a bola na janela da biblioteca. Maria estava eufórica, tinha acabado de viver uma aventura única, para isso bastou aquele livro velho.

    - Miguel, João, Ritinha! Venham cá todos! - gritou da janela - Descobri a melhor brincadeira de sempre!

    De imediato principiaram numa correria em direção a Maria, tal era o entusiasmo para saber do que se tratava. Acabaram por passar o dia na biblioteca ler livros e a brincar ao faz-de-conta.

    Um dia, conseguiram fazer obras na biblioteca e renovar os livros. Aquela biblioteca já não era velha, mas sim um espaço agradável, dinâmico e confortável.

 

 

 

 Rita Gonçalves, 6.ºA

Elaborado a partir da obra “imaginação sem limites”, editora intelectual

Zarpou do caisdaescrita às 16:18
Quinta-feira, 22 / 12 / 11

Primeiro Natal do "Cais da Escrita".

“Na leitura e na escrita encontramo-nos todos

naquilo que temos

de mais Humano.”

(Peixoto, José Luís) 

Natal

     Os dinamizadores do blog "Cais da Escrita" agradecem a todos os que gentilmente têm dedicado um pouco do seu ser a tornar possível este sonho, especialmente os jovens escritores que têm sido intrépidos na demanda de conquistar a riqueza intrínseca das palavras e de as partilharem com todos nós.

Os Professores dinamizadores,

Carla Sofia Araújo e
José Manuel Alho

 

 

Natal

 

Zarpou do caisdaescrita às 07:20
Quarta-feira, 21 / 12 / 11

Notícia que a todos prestigia.

"Cais da escrita"

reconhecido como

"Blogue EDUcativo"

- notícia no jornal

"Região de Águeda"

Para aumentar de tamanho, clicar quando no cursor aparecer "Ler em ecrã inteiro"
Zarpou do caisdaescrita às 15:14
Terça-feira, 20 / 12 / 11

Da EB1 da Cruzinha.

Um dia na escola

 

     Num belo dia de sol eu, uma mochila laranja, fui à escola.

     No caminho, apanhei um grande susto. A minha dona quase me deixou cair! Vi uma pedra bem perto de mim! Tremi de medo!

     A minha dona é meiga, mas um pouco distraída, chama-se Nicole.

     Eu tenho uma vida um pouco dura. Todos os dias me levanto cedo e carrego até à escola: livros, estojo, lápis, marcadores, cadernos e um belo lanche saboroso!

     No recreio, conheci uma mochila que tinha mais sorte do que eu, só tinha lá dentro: um estojo e uns marcadores. Conversámos muito, brincámos e a partir desse dia ficámos amigas.

     O dia acabou bem, mas com tantas aventuras, eu estava muito cansada! Fui dormir para o meu cabide e sonhei com a minha amiga.  

                                                                                                 Texto coletivo
Eb1 da Cruzinha - 3º ano

(Prof.ª Henriqueta Carlota Alves
Cordeiro Meirinhos)

 

As cores do outono

 

Eu adoro as cores

Quentes do outono.

As cores são uns amores!

 

Vermelho,dourado, castanho,

São as cores do outono.

Devem ter tomado banho!

 

As cores catitas, sem dono

E tão bonitas que são as cores.

As cores do outono!

Autores:

 Nicole e Diogo

Eb1 da Cruzinha

(Prof.ª Henriqueta Carlota Alves

Cordeiro Meirinhos)

Zarpou do caisdaescrita às 07:37
Domingo, 18 / 12 / 11

"Ninguém dá prendas ao Pai Natal" de Ana Saldanha é um livro interessante a ler nesta quadra. Os alunos foram convidados a continuar a história depois de o Pai Natal receber a visita da Menina do Capuchinho Vermelho.

     

Ninguém dá prendas ao Pai Natal

 

 

     O Pai Natal abriu a porta, mas não via ninguém, olhou para o chão, mas não via ninguém, até que percebeu que como a porta abria para a frente entalou o pobre visitante contra a parede:

    -Então?! - disse um duende.

    -Oh! Desculpa duende. – e acrescentou: -Não foi com intenção.

    -Ah! Estava só a brincar.

    -Entra, entra sua melga.

    O Pai Natal foi até à sua cozinha e viu se ainda tinha umas torradinhas, com ovo estrelado e bacon.

    Deu-lhe a comida e deram prendas de Natal uns aos outros, como brincadeira.

    O duende, deu ao Capuchinho Vermelho umas sementes mágicas de maçãs e o Pai Natal deu um comboio de brincar feito de ouro ao duende.

    Assim, brincaram, cozinharam e falaram o resto da noite.

    Agora sim, o Pai Natal ganha também prendas.

 

Diogo Gil 5ºE ,nº 8

Zarpou do caisdaescrita às 12:10
Quarta-feira, 14 / 12 / 11

»O que mais gostamos no Natal é de abrir os presentes, de ver as ruas e as casas enfeitadas com luzes (...)»

O Natal

     O Natal comemora-se nos dias 24 e 25 de Dezembro e celebra o nascimento de Jesus.

     Nesta época, as pessoas andam mais felizes e são mais solidárias. Na noite de Natal, há um jantar de família chamado consoada. Na consoada (dia 24), costumamos comer bacalhau com todos, arroz de polvo ou peru assado, seguindo-se as famosas rabanadas, os mexidos, as filhós de abóbora, tronco de Natal e não pode faltar o bolo-rei! A nossa família costuma reunir-se na casa dos nossos avós para convivermos, comermos e trocarmos presentes.

     No Natal, colocamos os sapatinhos junto das lareiras dos familiares. No dia seguinte, vamos buscá-los. Lá dentro é habitual ter um chocolate e, à beira, um presente. Neste dia vamos à missa e beijamos o Menino Jesus.

     O que mais gostamos no Natal é de abrir os presentes, de ver as ruas e as casas enfeitadas com luzes a piscar. Também gostamos de fazer o presépio e decorar o pinheiro lá em casa.

     Nesta altura, temos férias da escola e, se houver neve, podemos ir à Serra da Estrela ou então a Óbidos, à Vila do Natal.

     Adoramos o Natal porque é uma festa muito bonita, cheia de alegria, luz e cores!

Cátia e Inês

Turma do 1º e 4º anos,

da EB1 Sto. António – Valmaior

(Profª. Maria Graça Santos Martins)

Zarpou do caisdaescrita às 23:16
Segunda-feira, 12 / 12 / 11

Da turma do 4.º B, da EB de Albergaria-a-Velha.

Para escrever um poema…

 

     Podes escrever um poema para exprimires as tuas emoções, para provocares a reflexão sobre um problema que afeta as pessoas, para construíres sentidos a partir de jogos de palavras…

Se quiseres, podes transcrever os teus poemas em postais ou em marcadores de livros para ofereceres a alguém de quem gostas. Podes também participar em recitais de poesia ou ir construindo uma coleção com os teus textos.

 

  • Qual é a tua intenção ao escreveres o poema (partilhar emoções provocadas por uma pessoa, por um acontecimento ou por alguma coisa que tenhas observado, transmitir um ponto de vista pessoal sobre uma determinada questão; levar as pessoas a tomarem consciência de um problema importante; experimentar fazer jogos de palavras…)

 

  • Qual é a temática do teu poema?

 

  • Que ideias ou imagens te são sugeridas por essa temática?

 

  • Que sentimentos queres transmitir aos teus leitores (contentamento, revolta, surpresa, paixão, tristeza, admiração…)?

 

  • A que processos podes recorrer para ajudares os leitores a perceberem as tuas intenções (a comparações, a metáforas, a personificações, a repetições de sons, de palavras ou de frases…)

 

  • Pretendes construir o teu texto a partir da estrutura de um poema que já existe, mantendo o mesmo ritmo, ou preferes criar uma estrutura pessoal?

 

  • Como vais organizar o teu poema (em quadras, de acordo com uma disposição gráfica especial, de forma livre…)?

 

  • Qual será a melhor forma de organizar as palavras para criares uma certa musicalidade? Os teus versos vão rimar?

 

  • Que título podes dar ao poema de modo a completares o seu sentido e a despertares a atenção dos leitores?

ALGUNS RECURSOS ESTILÍSTICOS

COMPARAÇÃO

     A comparação, como o próprio nome indica, consiste na associação entre dois termos diferentes, mas entre os quais há algo que permite aproximá-los.

