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Cais da Escrita

Blog destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. Que os alunos escrevam por prazer, com criatividade e imaginação. Desde 25 de outubro de 2011.

Cais da Escrita

Blog destinado à publicação de trabalhos dos alunos do Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha visando promover o gosto pela leitura e pela escrita. Que os alunos escrevam por prazer, com criatividade e imaginação. Desde 25 de outubro de 2011.

A visita de estudo.

Primeira parte – Visita ao Museu etnográfico

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No dia 8 de novembro, a nossa turma do 3ºA fez uma visita de estudo. Utilizou a carrinha da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha.

Na parte da manhã fomos visitar o Museu Etnográfico da Região do Vouga. Este museu foi construído em 1874 e fica no concelho de Águeda.

Pelo caminho fomos observando os campos cultivados com nabiças, as abóboras e espigueiros. Também vimos ovelhas, vacas, cavalos e passámos perto de uma ponte romana, em Vouga.

Quando chegámos, perto da entrada, no espaço exterior, vimos dois poços que serviam para as pessoas utilizarem a água para regar o campo, para tirarem a água para levar para casa ou até para lavarem a roupa à mão. Tinha lá uma cântara e um regador.

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Em diversas salas do museu vimos: um telefone antigo, diversos trajes típicos, xailes, lenços, tamancas, véus, algibeiras e enxovais. Também vimos chapéus de festa ou de trabalho. Vimos o espaço da costureira, da tecedeira, do salineiro, do engraxador, do barbeiro, a bicicleta do padeiro, máquinas de escrever, de filmar e de fotografar, muito antigas e jogos tradicionais.

Vimos ainda um quarto antigo com os penicos, uma cozinha antiga e a sala da Páscoa.

Não havia luz elétrica por isso utilizavam candeias, lanternas candeeiros, ferros de brasa para passar a roupa. Lavavam a roupa à mão em tanques ou até nos ribeiros. Vimos uma retrete antiga, pois não havia casa de banho como as nossas. Também vimos uma sala de aula de antigamente com as mesas, lousas, tinteiros…

 No exterior estão vários espaços: o do ferreiro ou pregueiro, do oleiro, muitas ferramentas agrícolas como carroças e uma bateira do rio Vouga. Também há uma adega, com pipos e grandes caixas de madeira para guardar os cereais e uma salgadeira, onde conservavam a carne do porco, pois não havia frigorífico.

Tivemos um pequeno intervalo para lanchar junto do palco onde ensaia o rancho folclórico e corremos no grande relvado.

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Por fim, vimos uma biblioteca antiga e a sala da música com gira-discos, uma grafonola grande e instrumentos musicais. O Senhor Celestino, o Presidente do Museu, até tocou concertina para nós. Foi ele que nos orientou na visita.

Depois regressámos à escola para almoçar.

A Auxiliar, Senhora Olímpia, acompanhou-nos e tirou fotografias.

Mas a nossa visita de estudo ainda não terminou! Continuou na parte da tarde com mais surpresas…   

 

Turma 3.º A,

da EB de Albergaria-a-Velha

Prof.ª Titular de Turma: Carmo Delgado

Corta-Mato Escolar.

Jéssica   Mendes   volta  a  ganhar  

corta-mato escolar na   prova 

de  infantis - A   feminino

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O corta-mato realizou-se numa quarta- feira no dia 16 de Novembro de 2016 junto ao pavilhão municipal de Albergaria-a-Velha, pelas 9 horas da manhã. Foi organizado pelos professores de Educação Física e os participantes inscritos foram alunos do 4º ano até ao 11º ano do agrupamento de escolas de Albergaria-a-Velha.

O percurso foi feito pelo meio do mato e a acompanhar os participantes ia um ciclista para lhes indicar o caminho.         Apesar das quedas, todos chegaram à meta.                                          

Os colegas que não participaram estiveram a assistir e alguns Encarregados de Educação apoiarem.                                                                            

Os prémios eram medalhas para os três primeiros lugares e os diplomas eram para os alunos que ficaram até sexto lugar. Estes poderão ser selecionados para o corta-mato em Vagos, Aveiro.   

 

                                                           Texto coletivo da Turma do 4º B,

da EB de Albergaria-a-Velha

Prof.ª Titular de Turma: Helena Gomes Rodrigues

Da Turma do 3.º A, da EB de Albergaria-a-Velha.

Texto dialogal

        Conversa de outono

 

Num sábado à tarde, o João estava no seu quarto a olhar através da janela e curioso perguntou à sua mãe:

            - Mãe, porque é que as folhas das árvores estão a cair?

            - As folhas das árvores estão a cair,  porque chegou o outono.

            - Mas o que é o outono?

            - O outono é uma das quatro estações do ano, em que os dias começam a ficar mais frios, escurece mais cedo e as andorinhas partem em bando para terras mais quentes.

            - E mais? Mãe, diz-me mais coisas - pediu o João entusiasmado.

            - Está bem! Eu conto-te mais. Também é quando alguns animais hibernam, como as cobras, as lagartixas e as tartarugas. - respondeu a mãe.  

            - Oh! Isso é espantoso.

            - Queres ir lá fora ver as folhas a cair?

            - Sim, quero.  Então vamos.

            - Espera por mim e não vás para a estrada! – disse a mãe.

            - Está bem, Eu estou à tua espera!

            O João e a mãe foram ver as árvores de folha caduca e algumas folhas estavam a cair. O João foi aprender mais sobre o outono.

Texto livre da Luciana, trabalhado na aula com os colegas

 

Turma 3.º A,

da EB de Albergaria-a-Velha

Prof.ª Titular de Turma: Carmo Delgado

Da EB da Cruzinha.

A iguana e o lagarto

Um dia, a iguana foi apanhar sol e viu um lagarto de Komodo.

Ela perguntou-lhe:

     - O que estás aqui a fazer?

     - Ando à procura de insetos para dar de comer aos meus filhos. -respondeu o lagarto.

     - Perto do lago, há muitas libelinhas! -exclamou a iguana.

     - Obrigado pela informação. -agradeceu o lagarto à iguana.

O lagarto foi, então, à procura das libelinhas.

Pelo caminho, encontrou vários animais: tartarugas, camaleões, até mesmo um crocodilo.

Junto ao lago, lá estavam as libelinhas. O lagarto, muito satisfeito, apanhou uma grande quantidade de insetos para alimentar os seus filhos.

Ari Alho Gomes - 2.º ano

 

Prof.ª Titular de Turma: Catarina Monteiro

Pelos alunos do 3.º ano da EB da Cruzinha.

Poemas 

“Receitas dedicadas a alguém

de quem se gosta muito”  

  

Receita para fazer um irmão

Um quilo de amor,

um frasco de beijos,

um pacote de beleza,

q.b. de paciência,

q.b. de ternura,

uma calda de bom humor,

um pequeno copo de alegria e um sopro de fantasia.

 Mexer tudo e servir de imediato.

Lara

 

Receita para fazer uma mãe

Deite 1 quilo de amor numa tigela.                                

Junte um frasco de beijos de ternura,

um pacote de beleza e de simpatia.

E um pouco de firmeza, q.b. de paciência.

Recheie com muitos abraços.

Sirva quente e fofo.

Celina

 

A minha mãe Conceição

Junte o peso de algumas 4 dezenas de idade,

q.b. de paciência,

uma raspa de  beijos  e  uma beleza de frescura.

À parte, em banho-maria, prepare uma calda de amor

com um  pequeno copo de alegria a ponto de caramelo .

Adicione um punhado de beijos ligeiramente tostados,

e três boas colheradas de sabedoria já moídas e batidas em castelo bem firme.

Misture os dois preparados com amor suavemente até ficar em creme.

Coze lentamente a boa temperatura em forma untada de sorrisos derretidos.