 

     Exemplos:

  •  "O silêncio pesava como chumbo."  
  • "Os olhos de ambos reluziam como pedras preciosas."

METÁFORA

     Na metáfora está sempre implícita uma comparação, ou seja, implica uma associação comparativa entre duas realidades, entre duas ideias, mas coladas uma à outra sem quaisquer elementos que explicitem essa associação.

 

     Exemplos:

  • "Amor é fogo que arde sem se ver," (Camões)
  • "A lua nova é uma vozinha da tarde..." (Jorge Luís Borges)

PERSONIFICAÇÃO

     Consiste em atribuir qualidades ou caraterísticas humanas a tudo o que não seja humano (ideias, animais, plantas, coisas, objetos inanimados, o irracional...).

 

     Exemplos:

  • "As estrelas foram chamadas e disseram: aqui estamos." (António Vieira)
  • "A tarde descia, pensativa e doce, com nuvenzinhas cor-de-rosa." (Eça de Queirós)

RIMA

     Processo que consiste na correspondência de sons em lugares determinados dos versos.

 

     Exemplo:

“Falam por mim os plátanos da rua:

Deixam cair as folhas amarelas,

E ficam hirtos na friagem nua

Como mastros sem velas.”

(Miguel Torga, Diário II)

ADJETIVAÇÃO

     Recurso estilístico que consiste no uso mais ou menos abundante de adjetivos.

Exemplo:

  • "Os seus lindos dentes miudinhos alvejaram a sombra do véu." (Eça de Queirós)

ONOMATOPEIA

     Trata-se do emprego de palavras que sugerem sons produzidos por animais ou pessoas (ronronar do gato, piar do pássaro, gotejar da torneira…), ou ruídos produzidos por objetos (chiar do carro…) ou pela natureza (sibilar do vento, ribombar do trovão...)

 

     Exemplo:

Troc... troc... troc... troc...

Ligeirinhos, ligeirinhos.

Troc... troc... troc... troc...

Vão cantando os tamanquinhos...

"Galgar com tudo por cima de tudo, hup-lá

Hé-lá! Hê-hô! Ho-o-o-o-o-o!

Z-z-z-z-z-z-z-z-z-z-z-z-z-z!

Ah não ser eu toda a gente e toda a parte!"

(Álvaro de Campos)

Poemas escritos por colegas teus

Eu quero…

Eu quero ser mar

Para poder reflectir

As estrelas a brilhar.

 

Eu quero ser rua

Para de noite poder ser

Iluminado pela lua

E para de dia sentir

O sol brilhar na calçada

Por onde só passam pessoas

Que na vida não querem nada.

(Filipe)

 

Sim ou não?

Sim, não,

Sim, não…

Ou leio a lição

Ou não estou com atenção.

 

Sim, não,

Sim, não…

Ou brinco com o cão

Ou vou jogar no pavilhão.

 

Sim, não,

Sim, não…

Ou ando de fato

Ou visto o macacão.

 

Sim, não,

Sim, não…

Ou pesco um peixe

Ou fujo do tubarão.

 

Sim, não

Sim, não…

Que hei-de fazer

Que grande atrapalhação!

(Luana)

 

Para melhorares o teu poema, podes pedir sugestões ao Professor, a um colega ou até aos teus pais.

Se leres o poema em voz alta, perceberás mais facilmente quais são os aspetos que ainda podes melhorar.

 

Para aperfeiçoares o teu poema…

  • Ao ler o poema, percebe-se qual é a tua intenção e qual foi a temática que escolheste?
  • Os recursos e o vocabulário que utilizaste permitem transmitir de forma adequada as imagens e as emoções que deram origem ao poema?
  • Quando se lê o poema em voz alta, percebe-se que tem ritmo?
  • As palavras que escolheste e a forma como as organizaste permitem criar uma certa musicalidade?
  • A disposição gráfica dos versos é adequada aos efeitos que pretendes alcançar?
  • No caso de teres dado um título ao poema, ele ajuda a completar o sentido do texto e permite chamar a atenção dos leitores?
  • Utilizaste os sinais de pontuação adequados?
  • Usaste o corretor ortográfico do computador ou o dicionário para fazeres a revisão do texto?

 Prof. da Turma: José Manuel Alho

Para aumentar de tamanho, clicar quando no cursor aparecer "Ler em ecrã inteiro"
Zarpou do caisdaescrita às 07:46
Sexta-feira, 09 / 12 / 11

Hoje é o aniversário da mãe. Que melhor ocasião para juntar a família e celebrar a vida e o amor?

 

 

Aniversário da Mãe

 

 

    A família Santos decidiu festejar o aniversário da mãe, num piquenique à beira-rio, perto de um pinhal.

 

    Era verão e o céu azul estava lindo, o sol brilhava, passava uma brisa de ar puro, límpido e fresco, que fazia com que todos se sentissem bem.

 

    O Filipe respirou fundo e disse:

 

    - Ah! Este lugar é magnífico!

 

    Os pais concordaram e disseram, alegres, que o ambiente estava calmo.

 

    Filipe, que desejava nadar, decidiu pedir aos pais. Eles deixaram e Filipe, muito alegre, foi saltar, nadar e brincar na água fresca do rio.

 

    Depois os pais decidiram ir com o filho apanhar frutos silvestres, que todos saborearam.

 

    O Filipe foi com o pai jogar alguns jogos muito divertidos.

 

    Passado algum tempo, todos quiseram descontrair um bocado e conversar.

 

    Mais tarde, cheios de apetite, pelos ares campestres, decidiram apreciar a comida que tinham levado em cestos e lancheiras. Estava mesmo muito saborosa!

 

    Filipe quis espairecer um bocado, correr no pinhal e apanhar algumas flores para oferecer à mãe.

 

    Após algum tempo, Filipe decidiu ir atirar pedras ao lago. De repente ouviu:

 

    - Filipe! Vem cá, vamos cantar os parabéns à tua mãe!

 

    Despachou-se, correu para ao pé dos pais, cantaram os parabéns à mãe e saborearam o bolo que Filipe adorou!

 

    Quando chegaram a casa, Filipe disse:

 

    - Esta foi das melhores experiências que já tive em toda a minha vida!

 

                                                                                                                             Pedro Magalhães e Silva

 

                                                                                                                             Nº16        6ºB

 

 

 

 

 

Um dia inesquecível

 

 

 

    Todos estavam descontraídos porque ia ser um dia muito divertido. As crianças corriam, saltavam, cantavam e dançavam.

    Era tão bom sentir o brilho da Natureza! Estava um dia maravilhoso e calmo. O céu estava azul e límpido e o sol brilhava muito forte e, por essa razão, o dia estava muito quente. Sentia-se um ar puro e a família sentia-se muito feliz.

    Depois de toda a pequenada se ter divertido à grande, resolveu-se preparar o almoço. A comida estava muito saborosa e aromática!

    Depois de satisfazerem o apetite, a família foi brincar. Jogou vários jogos. Estavam todos muito alegres…

    Quando acabaram de brincar as crianças quiseram tomar um banho, nas águas frescas do rio.

    Nas margens do rio havia um pinhal com um ar silvestre e locais com muitas sombras. As crianças decidiram apanhar flores para entregar à mãe.

    A mãe adorou a surpresa dos seus filhotes. A família sentou-se e conversou sobre aquele dia magnífico. Disseram que era maravilhoso saborear, apreciar e respirar o que a Natureza tem de bom.

   Antes de irem embora pegaram em pedras e construíram um desenho de uma família unida e feliz.

 

Raquel Pires
6ºB, nº 15

Zarpou do caisdaescrita às 23:37
Terça-feira, 06 / 12 / 11

EB 1 da Cruz - Angeja.

Como era a escola

no tempo das pessoas

mais velhas do que nós?

Perguntámos aos nossos avós,

pais e até irmãos e pedimos

para escreverem.

Ainda não somos capazes de

escrever textos tão grandes,

mas havemos de lá chegar…

Prometemos!

A escola, no tempo da minha mãe, era um pouco parecida com a de hoje.

As únicas diferenças eram: em vez de almoçar no refeitório, ia almoçar a casa e não tinha aulas de apoio.                                                                                              

Fabiana

 

No tempo da minha mãe, ela ia a pé para a escola; só tinha aulas de manhã; almoçava em casa com os avós; eram muitos meninos.

                                                Francisca

 

O meu pai levava com a régua.

A minha avó ia descalça para a escola.                                                      

Gabriela

 

No tempo da minha irmã, jogava-se ao jogo da macaca e do pião nos intervalos. Existiam mais formas de se jogar do que agora. Agora os meninos querem é jogar "playstation" e computador.

Naquele tempo, as professoras podiam dar um puxão de orelhas aos meninos ou com a régua e repreendia-se. Agora os pais ficam “chateados”.

Havia uma disciplina mais rigorosa dentro da sala de aula. Ainda se lembra hoje daquela forma como aprendeu a ler e a escrever.                                                       

Daniel

 

No tempo da minha mãe a escola era fria. Tinha uma salamandra onde metiam lenha e o chão era de madeira (soalho).                      

Luís

 

A escola do meu pai era longe. Ia a pé. A estrada não tinha alcatrão.

A escola não tinha tijoleira, tinha soalho. Tinha uma lareira para os aquecer a todos.

Não tinha computadores.

A escola era muito bonita. Tinha muitas árvores no recreio.

Nessa altura, não tinha Inglês, só tinha Português e Matemática.

Na escola do meu pai não havia leite com chocolate, havia leite aquecido num tacho grande e bebiam por um copo plástico.                                                                       

 Íris

 

No tempo dos meus avós, a escola era muito diferente da de hoje. Muitos só faziam a 4ª classe e não tinham o material escolar como o de agora.

O funcionamento da escola de hoje é mais à base de computadores, de livros para poderem tirar dúvidas e muitos alunos já fazem até ao 12º ano, com menos dificuldades do que antigamente.

Agora há mais professores para cada disciplina e noutros tempos não.

Antigamente tinham de abandonar os estudos, porque tinham de ir trabalhar para ajudar. Hoje há mais posses de continuar com os estudos.                                       

Jéssica

 

 

A escola da minha avó: ia a pé para a escola; o horário era das 9:00h às 12:00h, com intervalo às 10:30h e das 13:00h às 18:00h com recreio das 15:30 às 16:00h; ia almoçar a casa; as meninas eram separadas dos meninos; no recreio havia um muro a separar os meninos das meninas para não se juntarem, se o fizessem eram castigados; havia um professor para os meninos e uma professora para as meninas.

A escola da minha mãe e do meu pai: iam a pé para a escola; tinham aulas das 8:00h às 13:00h e o intervalo era entre as 10:00h e as 11:00h; tinham várias atividades – pintura, recortes, educação física, trabalhos com plasticina, … estavam divididos em grupos de 4 elementos a que davam um nome. A escola tinha duas salas, um recreio coberto, outro ao ar livre e uma casa de banho para rapazes e outra para as raparigas. Tinha uma auxiliar para ajudar a professora. O meu pai usava uma bata azul e a minha mãe uma bata cor de rosa.                                                                                          

Filipa

 

EB1 da Cruz (Angeja - 1º ano)

Prof.ª Emília Marques

Zarpou do caisdaescrita às 22:52
Sexta-feira, 02 / 12 / 11

OFICINA DA ESCRITA – Língua Portuguesa 6º ano

As Botas Novas do Sebastião

 

 

 

     Estava um dia solarengo. O Rodrigo e o Sebastião foram os dois pescar ao rio. Rodrigo era um menino mimado, que tinha tudo o que queria.  Sebastião era o contrário, um menino pobre, mas humilde, andava descalço pelas ruas e passava fome.

     Os dois amiguinhos já estavam a pescar há cerca de uma hora quando o Sebastião sentiu alguma coisa:

     - Rodrigo, acho que consegui apanhar um peixe!

     Quando Sebastião ergueu a sua cana com ar triunfante para mostrar ao amigo o peixe que tinha pescado, reparou que não tinha pescado um peixe, mas sim uma bota!

     - Ah, ah! Mas que belo peixe! Ah, ah! – Troçou o Rodrigo.

     -Mas era suposto ser um peixe, não uma bota! – Afirmou Sebastião com um ar triste.

     Após alguns minutos de risota da parte do Rodrigo, voltou tudo ao normal. Passados alguns minutos foi a vez de ser o Rodrigo a sentir que tinha pescado um peixe.

     -Sebastião, vem cá! Acho que consegui apanhar alguma coisa! – disse o Rodrigo com um ar de contentamento.

     Quando elevou a sua cana, Rodrigo exibiu com satisfação o seu peixe. Era um peixe grande, o que fez com que Sebastião ficasse a olhar com pena de não ter apanhado um peixe bonito como o amigo, mas sim uma bota.

Passaram várias horas e o silêncio permanecia naquele lindíssimo lugar. Sebastião sentiu de novo que tinha pescado alguma coisa e disse ao amiguinho:

     - Rodrigo, é desta que eu pesco um peixe!

     Mas infelizmente pescou de novo uma bota, que por sinal era igual à anterior! Novamente, o Rodrigo não se controlou e começou a rir novamente a bandeiras despregadas. Sebastião já estava a ficar aborrecido porque o seu amigo não parava de rir. Então, como era um menino inteligente pegou nas botas que tinha pescado, calçou-as e com orgulho exibiu as suas botas. E disse a Rodrigo com ar triunfante:

     - Tu, tens um peixe, eu tenho umas botas. E olha que são bonitas!

     E, assim deixou o colega e dirigiu-se a casa, onde com ar vitorioso exibiu-as à família que ficou espantada com a capacidade de Sebastião de conseguir dar a volta aos problemas.

 

                                                                              Beatriz Alho, 6B, n.º1

Zarpou do caisdaescrita às 20:39
Quinta-feira, 01 / 12 / 11

EB1 da Cruz – Angeja.

Como representamos

o nosso corpo

 

 

EB1  da Cruz (Angeja - 1º ano)

Prof.ª Emília Marques

Zarpou do caisdaescrita às 21:29
Segunda-feira, 21 / 11 / 11

O que pensar desta frase?...

Texto: “Um pátio de diversões”

Autor: Ricardo Alberty

Obra: “De que são feitos os sonhos”

Editora: Areal Editores

Os meninos ricos não brincam

com os meninos pobres.

Comenta esta frase.

Ricos e pobres

     O mundo devia ser mais justo.

     Os ricos deviam partilhar e dividir com os pobres; tudo seria melhor.

     Algumas pessoas são muito egoístas e injustas Acham que são melhores e mais importantes só porque têm mais dinheiro.

     Os ricos podem ter tudo. Qualquer dia não têm o que é preciso porque, apesar de serem ricos, também terão que trabalhar.

     Em vez de serem egoístas, podiam ajudar os mais necessitados.

Ilídio Miguel da Costa, 4.º B

Os meninos ricos

não brincam

com os meninos pobres?!

     Nesta história, um menino rico queria muito brincar com alguns colegas pobres de quem gostava. Os seus pais não deixavam porque achavam que os meninos ricos não deviam brincar com os meninos pobres.

     Muitas pessoas, por serem ricas, acham que são melhores, mais inteligentes, mais fortes, mais elegantes e até com mais direitos que os outras pessoas. Assim pensavam os pais desse menino.

     Ele não concordava com as ideias dos pais pois achava que os meninos pobres não eram diferentes de si.

     Por isso, fugia de casa para brincar com os amigos querem fossem ricos, pobres, pretos, brancos, amarelos ou vermelhos…

     E assim deve ser: brincar com todos sem ligar à condição social do Amigo.

Emanuel Peres de Carvalho, 4.º B

Uma amizade será

sempre mais importante

que um brinquedo.

     Os meninos pobres não têm os mesmos bens que os ricos mas têm os mesmos direitos. Não podem é comprar muitas coisas como os ricos.

     Na verdade, os meninos ricos são, por vezes, egoístas e têm ciúme dos meninos pobres, pois os meninos pobres conseguem ser mais criativos.

     Na minha opinião, acho que os meninos pobres não discutem assim tanto como os ricos.

     Mas, infelizmente, os ricos não brincam muito com os meninos pobres. Alguns discriminam os pobres porque se acham melhores e superiores.

     Este modo de agir é parecido com o racismo.

     É claro que muitos meninos ricos agem assim e ainda bem!

     Não esqueçamos que as coisas nunca serão superiores às pessoas e que uma amizade será sempre mais importante que um brinquedo.

Diogo Miguel Tavares Pereira, 4.º B

Os meninos pobres,

muitas vezes,

não têm nada.