Por fim, polvilhe com açúcar mais que amado, em pó.

Decore com um sopro de fantasia…

Eis uma mãe.

Sirva com chá de simpatia.

Letícia

 

Receita para fazer um primo

Colocamos um quilo de amor,

250g de amizade e uma mão cheia de risos numa taça feita de alegria.

Junta-se uma pitada de paciência e uma colher de saudade.

Polvilha-se com brincadeiras e jogos

 e assim se faz um primo.

Francisco Cruz

 

Receita para fazer uma mãe

Junte um quilograma de amor com um frasco de beijos.

E mexa suavemente até ficar em creme.

Coloque numa forma de coração untada com paixão.

Para a cobertura:

Derreta um pacote de beleza com um quilo de ternura.

No fim, polvilhe q.b de paciência.

Santiago

 

Prof.ª Titular de Turma: Catarina Monteiro

Da turma do 2. ano da EB da Cruzinha.

O Outono

 

O outono é uma estação do ano. Começou no dia 22 de setembro e termina no dia 21 de Dezembro.

Nesta época do ano, os dias ficam mais curtos e volta o frio. O vento sopra e a chuva cai.

As pessoas saem à rua agasalhadas com roupas quentes e impermeáveis (casacos, galochas, gabardinas e guarda-chuva).

 No Outono, há frutos muito bons: as maçãs, os marmelos, os dióspiros, as avelãs, os figos, as castanhas, as romãs…

É o tempo das vindimas, das desfolhadas e do São Martinho. Nos olivais, apanham-se as azeitonas.

As folhas mudam de cor para vermelho, amarelo, castanho, laranja e, por fim, começam a cair.

Apesar dos dias cinzentos, a Natureza transforma-se num tapete gigante colorido.

Texto coletivo

Os melhores amigos

No reino da Amizade, viviam muitos animais felizes.

O gato André e o rato Santiago eram amigos. Eles inventavam muitas brincadeiras. O jogo preferido deles era dizer nomes de animais e de países. O gato dizia nomes de países e o rato dizia nomes de animais. E assim, passavam os dias na companhia um do outro.

Certo dia, o gato André ficou zangado e perseguiu o rato, porque lhe tinha roubado o seu queijo. O rato, muito atrapalhado, explicou ao gato que não tinha conseguido resistir à tentação, mas estava arrependido.

Por fim, o gato desculpou o rato e voltaram a ser amigos.

Para comemorar, fizeram uma festa e partilharam o queijo.

André Domingues

 

Prof.ª Titular de Turma: Catarina Monteiro

Da turma do 2.º ano, da EB da Cruzinha.

O Coelho Saltitão

Numa linda manhã de verão, um coelho chamado Saltitão saltava e pulava muito pela quinta do senhor José.      

Certo dia, o coelho irrequieto saltou muito alto e magoou-se na pata. Os outros animais da quinta cuidaram dele muito bem mas não resultou. O Saltitão continuou com muitas dores.

Então, resolveram levá-lo ao veterinário. Finalmente, o coelho ficou bom.

Para comemorar, eles fizeram uma corrida de saltos.

Ricardo Perdigão

 

 

O canteiro dos livros

Era uma vez, um menino que se chamava Francisco. Ele adorava ler.

Um dia, o Francisco foi passear pela cidade e descobriu um canteiro especial. No lugar das flores, havia muitos livros.

Todas as semanas, “nascia” um novo livro. O Francisco, maravilhado com a sua fantástica descoberta, saía de casa sorrateiramente e deslocava-se até ao seu canteiro. E assim, foi levando muitos livros para casa.

Passado um mês, a mãe do Francisco achou muito estranho o seu filho ter tantos livros. Apercebeu-se do que estava a acontecer e proibiu-o de voltar ao canteiro dos livros.

Desde esse dia, o Francisco ficou muito triste.

Francisco José Almeida Pinto

 

Prof.ªTitular de Turma: Catarina Monteiro

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