     Na minha opinião, esta frase está errada porque os mais ricos, para além de terem espadas verdadeiras e milhões de brinquedos caríssimos, não tem uma coisa que os meninos pobres conseguem ter: a imaginação.

     Porque os meninos pobres conseguem utilizar coisas que já foram estragadas e transformam-nas em brinquedos.

     Os meninos pobres, mesmo que saibam que está com eles uma pessoa rica, deixam-na juntar-se ao grupo e brincam todos juntos a coisas muito giras e engraçadas.

     Por vezes, os mais ricos recebem coisas caras e novinhas em folha enquanto outras nem um cêntimo têm. Há pais com tanto dinheiro que conseguem comprar tudo mas que nem sempre sabem partilhar o que têm.

     As meninas ricas têm vestidos finos ou grossos, curtos ou longos e podem chegar a ter brilhantes de todas as cores; as meninas pobres pegam em lã e numa agulha e começam a costurar a sua própria roupa porque têm durar anos.

     Os meninos ricos têm gigantescas casas de luxo, com empregados e muitos corredores com portas. Os meninos pobres têm casas todas esfarrapadas, às vezes sem água e luz, porque não tem dinheiro para pagar as despesas.

     Os meninos ricos têm tudo. Os meninos pobres, muitas vezes, não têm nada.

     Há pessoas ricas que gostam mais de brincar com os pobres porque têm mais imaginação. A isto já acho mais correto!!!

Ana Lúcia Silva Magno, 4.º B

Gostava que todos

os meninos pudessem

ir ao cinema,

ao “McDonald's“…

     Costumam dizer essa frase mas eu não gosto disso. Acho que algumas pessoas dizem isso porque se acham convencidas. E eu não gosto. Os meninos pobres não têm dinheiro. Por isso, às vezes, alguns passam por dificuldades.

     Certos meninos, em vez de aproveitarem a vida fazendo o bem, ficam a dormir, a jogar videojogos…

     Os ricos costumam fazer troça dos mais pobres mas estes têm muita imaginação. Os pobres conseguem sempre arranjar maneira de se divertirem: jogos, brinquedos inventados por eles e conversas muito animadas.

     Gostava que todos os meninos pudessem ir ao cinema, ao “McDonald's“, à piscina e aos museus e palácios…

     É esta a minha opinião.

Luís Filipe Almeida Peralta, 4.º B

Brincaram tanto!...

     Na Rua de Todas as Crianças, viviam dois meninos ricos e dois meninos pobres.

     Os meninos ricos, por terem sempre o que queriam, achavam que eram mais que os outros.

     Quando viam os meninos pobres, nem chegavam perto deles.

     Os meninos pobres ficavam muito tristes por eles não quererem brincar juntos. Pensavam que não devia ser assim. Todos os meninos ricos e pobres deviam brincar juntos.

     Mas depressa os meninos ricos perceberam que havia muita alegria onde os outros meninos estavam porque eram sempre muitos mais, e… eles andavam sempre sozinhos.

     Um dia, resolveram juntar-se aos meninos pobres e brincaram tanto, tanto que nunca mais deixaram de estar com eles.

Núria Raquel Almeida Lemos, 4.º B

Ricos... Pobres

     Faz-me lembrar a história da Rita que era uma menina rica e tinha uma casa de luxo. Um dia, a sua mãe Ana disse-lhe isto:

     - "Os meninos ricos não brincam com os meninos pobres."

     - Está bem, mãe. Eu não brinco.

     Então a Rita, no dia seguinte, não brincou com ninguém porque ela era a mais rica da escola.

     - Ó mãe, hoje brinquei sozinha!

     - Porquê?

     - Porque só eu é que sou rica na escola…

     - Não te preocupes, vou mudar-te de escola.

     Então, no dia seguinte, foi para uma escola nova e nem aí se deu bem.

     Assim, as pessoas que pensam desta maneira acabam sempre sozinhas porque têm essa mania de não poderem brincar com os amigos pobres.

Melissa Pereira Ribeiro, 4ºB

Porquê?!

 

     Os meninos ricos não podem brincar com os meninos pobres? Porquê?!

     Será por alguns meninos terem roupas rasgadas ou remendadas, que não são de marca; os sapatos têm a sola descolada? Eu não concordo!

     Se calhar, alguns pais dos pais de meninos ricos proíbem-nos de brincar com os meninos pobres porque pensam que podem apanhar doenças, que estragam os brinquedos caros deles ou que podem ser roubados. Que sejam mal-educados e que entrem por maus caminhos.

     Eu penso que todos os meninos são iguais; só que uns têm mais dinheiro e podem comprar quase tudo. Mas o mais importante é as amizades que devemos partilhar, assim como os brinquedos.

     Não é por ter brinquedos mais caros ou muito dinheiro que as pessoas são mais felizes. Somos mais felizes quando temos amigos com quem partilhamos as brincadeiras. Assim é uma criança feliz.

Diogo Daniel Ferreira Matos, 4º B

Todos juntos

fazemos um mundo melhor!

     Eu não concordo com esta afirmação. Trata-se de um preconceito. Os meninos pobres também são seres humanos e devem ser tratados com respeito. Todas as crianças, ricas ou pobres, são iguais e têm os mesmos direitos.

     Por vezes, os meninos ricos pensam que são melhores porque têm mais dinheiro e brinquedos caros. Mas isso não é verdade. As melhores pessoas são aquelas que têm bom coração.

     Os meninos ricos não devem excluir os meninos pobres. Devem partilhar os seus brinquedos e ajudar os meninos pobres para que estes tenham uma vida melhor. Além disso, os meninos ricos podem aprender novas brincadeiras com os meninos pobres. Todos juntos fazemos um mundo melhor!

     É importante não esquecer que todas as crianças têm direito a brincar e não importa a sua origem social.

Mariana Marques Almeida, 4ºB

O importante é

brincar com todos

porque, na verdade,

todos somos iguais.

     Na minha opinião, acho que os meninos ricos deviam brincar com todos os colegas, sejam pretos, brancos, chineses, pobres…

     Também acho que os meninos pobres não exigem muita coisa. Por exemplo, de uma folha fazem um barco, de um pau fazem uma nave…

     Acho que os meninos pobres até poderão ter mais imaginação, porque, para eles, um barco de papel já é muito enquanto os meninos com mais possibilidades estão sempre a exigir muitos brinquedos, que custam muito dinheiro.

     Por vezes, os meninos mais ricos gozam com os mais pobres porque vão para a escola com roupa suja,   rota e até roupa que já não serve. O importante é brincar com todos porque, na verdade, todos somos iguais. Se não tivessem comida, eu dava-lhes da minha. Por exemplo, se tivesse um pão ou um bolo, partia o pão ou o bolo e havia uma parte maior e uma menor. Eu dava a parte do pão ou do bolo que fosse maior, porque antes de se comer deve-se perguntar:

     - Queres um bocadinho da minha comida?

     Até se for uma só bolacha de que gostamos muito, oferecemo-la com gosto porque não é bom dar só por dar. É dar com gosto; se não, não vale a pena!

     Aconteceu no 3º ano que eu e as minhas colegas estávamos a brincar e, de repente, aconteceu  alguma coisa entre nós e uma das minhas amigas saiu de onde nós estávamos a brincar; mas não saiu contente. Ela saiu triste. Então, fui ter com ela brincar porque ela não tinha ninguém para jogar.

     É assim que se deve fazer quando somos amigos (as) de verdade: se uma sai triste outro (a) amigo (a) deve ir brincar com ele (a) para o (a) amigo (a) não ficar triste a pensar em coisas negativas.

     Para mim, aquela frase deveria ser:

     - Os meninos ricos devem brincar muito com todos os meninos.

     Esta frase, sim, está correta. Ajudar quem precisar. É assim que estaremos a ser bons!

Maria Beatriz Lages Bernardo, 4.º B

A amizade não se compra.

Conquista-se com

boas atitudes.

     Naquele pátio, os meninos ricos talvez não gostassem de brincar com os meninos pobres. Esta ação não é muito bonita, porque não importa se somos ricos ou não. Não devemos gozar com os outros por terem formas (aspetos) diferentes, por serem altos ou baixos, gordos ou magros, ou também por terem reações diferentes das nossas. Isso não impede de sermos seus amigos.

     Ser amigo verdadeiro é não andar sempre a discutir, a brigar, a mentir ou a ser invejoso. Os nossos amigos de verdade nunca nos deixam sozinhos. Os meninos pobres não se importavam de brincar com os meninos ricos (boa ação), mas talvez os meninos ricos não gostem de brincar com os pobres. Se eles (ricos) perguntassem se podiam brincar com os pobres, de certeza que eles diziam que sim; pelo menos, seria uma atitude sensata.

     Não devia haver diferenças entre meninos ricos e meninos pobres. Poderiam ser todos amigos porque a amizade não se compra; conquista-se com boas atitudes.    

Inês Rodrigues Santos, 4.º B

Devemos avaliar os colegas

pelo que são como pessoas

     Eu acho que esta frase está errada porque todos os meninos devem brincar uns com os outros.

     Gostava que os meus colegas não quisessem brincar comigo por eu ser pobre.

     Todos nós temos vidas diferentes. Devemos avaliar os colegas pelo que são como pessoas, e não pelo dinheiro ou os bens que têm.

     Pela minha vida pessoal, aprendi que hoje temos tudo, e amanhã não temos nada...

     A mim já aconteceu poder tudo o que queria, mas agora a vida está mais difícil e já tenho mais dificuldade em ter as coisas de que gosto. Mas não deixei de ser a mesma criança... Pelo contrário. Tornei-me uma criança que percebe melhor as dificuldades dos pais.

     Apesar desta mudança, os meus colegas sempre continuaram a brincar comigo e assim serão meus amigos.

     Para sermos todos amigos devemos ajudarmo-nos uns aos outros. Devemos partilhar as coisas com os colegas que não têm e não podem ter e, desta forma, nunca haverá diferença entre as crianças. Somos todos iguais.

Estêvão Marques Paralta, 4.º B

Ricos ou pobres,

partilhamos a mesma

felicidade de brincar.

     Eu não concordo com essa afirmação. Os meninos ricos podem brincar com os pobres porque nas escolas normais não se distingue quem que é mais rico e quem é mais pobre.

     Antigamente, a riqueza via-se pela roupa e pela higiene. Agora não é assim: seja pobre ou rico, estamos à vontade e brincamos juntos.

     Felizmente, existe hoje solidariedade social para ajudar a diminuir diferenças.

     Mas existem crianças que vivem melhor do que outras. Os mais ricos têm “PSP’s” e muitos brinquedos. Podem ter tudo! Pedem num dia e recebem no outro. Os mais pobres podem não ter tantos brinquedos, mas, por vezes, a sua imaginação não tem limites!

     Gostaria que todos fossemos livres para brincarmos uns com os outros.

     Ricos ou pobres, partilhamos a mesma felicidade de brincar.

Guilherme Rafael Tavares Ventura, 4º B,

da EB de Albergaria-a-Velha

Prof. da Turma: José Manuel Alho

 

Ricardo Alberty

     Escritor português, Ricardo Eduardo Rios Rosa y Alberty nasceu a 22 de agosto de 1919, em Lisboa, e faleceu em 1992, na mesma cidade. Frequentou o curso de Filologia Românica da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, passou o exame de Arte e Representar do Conservatório Nacional, atuando pela primeira vez, no Teatro Nacional D. Maria II, em 1952, e concluiu o curso de Desenho e Pintura da Sociedade Nacional de Belas-Artes.
     Autor de literatura infantil e juvenil, foi também tradutor de obras estrangeiras, entre as quais se encontram algumas de William Shakespeare. Com a sua primeira obra A Galinha Verde (1957, contos) ganhou o Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho, em 1958. Em ex aequo com Matilde Rosa Araújo, recebeu, em 1980, o Grande Prémio de Literatura Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian, pelo conjunto da sua produção escrita. Exemplos da sua obra são A Terra Natal (1968), O Príncipe de Ouro (1971), O Cavalinho das Sete Cores (1978), O Homem das Barbas (1989) e O Guarda-Chuva e a Pomba (peça teatral).

 

Fonte

Foto retirada daqui

Zarpou do caisdaescrita às 06:54
Sábado, 19 / 11 / 11

PALAVRA puxa PALAVRA

Halloween

 

 

O Halloween é fixe

Fixe é aquilo que vestimos

Vestimos disfarces assustadores

Assustadores são os vampiros

 Vampiros bebem sangue dos humanos

Humanos são pessoas normais

Normais são os que fogem dos sustos

Sustos pregados por pequenas criaturas

Criaturas e múmias dorminhocas

Dorminhocas são as pessoas que só sabem dormir

Dormir como as múmias nos caixões

Caixões onde monstros descansam

Descansam dentro de cavernas

Cavernas de lobisomens

Lobisomens são metade lobo e metade homem

Homem é aquilo que se disfarça de monstro

Monstro que ataca humanos inocentes

Inocentes são aqueles que não têm culpa

Culpa de zombis perseguidores

Perseguidores até à casa assombrada

Assombrada é a rua enfeitada

Enfeitada de abóboras e bruxas

Bruxas fazem poções malvadas

Malvadas são as aranhas

Aranhas fazem teias para apanhar insetos

Insetos por toda a parte

Parte malévola das aranhas macacas

Macacas comem morcegos para sua alimentação

Alimentação de ratos e minhocas.

                                                                                                                                                                                Diogo SimõeS

                                                                                                                                                                              5º G nº 13

 

Zarpou do caisdaescrita às 17:33
Quarta-feira, 16 / 11 / 11

PALAVRA puxa PALAVRA

 

Halloween

 

 

Halloween assustador

Assustador e assombrado

Assombrado o céu

Céu escuro

Escuro à noite

Noite da lua cheia

Cheia a mesa

Mesa com guloseimas

Guloseimas venenosas

Venenosas as poções

Poções das bruxas

Bruxas más

Más como o vento

Vento a uivar

Uivar como lobos

Lobos que vivem nas montanhas

                                                    Montanhas que vão brilhar.

 

 

Bruna Martins Silva

Numero: 6

Turma: 5G

Zarpou do caisdaescrita às 20:41
Quarta-feira, 16 / 11 / 11

E não é que as letras também têm família...

A família dos “As”

 

      Quem conta bem esta história sou eu, Adália Almeida.

      Então, se conto bem a história, é melhor contá-la!

      OPS! Tenho de chamar a tia Antónia, a tia Alda, a minha avó Amélia, a bisavó Ausenda (que ainda corre bem, mas, já com reumatismo nas costas e nos joelhos), o meu tio - padrinho António, o meu avô Arménio, que é o pai do meu pai André que é casado apenas pelo Registo Civil, com a minha mãe Anabela (que mede apenas 1,64m).

      Ah! Não me posso esquecer da minha mana Adriana, da minha prima Ana, do meu primo Abílio e da vizinha Andreia. 

     - Já chamei toda a gente! - Suspirei eu cansada.

     Entretanto, com o tempo que demorei, já está na hora do lanche, e não me posso atrasar pois o meu tio – padrinho, quando não come a esta hora com a família toda, começa logo a resmungar. Além disso tenho um bolo no forno que deve estar quase pronto!

      Bem, talvez para a próxima tenha tempo de contar a história!

    

      Adeus!

Adália Tatiana, nº1, 6ºE

Zarpou do caisdaescrita às 16:01
Terça-feira, 15 / 11 / 11

Concurso de quadras de S. Martinho (2º Ciclo) - EB de Albergaria-a-Velha.

S. Martinho

- Quadras vencedoras

Para aumentar de tamanho, clicar quando no cursor aparecer "Ler em ecrã inteiro"
Zarpou do caisdaescrita às 08:52
Segunda-feira, 14 / 11 / 11

Oficina do Texto (II), 4.º B, da EB de Albergaria-a-Velha.

A bola quadrada

Imagina como seria a vida de

uma bola quadrada.

Com é que ela se sentiria?

O que é que as crianças pensariam dela?

Como seria jogada?

Escreve um texto em que

contes como é ser uma bola quadrada...

Uma estranha bola

     O Miguel e o Diogo são irmãos e um dia de manhã decidiram ir até ao campo jogar à bola.

     Quando lá chegaram, ficaram muito admirados pois a bola com que iam jogar não era redonda, mas sim quadrada. Com a forma de um cubo.

     O Miguel, espantado, perguntou:

            - Diogo, o que é isto?!!!

            - Não sei, mas acho que é uma bola, um pouco estranha, não achas? -disse o Diogo.

     A bola ouviu a conversa e disse para si própria (sim porque as bolas não falam):

            - Eu não tenho culpa de ser assim, fabricaram-me desta forma! Sinto-me triste, porque as pessoas não brincam comigo por ser quadrada. Gostava mesmo de ser diferente.

     Entretanto, os meninos continuavam a observar a bola. De repente, exclamou o Diogo:

            -Já sei! Podemos usar esta bola como um pufe, deve ser muito fofinha e confortável.

            -Que bela ideia, acho que vai ficar muito bem no nosso quarto! -concordou o Miguel.

     Juntos, pegaram na bola e levaram-na para casa. Quando lá chegaram, deram alguns saltos com ela de tão contentes que estavam.

     Quem ficou mesmo muito feliz foi a bola que agora já se sentia útil e nunca mais ficou sozinha.

 

Inês Rodrigues Santos, 4º B

 

Ser uma bola quadrada

     Ser uma bola quadrada não deveria ser muito agradável, porque uma bola quadrada não consegue rebolar.
     As pessoas rir-se-iam dela, porque ela não conseguiria sair do mesmo sítio… não rebolaria.
     Uma bola quadrada só poderia ser jogada com a mão e não com o pé.
     Se me dessem uma bola quadrada, pintava-a com pintas de um até seis, e fazia dela um dado para eu jogar muitos jogos divertidos.
     Eu gostava de ter uma bola dessas porque, como eu não gosto de jogar futebol, servia-me dela para jogar outros jogos.

Maria Beatriz Lages Bernardo, 4.º B

 

A bola quadrada

 

     Se existisse uma bola quadrada, ela seria um objeto muito estranho, porque não rolava.

Uma bola quadrada iria ser empurrada com muitos pontapés para se poder deslocar. Seria uma bola lenta.

     Os jogadores não se aguentariam a jogar muito tempo com a bola quadrada porque se cansariam muito.

     Uma bola quadrada seria muito triste, porque levava muitos pontapés e nunca faria golo; o guarda-redes, como a bola seria lenta, conseguiria defendê-la.

     As pessoas achariam que ela era um péssimo brinquedo. Certamente, uma bola quadrada ficaria sozinha numa prateleira a ganhar pó…

Sara Maria dos Santos Martins, 4ºB

 

A Vida de Uma Bola Quadrada

     Para jogar futebol precisamos de uma bola!

     Normalmente são só quase os meninos que jogam futebol. As bolas costumam ser redondas, mas, certo dia, os homens que tinham inventado a bola, um pouco tristes por os terem imitado, desistiram e construíram uma bola, mas uma bola diferente de todas as outras. Era uma bola quadrada e grande, quase do tamanho de meninos de seis anos. Essa bola era estranha pelo seu feitio e porque tinha vida; mas também tinha os pentágonos como as outras bolas e o resto todo branco.

     Os meninos achavam piada à bola. Pediam para presente uma dessas bolas.

     Um dia, dois meninos que jogavam futebol no ALBA, foram para um campo público com relva e balizas grandes, de redes de lã branca.

     Os dois meninos eram o Filipe e o Gabriel.

     O Gabriel era o guarda-redes e o Filipe era jogador avançado.

     Eles marcavam encontros, para treinar futebol.

     O Gabriel andava no ALBA há três anos e o Filipe há cinco. O Filipe sabia mais do que o Gabriel, então ensinava-lhe truques. Um dia, depois do treino, o Filipe perguntou ao Gabriel:

     - Amanhã vamos jogar um jogo no mesmo sítio e às horas da manhã! Pode ser?

     - Sim, não vou faltar – respondeu o Gabriel ao Filipe.

     - Ah! Já agora, leva o fato do ALBA e as tuas chuteiras – pediu o Filipe ao Gabriel.

     - Sim – respondeu-lhe.

     Passou a noite e a manhã e os dois viram que já eram dez horas da manhã. Foram a correr até ao campo onde costumavam jogar futebol, só os dois.

 

     O Filipe levou a sua bola quadrada para jogarem.

    Colocou a bola ao meio do campo e chutou com força, mas nada aconteceu. Mais uma vez e... nada aconteceu.     

     Só ouviu a palavra “au”!

     O Gabriel abriu a boca de espanto e o Filipe perguntava surpreendido para o seu amigo:

     - Como é que uma bola quadrada tão gorda, disse “au”?

     - Eu também não sei! Mas tive que me atirar para o chão! - continuou o Gabriel.

     Empurraram a bola para o canto do campo de futebol, para jogarem com uma bola muito mais redonda, mas voltou-se a ouvir um “au” de dor.

     Eles estranharam uma bola a falar.

    Olharam-na em redor, tocaram com as mãos em toda a parte e sentiram qualquer coisa. Era a bola. Descobriram que aquela bola tinha vida. Mas estava com ar tão triste, que lhe perguntaram:

    - Porque estás tão triste?

    - Eu?! Ham. Eu já passei por várias pessoas, mas elas não gostam de mim! - respondeu-lhes.

    - Gozavam contigo? Mas porquê? - perguntaram-lhe.

    - Porque quando jogavam comigo à bola eu não andava. Ficava quieta. E é disso que eles não gostam! – voltou a responder-lhes.

    - Ah, tu és uma bola bonita, mas a pena é não poderes jogar futebol! - disse-lhe, trriste, o Filipe.

    - Mas isso, não quer dizer que não gostem de mim? – interrogou a bola.

    - Não! – exclamaram os dois.

    Eles perguntaram à bola quem é que a inventou. E perguntaram-lhe se podiam falar com esse senhor. É claro que a bola deixou.

    Eles foram até esse homem e perguntaram-lhe com respeito:

    - Pode alterar uma coisa nestas bolas quadradas?

    - O quê? - perguntou o tal homem.

    - Os cantos em vez de serem bicudos serem redondos; porque assim ninguém vai querer comprar estas bolas e não servirão para o desporto favorito dos meninos, o futebol.

    - Hum… aceito. Dê-me a bola – pediu.

    O homem, em vez dos cantos bicudos, fez cantos redondos.

    O Gabriel e o Filipe foram lá buscar a bola e marcaram um outro jogo.

    Nesse jogo, o Filipe chutava a bola meio quadrada, meio redonda que já rolava até à baliza... e o Filipe marcou um golo! Nessa altura, não se ouviu qualquer “au” de dor e continuaram a jogar com a bola.

Ana Lúcia Silva Magno, 4.º B

da EB de Albergaria-a-Velha

Prof. da Turma: José Manuel Alho

Zarpou do caisdaescrita às 08:11
Domingo, 13 / 11 / 11

Poema da Amizade

Poema da amizade

Texto Coletivo do 6ºB, 6.11.2011

 

 

Um amigo é uma pessoa verdadeira, simpática e divertida, é aquela com quem podemos contar.

É aquele que nos ajuda quando precisamos. Aquele que me respeita, que está ao meu lado e me quer bem, diz o que faço de mal e também de bem…

Um amigo é aquele com quem posso contar, com quem posso brincar, saltar e confiar!

É uma ajuda para desabafar um sentimento a libertar.

É um sorriso, uma alegria que todos querem ter!

Um amigo é uma pessoa que quando precisamos está sempre lá para ajudar.

Um amigo é uma pessoa que nos compreende e ajuda.

Um amigo é uma pessoa em que posso confiar, uma pessoa que faz sentir feliz, uma pessoa que sem ele não faz sentido viver.

Um amigo é quem nos ajuda a superar todos difíceis da nossa vida.

Um amigo é estar ao nosso lado quando mais precisamos.

Um amigo é alguém que nos apoia.

É um campo de forças, é um diário.

Uma pessoa que está sempre presente nos bons e nos maus momentos.

É um ingrediente para a vida perfeita, sem ele a vida não faria sentido.

É aquele que me acompanha.

É aquele que respeita os outros.

É aquele que está sempre disponível.

Zarpou do caisdaescrita às 20:36
Quarta-feira, 09 / 11 / 11

Oficina do Texto (I), 4.º B, da EB de Albergaria-a-Velha.

Histórias ao contrário

     Escolhe um dos temas abaixo e escreve uma história bem divertida, mas… ao contrário:

  • João e Maria são malvados e prendem a bruxa boazinha numa casa.
  • Os três porquinhos são maus e prendem o lobo simpático.
  • O Capuchinho Vermelho quer assar o lobo bom para o jantar.

Os Porquinhos

     Era  uma  vez  três  porquinhos: um  era  preguiçoso, o outro  era  esquecido e o terceiro trabalhador.

     Eles  eram  muito  maus!

     Uma  vez, viram o  lobo  que  há tanto  procuravam. Fizeram  então um  plano  para  o  apanhar.

     Devagarinho, devagarinho... conseguiram!

     Pegaram  nele e puseram-no  num sítio  estranho, trancado  numa  cave  muito  longe.

     Ele  podia  gritar, saltar… e  também dar  pontapés... de que  nada  lhe  valia.

     Mas  um  dia  passou  lá  um  trabalhador que, por  acaso,  o ouviu  e, cheio de pena, o libertou.

     E os  dois  foram tirar  satisfações  aos  três porquinhos  mas  nessa altura  eles   já  tinham  fugido!

     Mas   comunicaram com os polícias de outro país que, em pouco tempo, os apanharam.

Melissa Pereira Ribeiro, 4.º B

 

Os dois meninos malvados 

     O João e a Maria eram irmãos, mas não havia ninguém mais malvado do que eles.

     De tantas asneiras fazerem, foram mandados embora da aldeia onde viviam.

     Foi então que foram viver para a floresta, onde pensavam que não vivia mais ninguém.

     Num certo dia, andavam a brincar até que encontraram uma casa. Descobriram então que vivia lá uma bruxa boazinha, que se dedicava a fazer o bem.

     Então, os dois meninos malvados pensaram logo em fazer uma maldade à bruxinha.

     Numa manhã de sol, a bruxa andava a colher flores para a enfeitar as janelas de sua casa. Os meninos malvados foram por trás dela e amarraram-na.

     Depois levaram a bruxa boazinha e prenderam-na dentro de uma velha casa onde pensavam que ela iria ficar durante muito tempo.     

     Mas acabou por se libertar rapidamente devido uma poção mágica escondida no bolso que a tornava mais forte em situações de perigo.

Núria Raquel Almeida Lemos, 4.º B

 

A história dos

irmãos malvados

     Vou contar-vos a história do João e da Maria. Eles eram uns meninos terríveis.

     O João tinha uns olhos castanhos assustadores e um riso maléfico. A Maria tinha um olhar sinistro e um sorriso malvado. Na aldeia, quando os dois irmãos passavam, todos se afastavam e corriam para as suas casas. Toda a população tinha medo dos dois terríveis irmãos.

     Num bosque, longe dali, existia uma escola de feitiçaria. Nessa escola, no meio de tantas bruxas malvadas, havia uma bruxinha bondosa e simpática. Triste por estar rodeada de pessoas más, a pequena bruxa fugiu para a aldeia.

     Quando a bruxinha chegou à aldeia, apercebeu-se que esta estava deserta. Parecia uma aldeia assombrada. Os dois irmãos tinham destruído várias casas e o bonito jardim que ali havia. As pessoas, aterrorizadas, decidiram abandonar a aldeia.

     Assustada com o que viu, a simpática bruxa avançou lentamente. Os dois irmãos, escondidos atrás de um edifício destruído, seguiam atentamente os passos da bruxinha. De repente, o João teve uma ideia: fazer um bolo de chocolate para atrair a bruxinha até eles. O plano resultou. A bruxinha sentiu o doce cheiro do chocolate e decidiu segui-lo. A Maria e o João trancaram a pequena bruxa dentro de casa. A bruxinha, assustada, pediu para a deixarem sair. Os dois irmãos soltaram uma gargalhada maldosa e disseram que não. A pequena bruxa fez um feitiço e a porta abriu-se. A seguir, transformou o João e a Maria em dois simpáticos macaquinhos.

     Quando os habitantes souberam o que tinha acontecido, regressaram à aldeia e fizeram uma enorme festa. Os macaquinhos dançaram até cair. Eram tão engraçados!

     A partir desse dia, todos viveram felizes para sempre!

 

Mariana Marques Almeida, 4ºB

O Capuchinho Vermelho mau

     Era uma vez uma menina chamada Capuchinho Vermelho.

     Ela era muito má com os seus colegas e familiares.

     Um dia, a sua mãe mandou-a fazer uma tarefa.

     Essa tarefa era levar um cesto com mel, umas sandes e chá.

     A sua mãe disse:

     -A casa da tua avó fica no meio do bosque! Ah! Não te esqueças de que no bosque há lobos ferozes!

     Então lá foi a Capuchinho Vermelho agasalhada com o seu casaco vermelho.

     Na entrada do bosque, havia muitas flores. Por isso, a Capuchinho Vermelho lembrou-se de apanhar um ramo de flores para a sua avó.

     Quando entrou no bosque, só se ouvia passarinhos a cantar.

     Na segunda paragem, a Capuchinho Vermelho não sabia o caminho porque havia um cruzamento.

     Nesse preciso momento, apareceu um lobo e a Capuchinho Vermelho perguntou-lhe qual o caminho mais rápido para chegar a casa da avó.

     O lobo, simpático, respondeu-lhe:

     - É pelo lado esquerdo, minha menina!

     E a Capuchinho Vermelho lá seguiu caminho... pela esquerda, dizendo para si:

     - Aquele lobo é tão bom para assar!

     Chegou a casa da avó e deu-lhe o cesto.

     Espreitou pela janela e viu novamente o lobo perto do jardim. Foi logo buscar uma rede que a sua avó tinha na cave.

     O lobo, quando se virou para trás, já só viu a Capuchinho Vermelho que lhe lançou a rede e assim o apanhou!

     Quando ela estava a preparar a fogueira para assar o lobo, apareceram dois lenhadores.

     E perguntaram desconfiados:

     - O que é que estás a fazer?

     O Capuchinho Vermelho respondeu:

     - Vou assar este lobo de aspeto delicioso!

     Nessa altura, os dois lenhadores prenderam a Capuchinho Vermelho e entregaram-na à avó.

     Foi então que a Capuchinho Vermelho percebeu que, com as suas atitudes, era muito má para a família e para os colegas.

     E decidiu nunca mais voltar a fazer o mesmo.

Diogo Daniel Ferreira Matos, 4.º B

 

A Cilada

(“os Três Porquinhos”)

     Era uma vez um lobo simpático e três porquinhos maus.

     Num lindo dia de primavera, o lobo bom estavam em sua casa a ouvir no seu iPod de 64GB as suas 253 músicas de fado e ópera.

     Nesse instante, o lobo disse para consigo:

     - Tenho fome, vou ver se há alguns «filipinos».

     Não havia nada. Tentou nos armários todos e estava tudo vazio.

     Quando voltou para o sofá, viu os três porquinhos a espreitarem na janela a rirem-se:

     - Hi… Hi… Hi… aquele lobo tonto nem imagina que nós lhe roubámos a comida toda durante a noite.

 

"(...)o lobo percebeu que eram dois porquinhos que lhe tinham armado
aquela cilada para ele sair de casa e o roubarem."

 

            - Bolas, aqueles, aqueles mauzões querem que eu morra à fome?!! - perguntou o lobo confuso.

            Lá fora, os três porquinhos continuavam a espalhar (dizer em voz alta) por aí:

            - O lobo tem um ponto fraco! É o seu gigantesco estômago! - gritavam os porquinhos.

            - O quê? Não acredito que eles descobriram a minha fraqueza!

            Chegou a noite e o lobo não tinha comido nada o dia inteiro!...

            De manhã, o lobo sai para ir ao mercado comprar comida, quando passaram por eles dois estranhos com corpos esquisitos: tinham pernas de sapo, corpo de macaco, muito peludo, cabeça de cavalo, rabo de suricata e nariz de papa-formigas.

            O lobo perguntou-lhes:

            - O que é que vocês querem de mim? Eu não tenho comida...

            - Não, não e não! O que nós queremos é prendê-lo para levar o seu dinheiro e o seu iPod de 64GB, com as suas 253 músicas.

            Ouvindo estas palavras, o lobo percebeu que eram dois porquinhos que lhe tinham armado aquela cilada para ele sair de casa e o roubarem.

            Foi buscar uma vassoura e disse-lhes para irem embora senão dava-lhes umas valentes vassouradas.

            Os porquinhos fugiram a sete pés e o lobo foi à sua vida, ou seja, tratar do seu estômago.

Gonçalo Eduardo Pego Araújo, 4.º B

da EB de Albergaria-a-Velha

Prof. da Turma: José Manuel Alho

 

Zarpou do caisdaescrita às 17:56
Sexta-feira, 04 / 11 / 11

Estudo do Meio - O passado do meio local (4.º B, da EB de Albergaria-a-Velha)

Pesquisar sobre o

passado de uma

instituição local

     Na sequência da matéria lecionada em Estudo do Meio, os alunos, no âmbito de uma Área de Projeto, foram desafiados a pesquisar sobre o passado de uma instituição local. Para o efeito, foram esclarecidos sobre o que representam as fontes orais, as fontes documentais e as fontes históricas.

     Na verdade, os alunos, mediante uma proposta de roteiro de investigação previamente discutida, foram levados a perceber que em todas as localidades há um conjunto de instituições destinadas a facilitar a vida das pessoas, que têm uma história própria e cujo conhecimento nos pode ajudar a conhecer melhor o nosso passado coletivo.

     Com recurso às TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação), apresentam-se de seguida alguns dos trabalhos remetidos.

O Professor do 4.º B, da EB de Alb.-a-Velha,

José Manuel Alho

Biblioteca Municipal 

Biblio. Municipal

Autor: Guilherme Rafael Tavares Ventura
Para aumentar de tamanho, clicar quando no cursor aparecer "Ler em ecrã inteiro"
 

Junta de Freguesia

de

Albergaria-a-Velha 

Foto retirada daqui

 

     Na cidade onde moro existem várias instituições, mas a que eu escolhi para este trabalho foi a Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha

 

     A Freguesia foi fundada por Decreto-Lei numa data desconhecida. Está localizada na Rua Miguel Bombarda, da freguesia e concelho de Albergaria-a-Velha, que pertence ao distrito de Aveiro.

     O seu edifício sede é uma construção antiga, do ano de 1869, que foi reconstruído no ano de 2002. O edifício era uma escola do tipo Conde Ferreira.

Esta instituição tem um carácter de serviço púbico, pois presta serviços à comunidade.

     O nome de freguesia de Albergaria foi atribuído em função da divisão territorial. Esta divisão cria as freguesias e os Municípios. A Junta de Freguesia de Albergaria é frequentada por todos os seus habitantes.

     A sua principal função é melhorar as condições de vida dos seus munícipes, através da melhoria da rede viária, criação de infra-estruturas (passeios, águas pluviais...), manutenção do parque escolar, limpeza de valetas, gestão de cemitérios (de Albergaria e do Sobreiro) e atestações diversas.

     Esta instituição pretende, com a realização destas obras, dar visibilidade e atrair novos moradores aos vários lugares que compõem a freguesia.

     Na Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha existem quatro funcionários e exercem funções dezoito pessoas eleitas.

     O seu horário de funcionamento é das 9:00 às 12:30 e das 14:00 às 17:30 horas.

     Na história desta instituição está gravado o dia 16 de Novembro de 2002, o dia da inauguração da nova sede, com melhores condições e equipamentos modernos.          

Estêvão Marques Paralta - 4.º B

 

A igreja Matriz

de

Albergaria-a-Velha

     A igreja Matriz da cidade de Albergaria-a-Velha foi fundada durante a idade média. Contudo, nada resta da construção inicial já que, nos meados do século XVII, este templo estava em ruínas.

     A atual construção começou em 1692 e a igreja seria inaugurada três anos mais tarde. No entanto, o templo veio a sofrer um enorme incêndio no ano 1759, do qual apenas se salvou a capela-mor e parte do seu recheio.

     O interior é amplo e de nave única, reformado na segunda metade de século XVII.

     No espaço da nave estão quatro retábulos de talha rocaille, douradas e policomadros da segunda metade de setecentos. Os púlpitos são obra do século XVII, enquanto a pia batismal é ainda seiscentista. Realce também para a luxuosa sanefa que cobre o arco triunfal, obra de talha dourada rocaille, da segunda metade do século XVII.

     Atualmente a Igreja Matriz está aberta quase todo o dia servindo a população com missas, casamentos, batismos, comunhões, funerais realizados agora pelo pároco Padre Dinis.

     A igreja também serve hoje em dia para os turistas que a queiram visitar e apreciar o seu património.

Diogo Daniel Ferreira Matos - 4.º B

da EB de Albergaria-a-Velha

Prof. da Turma: José Manuel Alho

Fonte  

Fotos retiradas daqui

Zarpou do caisdaescrita às 18:00
Terça-feira, 25 / 10 / 11

Projeto "CAIS DA ESCRITA" - apresentação.

Tempo de aventura,

tempo de prazer 

 Clicar no livro para aumentar de tamanho

 

     A leitura e escrita não são aptidões que se desenvolvam por decreto, lei ou ordem, mas, sim, competências que envolvem a decisão do sujeito, seja ele escritor ou leitor. Escrever ou ler por obrigação, sem desfrutar do poder da(s) palavra(s), só para cumprir um dever escolar, longe de criar leitores ou pequenos escribas, pode até “vacinar” os alunos contra o hábito de ler e escrever. Cada história é o que lemos, o que escutamos e, principalmente, o que sentimos.

     Dentro desse pressuposto, desenvolveremos este Projeto “Cais da Escrita”. Percebemos na sociedade, em geral, o crescente desinteresse pela escrita e pela leitura, a que não será alheio o acesso facilitado às novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) por contraponto aos diversos obstáculos que hoje condicionam o acesso aos livros. Em boa verdade, parte considerável dos nossos alunos não está longe dessa realidade: poucos lêem e escrevem, ou quando o fazem, é porque nós, professores, o pedimos.

     Em consequência, surgiu esta ambição de aventurá-los no mundo da escrita e da leitura, mas com o propósito de escrever e ler com prazer, estimulando o pensamento crítico e criativo para desse modo combater aquela suspeita de que escrever ou ler “é muito aborrecido”. É também através da escrita e da leitura que se formam cidadãos críticos e seletivos, atributos absolutamente cruciais para o almejado desenvolvimento pleno, integral e harmonioso de qualquer personalidade. É pois necessário envolver e estimular os nossos alunos para que possam desenvolver habilitações de escrita, leitura e oralidade.

     A aventura, assumida como desafio que a todos convoca sem exclusões ou dispensas de qualquer índole, está iniciada. Estamos certos que, com o apoio e motivação de todos, aportarão neste cais cativantes proezas e dele poderão zarpar bons leitores e promitentes escritores.

 

Os Professores dinamizadores,

Carla Sofia Araújo e José Manuel Alho.

 

Zarpou do caisdaescrita às 20:00
Espaço destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. (Desde o ano letivo 2011/2012)

Visitas ao Cais

ti facil

Selo BloguesEDU

Comentários

Arquivo

subscrever feeds

Maio 2012

D
S
T
Q
Q
S
S
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

OBJETIVOS

Aos alunos deve dar-se a liberdade de poder escrever sem grilhões ou amarras que os prendam eternamente a um porto regrado, que muitas vezes julgamos de abrigo, mas que os não deixa aventurar por águas mais profundas, desconhecidas e desafiantes, pondo à prova toda a sua pequena sabedoria. É nosso primordial objetivo lançar estes pequenos “pescadores de palavras” num imenso mar de letras, emoções e imaginação e fazê-los regressar orgulhosos e engrandecidos pelos seus feitos a um cais abundante em palavras. A arte de escrever deve ser ensinada como um ato de amor e que deve ser realizada por puro prazer.

ÁREA DE ATUAÇÃO

INSUCESSO ESCOLAR E ABSTENCIONISMO/ABANDONO ESCOLAR - Criar uma cultura que dê sentido ao crescimento e à vida, uma linha de valores éticos, sociais, humanos, culturais e morais. - Estimular um “clima de agrupamento” que favoreça cada vez mais o pleno desenvolvimento pessoal, social e cultural de todos os alunos e formandos. - Criação de uma cultura integrada de Leitura. - Melhorar os níveis de literacia dos alunos do agrupamento. - Desenvolver um ambiente integral de leitura na escola. - Envolver as famílias.

ATIVIDADES

* Criação do blog “Cais da Escrita” para alojar os trabalhos dos alunos. * Motivação à produção textual em contexto de sala de aula e através de temáticas afixadas na escola e divulgadas através do blog. * Produzir textos com qualidade para integrarem o jornal escolar.